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Resenha: Pieces Of Eight (1978)

Álbum de Styx

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Melódico e progressivo, consolidando de vez o Styx!

Autor: Diogo Franco

04/01/2020

O oitavo álbum dos americanos do Styx apresenta sua já conhecida veia progressiva, com elementos de pop e classic rock. Este foi o último disco em que deixaram transbordar suas influências prog, embora com um som mais cristalino que seus antecessores. 

Há momentos sublimes, como Pieces of Eight, mas é nas canções mais diretas em que o poder de fogo de Tommy Shaw e sua guitarra fazem a diferença. Blue Collar Man é um exemplo, inclusive sendo cantada por Shaw, com os backings maravilhosos característicos do Styx. O segundo single foi Sing for the Day , com o progressivo tomando conta em alguns momentos lembrando o Yes assim como em Great White Hope, em parte por causa do vocal de Dennis Deyoung. Depois lançaram mais um single, dessa vez foi Renegade, uma pedrada admirada até por músicos de bandas bem mais extremas como Vinnie Paul do Pantera (ele chegoui a declarar que o Styx era uma banda pesada e que quem discordasse deveria ouvir com mais atenção). Esse riff lembra e muito o Led Zeppelin, portanto não tem como errar. A coisa continua em alto nível com Lord of the Rings, Queen of Spades (uma das músicas mais fantásticas já compostas) que possui um dos refrões mais espetaculares já criados na crosta terrestre. 

O Styx é isso, maravilhoso a cada álbum, insuperável em sua mistura de estilos, com instrumentais primorosos seja em músicas mais pops, em progressivas, em outras um pouco mais melódicas ou românticas, sem nunca abrir mão da qualidade. 

Álbum perfeito tanto pra quem gosta de peso quanto para pos fãs de Yes, Deep Purple, etc....

Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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