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Resenha: 7800° Fahrenheit (1985)

Álbum de Bon Jovi

Acessos: 64


Sequência inferior

Autor: Fábio Arthur

15/09/2020

Após um debute muito bom, o Bon Jovi veio com um novo complemento, e por mais que tenham tentando o sucesso profundo, aqui a banda conseguiu engatar a fama de forma modesta, não sendo suficiente para chegar ao estrelato; o que aconteceria somente no próximo disco.

Em 1985 foram quatro singles e dois vídeos na MTV e o andamento mais moderado surgiu, deixando o peso das guitarras para trás. O glam tomou estrutura e alguns refrãos grudentos entre melodias simples e alguma balada vieram complementar todo o trabalho.

Enfim, é óbvio que, para quem já curtia o grupo, a banda chegou agradando, mas para os novos padrões de época - pesados -, a banda não trouxe nada elementar a não ser a vontade de entrar nas rádios e invadir o espaço de mídia.

7800 Farhenheit molda a banda sem o ímpeto do disco de estreia e tira toda a força Hard e suas nuances. Ainda aqui o destaque fica para Sambora e alguns momentos bons nas composições do material. 

São 47 minutos e esses são de fato sufocantes, deixando o ouvinte querendo o bom rock.

Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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