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Resenha: Frontiers (1983)

Álbum de Journey

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O céu é o limite... ou a jornada!

Por: Diogo Franco

23/06/2020

E eles fizeram de novo. Após o excelente e multiplatinado Escape, de 81, o Journey ousou ainda mais, forçou sua criatividade ao máximo e lançou um álbum tão espetacular quanto seu antecessor. Duvida? Pois até a abertura desse disco se mostra tão poderosa quanto Don't Stop Believin', se tornando um clássico já nos primeiros acordes. Separate Ways (world´s appart) é sem dúvida uma das melhores aberturas de disco de todos os tempos, empolgante e frenética, com um refrão exalando dramaticidade sem soar de forma alguma piegas. A sequência segue tirando nosso fôlego com Chain Reaction e After The Fall, esta última um pouco mais calma preparando o terreno para a balada Faithfully, mas ainda assim soando uma das mais pesadas do disco. Daí pro final segue uma pérola atrás da outra, tornando a audição desse disco algo extremamente prazeroso. 

Esse álbum é uma ótima sequência de Escape, se tornando o segundo disco mais vendido da banda (atrás justamente de Escape) e firmando o Journey como a grande referência do Aor mundial, colocando-os na galeria dos intocáveis do estilo, ao menos na década de 80.

A inspiração depois iria diminuir, como normalmente acontece com todos os grupos, mas o legado já estava formado, e a contribuição desses caras pra música mundial já estava mais do que certa.

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