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Resenha: Children Of Bodom - Hexed (2019)

Por: Diógenes Ferreira

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Album Cover
Resgatando as melodias
3.5
09/03/2019

Costumo dizer que desde os primórdios, sempre vi o Children of Bodom como uma espécie de Nightwish encapetado, com sua sonoridade característica baseada no casamento de melodias entre guitarras e teclados aliado à vocais esganiçados e temáticas sombrias. É um Melodic/Power/Black embora cheguem a ser classificados como Death Melódico característico das bandas suecas de Gotemburgo, mas particularmente sempre achei a estrutura musical da banda de Alexi Laiho & Cia bem mais ‘power’ com teclados bebendo mais na fonte de seus compatriotas finlandeses como Nightwish, Stratovarius e Sonata Arctica, com um vocal mais extremo, ainda que em álbuns recentes tenham realmente se aproximado do trivial Death Melódico.

Nomenclaturas à parte, o fato é que o Children of Bodom é competente naquilo que se propõe a fazer, independente da classificação de sua sonoridade. Alexi Laiho sempre se mostrou um ótimo guitarrista e frontman, além de bom compositor, assim como seu companheiro Janne Warman que é o seu exato contraponto nos teclados, dando a receita para o som do Children of Bodom, que bem verdade em algum momento da carreira da banda tentaram se distanciar um pouco dessas características, flertando até com outras sonoridades e estilos, como o industrial por exemplo, mas ao meu ver perdendo um pouco seu diferencial.

Hexed, é o décimo álbum de estúdio da banda e vai soar familiar à essência de seus primeiros discos, agradando os fãs da época de álbuns como ‘Something Wild’, ‘Hatebreeder’ e ‘Follow The Reaper’. O álbum abre com ‘This Road’, resgata sua sonoridade tradicional com ‘Under Grass and Clover’, ‘Glass Houses’ e ‘Hecates Nightmare’, vem mais Black em ‘Kick in a Spleen’, mais moderno e numa linha mais Soilwork em ‘Platitudes and a Barren Words’ e até com uma pegada mais Thrash (com teclados é claro) na faixa-título ‘Hexed’. Retorna ao habitual com ‘Relapse’ e mantém um bom nível com ‘Say Never Look Back’, a cadenciada ‘Soon Departed’ e fecha com ‘Knuckeduster’, mostrando que o álbum como um todo tenta um resgate da tradicional sonoridade do Chidren of Bodom. Vale destacar que esse também é o álbum de estréia do guitarrista Daniel Freyberg, que passa a fazer dupla com Alexi Laiho. Sendo fã ou não de Children of Bodom, é um bom disco de uma banda com competência e já consolidada dentro de sua proposta musical.

Resgatando as melodias
3.5
09/03/2019

Costumo dizer que desde os primórdios, sempre vi o Children of Bodom como uma espécie de Nightwish encapetado, com sua sonoridade característica baseada no casamento de melodias entre guitarras e teclados aliado à vocais esganiçados e temáticas sombrias. É um Melodic/Power/Black embora cheguem a ser classificados como Death Melódico característico das bandas suecas de Gotemburgo, mas particularmente sempre achei a estrutura musical da banda de Alexi Laiho & Cia bem mais ‘power’ com teclados bebendo mais na fonte de seus compatriotas finlandeses como Nightwish, Stratovarius e Sonata Arctica, com um vocal mais extremo, ainda que em álbuns recentes tenham realmente se aproximado do trivial Death Melódico.

Nomenclaturas à parte, o fato é que o Children of Bodom é competente naquilo que se propõe a fazer, independente da classificação de sua sonoridade. Alexi Laiho sempre se mostrou um ótimo guitarrista e frontman, além de bom compositor, assim como seu companheiro Janne Warman que é o seu exato contraponto nos teclados, dando a receita para o som do Children of Bodom, que bem verdade em algum momento da carreira da banda tentaram se distanciar um pouco dessas características, flertando até com outras sonoridades e estilos, como o industrial por exemplo, mas ao meu ver perdendo um pouco seu diferencial.

Hexed, é o décimo álbum de estúdio da banda e vai soar familiar à essência de seus primeiros discos, agradando os fãs da época de álbuns como ‘Something Wild’, ‘Hatebreeder’ e ‘Follow The Reaper’. O álbum abre com ‘This Road’, resgata sua sonoridade tradicional com ‘Under Grass and Clover’, ‘Glass Houses’ e ‘Hecates Nightmare’, vem mais Black em ‘Kick in a Spleen’, mais moderno e numa linha mais Soilwork em ‘Platitudes and a Barren Words’ e até com uma pegada mais Thrash (com teclados é claro) na faixa-título ‘Hexed’. Retorna ao habitual com ‘Relapse’ e mantém um bom nível com ‘Say Never Look Back’, a cadenciada ‘Soon Departed’ e fecha com ‘Knuckeduster’, mostrando que o álbum como um todo tenta um resgate da tradicional sonoridade do Chidren of Bodom. Vale destacar que esse também é o álbum de estréia do guitarrista Daniel Freyberg, que passa a fazer dupla com Alexi Laiho. Sendo fã ou não de Children of Bodom, é um bom disco de uma banda com competência e já consolidada dentro de sua proposta musical.

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