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Resenha: Afterburner (1985)

Álbum de ZZ Top

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Modernizando!

Autor: Fábio Arthur

26/08/2019

O grupo chegou em 1983 com um disco arrebatador e assim deu sequência na fórmula com "Afterburner", lançado em outubro de 1985. Além de muito bem sucedido nessa empreitada, a banda chegou a encabeçar o festival Monsters of Rock também nesse período. 

A produção de Bill Ham, chega com o clima oitentista e alinhando com uma gama do Pop Music, entre a raiz do grupo, fazendo deste um disco primoroso e especial. Assim como outrora, os videos para MTV e canções nas rádios formaram os pontos positivos do marketing da banda. O ZZ Top detinha novamente a força do passado e ainda trazia novos fãs.

Aqui, além do moderno, o que se ouve é um misto também de bluesy e um rock dotado de harmonias bem geradas e riffs criativos. A bateria nesse disco passou ainda mais pela sintetização e o elemento eletrônico, se faz ouvir mesmo que suavemente, dando vida ao proposto pelo grupo.

Em "Afterburner", a banda chega ao nono disco de carreira e muito bem por sinal, aliás, as canções não deixam o nível cair e nem mesmo de agradar os fãs antigos. Músicas como "Stages", "Rough Boy" a balada contagiante, "Can´t Stop Rockin", "I Got the Message" e a brilhante "Velcro Fly" são determinantes e belíssimas. 

Enfim, um ótimo trabalho na discografia do ZZ Top, e isso sem esquecer o visual do grupo e sua arte de capa, inspiradora como sempre.

Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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