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Resenha: .5: The Gray Chapter (2014)

Álbum de Slipknot

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Metal após hiato

Por: Fábio Arthur

18/07/2021

Entre um álbum de sucesso e esse, o Slipknot demorou em torno de seis anos para poder trazer algo novo. Lançado em outubro de 2014, a banda chegou com uma roupagem mais ambientada nos discos passados, uma mistura de ambos.

Quando foi feita a produção e gravação, o grupo também trouxe dois novos integrantes, baixista e guitarrista. Aliás, a banda estava passando ainda por momentos difíceis quando o lançamento desse trabalho. O álbum mantém o nível acertado e joga com melodias e peso. As canções seguem uma linha bem construídas, e The Devil in I seria uma delas. 

Os singles e vídeos vieram na medida certa e abrangeram um total apoio dos fãs. O hiato acabou por deixar muitos na dúvida se ainda iria haver banda. The Negative One é uma outra canção bem composta. E o grupo surtiu efeito certeiro nas vendas e posições. Em sua maioria chegando em #1 ou #2. Logicamente, nem tudo é tão fácil assim e em alguns casos a banda chegou na posição #6, mas isso ainda foi uma forte atenção nesses países. 

Greg Fidelman produziu o disco e  trabalho seguiu pela Roadrunner. O álbum segue com mais de 1 hora de duração mais não deixa pedra sobre pedra. A faixa Custer é exemplo desse fator. 

Uma obra furiosa e dotada de vigor musical, com vocais ótimos, arranjos e melodias perfeitas. Disco de ponta dos caras e vale sim dar uma conferida.

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