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Resenha: Souls of Black (1990)

Álbum de Testament

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A arte pura

Autor: Fábio Arthur

14/04/2020

O curioso deste trabalho do Testament é que ele foi lançado junto com um disco do Slayer, sim "Souls of Black" saiu na mesma data que "Season in the Abyss", dois álbuns de ponta.

No caso do Testament, a banda trazia algo mais pomposo, moderno e técnico. Juntos trouxeram o máximo de diferencial em relação aos trabalhos anteriores. E o álbum foi gravado bem apressadamente porque a banda estava prestes em entrar na turnê Clash of Titans. 

A produção é de Michael Rosen. São 33 minutos de sons fantásticos em uma obra bem elaborada e que alavancou o grupo. Dois vídeos foram feitos para MTV com qualidade extrema e também foram vistos incansavelmente, mais que o Slayer inclusive.

A crítica adorou o disco em seu total e os fãs também. As letras mudaram um pouco seu conteúdo, mas ficaram mais realistas também. O som chega a ser ácido e com riffs cortantes. A obra anda a anos luz de seus antecessores. 

A arte merece um louvor a parte tamanha beleza. São tons escuros que trazem a face de um conjunto digno com a proporção e proposta do conceito todo.

Enfim, nem tem como destacar nada aqui, somente deixar a obra de arte fluir. Discos assim se ouvem por inteiro em uma experiência única.

Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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