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Resenha: Images And Words (1992)

Álbum de Dream Theater

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A grande obra

Por: Fábio Arthur

26/02/2021

É revigorante até os dias de hoje ouvir esse álbum, aliás, eu como não fã da discografia completa e muito menos dos discos mais recentes, só tenho elogios a esse trabalho.

Primeiro ponto foi a mudança na área vocal, a força de LaBrie com a veia do grupo casou perfeito em época. Segundo, foi o ajuste e injeção de produção acertada nesse trabalho e terceiro, a banda moveu uma qualidade com mais afinco e soube elaborar cada riff, melodia e partes das canções 

Eu, não gosto do James LaBrie hoje em dia ao vivo, ele deixa muito a desejar, mas na época referente a essa fase ele se mostrava muito intenso.

Metal Progressivo, partindo de uma mistura de influencias enormes de Rush e Pink Floyd, a banda aliou sua fonte pesadona com esses estilos e deu muito certo. A partir do single de Pull me Under e de seu vídeo, a banda entrou na fileira dos grupos adorados e, com impulso da MTV, a coisa ficou excelente para a banda.

Metrópolis pt 1. trouxe a exata conotação entre o desejo de desempenhar técnica com uma fluente e saudável vocação musical. Another Day funciona como um momento mais brando e fértil, e Under the Glass Moon soa fabulosa. Surrounded chega como privilegiada e enaltece o teor do disco.

Não preciso mencionar a fonte de músicos, ficando este como um trabalho que surge muito eficaz e alegra mesmo quem não gosta da onda progressiva, impressionando desde sua arte até seu término.

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