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Resenha: Power Windows (1985)

Álbum de Rush

Acessos: 90


Em sintonia moderna

Por: Fábio Arthur

02/04/2021

Rush é uma das bandas mais fortes em amplos sentidos. O grupo manteve-se sempre em evidência. A forma com que  abrange sua fonte de energia e sua excelência musical é perfeita.

Em outubro de 1985 - a grande década dos grandes discos - o Rush vinha com uma visão avançada, mutante sonoramente falando. O disco "Power Windows" marca o Rock, Pop em um aparato tão vasto e intenso que o ouvinte se  satisfaz com prazer. 

A produção de Peter Collins acabou sendo muito pertinente para o período em questão. Rush, sim, eles deram uma mãozinha na hora de se envolver com os inúmeros detalhes. 

Décimo primeiro disco do grupo, e em pouco mais de uns 40 minutos a banda evolui e alavanca seu melhor ponto. Duas fontes foram necessárias nesse trabalho para ajudar o grupo e direcionar de alguma forma. Um deles, Andy Richards no teclado adicional e Anne Dudley nas cordas e arranjos. Perfeito! 

Hugh Syme cuida da arte novamente com classe e totalmente pertinente ao funcional da obra.

E assim, Peart (saudoso), Alex e Lee, desfilam sons, entre eles: "The Big Money", "Manhattan Project", "Marathon", "Emotional Detector", e indo assim sucessivamente. 

Lógico que na época a MTV bombava lá fora e o apoio em vídeo foi um chamariz, e após isso, logo depois da turnê houve um disco ao vivo. 

Mais um elemento obrigatório na coleção e que não envelheceu mal, não. É Rush meus amigos!!!!

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