Para os que respiram música assim como nós


Resenha: Escape (1981)

Álbum de Journey

Acessos: 414


Espetacular e atemporal!

Por: Diogo Franco

23/06/2020

O disco número 1 de 1981 não poderia ser outro. Com hinos incontestáveis como Who's Crying Now, Open Arms, Don't Stop Believin' e Stone In Love , o Journey conseguiu o tão esperado (e merecido) êxito comercial. E não é pra menos, pois esse disco até agora foi certificado nove vezes com platina, a faixa de abertura é uma das músicas mais coverizadas de todos os tempos (tendo sido incluida no musical Glee, entre outros).

Musicalmente falando, a mudança de sonoridade do Journey para um som mais moderno fez bem ao grupo. A banda deixou de ser um grupo comum de classic rock pra se tornar o maior nome do Aor e referência até os dias de hoje. Nenhum artista de hard, melodic rock ou aor passou indiferente por esse disco. Juntamente com Vital Signs do Survivor, esse disco definiu o que é o rock de arena, se tornando ítem obrigatório na discografia de qualquer fã de rock, não apenas de Aor. A  guitarra de Neal Schon soa melódicaa e forte, o baixo de Ross Valory é conciso e firme, e os teclados de Jonathan Cain mostram que sem ele o Journey não teria chegado onde chegou, com tamanha qualidade em seus arranjos. E Steve Perry é o número 1 do gênero, sem mais. Voz espetacular, interpretações magistrais, um alcance vocal impossível para meros mortais. Arrisco dizer: Steve Perry estaria fácil no mesmo patamar de Freddie Mercury se o mundo fosse um lugar um pouco mais justo. 

Chega de papo e vá escutar esse disco imediatamente. Se você não se sentir empolgado do início ao fim, talvez rock n' roll não seja muito a sua praia.

As publicações de textos e vídeos no site do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do respectivo autor


Compartilhar

Comentar via Facebook

IMPORTANTE: Comentários agressivos serão removidos. Comente, opine, concorde e/ou discorde educadamente.
Lembre-se que o site do 80 Minutos é um espaço gratuito e aberto para que o autor possa dar a sua opinião. E você tem total liberdade para fazer o mesmo, desde que seja de maneira respeitosa.