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Resenha: Dirt (1992)

Álbum de Alice In Chains

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Musical sob diversas óticas

Por: Fábio Arthur

16/09/2019

Em setembro de 1992, mais precisamente no dia 29, o Alice in Chains trazia à luz um disco memorável em todos os contextos. "Dirt" nos mostra uma banda em ascensão e qualificada para o sucesso. Apesar dos problemas enfrentados pelo vocalista Layne Stanley (R.I.P.), a banda conseguiu mostrar um trabalho sincero de forte apelo e submerso entre o rock pesado e com elementos de alternativo.

Cinco das faixas se tornaram singles de sucesso e a banda, entre a colaboração da MTV e uma turnê, eficaz chegou ao número de mais de 5 milhões em vendas. Nesse período, o Grunge era um dos estilos mais aclamados do momento.

O álbum chegou na posição de 200 da Billboard e ainda hoje se faz presente entre as listas dos melhores discos de rock da história. Com produção de Dave Jerden o disco não somente trouxe o peso existencial do grupo mas também a definição exata de cada instrumento tocado no disco, fator esse que ajudou e muito na evolução do material. 

Poucos dias antes do lançamento do álbum, a banda rumou na estrada em conjunto com Ozzy Osbourne e assim abrindo os shows do cantor inglês. 

Esse acaba sendo um deleite não somente para fãs como para os adeptos do rock no geral. Ótimos destaques se fazem presentes no petardo, entre as melhores faixas estão: "Them Bones", "Would?", " Angry Chair" e "Rooster". 

No geral, esse seria um dos trabalhos mais apurados da banda e carregado de um tom sombrio mais que não afeta em nada o direcionamento musical do grupo.

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