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Resenha: Filosofem (1996)

Álbum de Burzum

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Trabalho coerente

Por: Fábio Arthur

08/11/2020

Digamos que Varg causa, na maioria de vezes, um desconforto por causa de sua ambiciosa e medíocre opção partidária com o Nacional Socialismo. Mas enfim, deixando isso de lado, todo infortúnio e práticas ilegais, o som do quarto trabalho do Burzum, remete o ouvinte em algo bem coeso e profundo.

Lançado em 1996 como um estímulo em Dark Ambient e Black Metal, as faixas de "Filosofem", além de sua arte de capa primorosa, soam muito bem. A obra começou em ser gravada em 1993, e foi o último conceito musical elaborado antes da prisão do músico.

O disco trouxe um sucesso quando lançado devido ao fator de a segunda leva do Black Metal estar em alta, o trabalho atingiu sua meta. Com mais de 1 hora de duração e produzido pelo próprio Varg, o álbum mantém um nível péssimo no instrumental e finalização das faixas, sua produção soa precária. O disco foi todo gravado em inglês e norueguês, as condições de gravação foram elaboradas por Varg, obtendo um som fraco e sem operação adequada. A guitarra foi gravada em som estéreo, ou seja, em um aparelho de som e não amplificador. 

As canções são um atrativo bem forte, mesmo com um som precário, e assim recomenda-se ouvir o disco inteiro.

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