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Resenha: Sad Wings Of Destiny (1976)

Álbum de Judas Priest

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O co-criador do Heavy Metal

Por: Fábio Arthur

18/04/2020

Esse disco é a faceta mor do grupo inglês, Judas Priest. Ele tem tanto valor porque ajudou a enfatizar o que conhecermos como Heavy Metal. Depois do Black Sabbath, esse chegou destruindo tudo, com ar dos anos 70, mas com firmeza no metal pesado.

Com vocais dramatizados, guitarras duelando de forma única e baixo e bateria surrando por todos os lados, esse "Sad Wings of Destiny" nos brinda com o melhor do som evolutivo. 

Esse álbum é o começo certeiro do Judas Priest e, em todo seu conteúdo, ele demonstra porque serviu de referência anos depois. Lançado em 1976 com uma arte notória e belíssima com o peso de canções como "Victim of Chances", uma ode ao épico com passagens fortalecidas pelos riffs e vocais e uma letra bem fértil e profunda. A canção seria uma junção de duas faixas e saiu-se maravilhosa, com certeza. Em "The Ripper" o grupo voa na interpretação máxima de Halford e na letra sombria também. O disco mescla temas profundos desde política a conceitos mais humanos e artísticos. "Tyrant" também é fabulosa, assim como o disco todo. 

Produzido por Max West e a banda, o som soa bem conciso e poderoso. Disco não chega a seus 40 minutos mas empolga e muito, a todo instante. 

Guitarras cortantes aliadas aos números músicas com teores nada simplistas e sim movido ao som único e poderoso, mostrando o alto nível da banda em seu começo de carreira.

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