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Resenha: Dream Theater - Six Degrees Of Inner Turbulence (2001)

Por: Tiago Meneses

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Uma sonoridade eclética e extremamente rica.
5
03/10/2017

A primeira vez que estive em contato com o álbum duplo do Dream Theater, Six Degrees of Inner Turbulence, na verdade eu simplesmente o ouvi sem dar atenção alguma, não estava sozinho, e a música simplesmente tocava enquanto eu me distraía conversando. Alguns dias depois eu posso dizer que o conheci de verdade e captei melhor toda a magnitude musical da obra que tinha em mãos. A banda havia lançado até então seis álbuns, mas eu estava conhecendo o quinto já que demorei mais um tempo até ouvir de fato o primeiro registro da banda. Estava animado, pois de qualquer forma, mesmo na única "bola fora" até então da banda que eu conhecia que foi em, Falling Into Infinity, eles conseguiram deixar registrados grandes momentos.

Não há duvida alguma que o que se encontra aqui é um daqueles raros álbuns duplos de estúdio que é totalmente desprovido de enchimentos que apenas servem pra esticá-lo fazendo o disco ser uma montanha russa entre momentos essenciais e outros dispensáveis. Aqui vemos um trabalho de pouco mais de 96:00 onde toda a música pode ser apreciada em uma sonoridade eclética e extremamente rica onde eles passeiam por heavy metal, suaves passagens acústicas, música pop, rock sinfônico entre outros.

CD1:

Começa através de, "The Glass Prison". Seu início tem o mesmo som em que o álbum Scenes from a Memory terminou, uma espécie de mistura de cair de chuva com rádio sem sintonia. Então um sino toca e os instrumentos vão entrando um a um deixando a música em um constante crescimento e o som mais pesado. Logo na introdução nota-se que é uma faixa agressiva, mas sem perder sua beleza. Extremamente sólida. Os vocais do Labrie se mostram bastante competentes e variados ao longo da faixa. A bateria é sensacional assim como guitarra e baixo. Talvez ainda que também mostre o seu valor, o teclado seja o instrumento que menos brilha na faixa, mas sem problema, pois durante o álbum Jordan recebe destaque em muitas outras partes. Uma faixa incrível cheia de passagens marcantes e peso. Excelente maneira de mostrar aos ouvintes que estarão diante de uma grande obra. 

O álbum segue com, "Blind Faith". Uma faixa que logo de cara percebe-se ser bem diferente do que foi apresentado em "The Glass Prison". Uma espécie de ataque mal-humorado ao fanatismo religioso. Tem um início bastante suave com uma influência bem mais do teclado do que da guitarra, a suavidade vai se acumulando até atingir um som mais pesado quando chega o primeiro refrão, mantendo-se assim durante o decorrer da música. Em torno de cinco minutos Labrie cessa os vocais e dá caminho para aquela que é sem dúvida uma das passagens instrumentais mais brilhantes já compostas pela banda em todos os tempos. Portnoy em um trabalho soberbo de bateria, Myung completando a cozinha maravilhosamente bem enquanto o revezamento de solos entre Petrucci e Rudess dão o tom em uma verdadeira sagacidade sonora. 

"Misunderstood" é uma espécie de pseudo balada. Começa e segue por um tempo de maneira bem calma e melódica antes de construir um coro unido a uma sonoridade agora mais pesada. Mais ou menos com o que aconteceu em "Blind Faith". Acho essa a faixa mais "dark" de todo o álbum, o maior destaque aqui está por conta dos sintetizadores orquestrais utilizados por Jordan, simplesmente sensacionais. Infelizmente a música em seus cerca de dois minutos finais é "estragada" com algo desnecessário. Um ruído chato e que em nada acrescentou de maneira positiva à música, muito pelo contrário.

"The Great Debate", mais uma faixa que se constrói lentamente, mas não da mesma maneira melosa que as duas anteriores. Ao invés disso começa com um teclado estendido com alguns sons modernos em cima de uma linha de baixo. Confesso que é uma introdução que se não for pra ouvir com fones de ouvido, não existe nada de interessante. Mas conforme vai crescendo, nota-se que também trata-se de uma grande canção. É bem orquestrada, melódica e pesada ainda que não seja da mesma qualidade das demais. Teclado e guitarra tomam o papel de forma igualmente dominantes. O vocal também ainda que não seja comprometedor com o que vinha sendo feito até o momento, cai de qualidade e talvez soaria melhor sem os efeitos robóticos utilizados nas primeiras linhas. Algo que vale muito apena é o trabalho de bateria de Portnoy. Nessa música eu percebo também uma boa influência em Tool. Possui um solo de teclado depois dos nove minutos e vinte extremamente inspirador, seguido por um de guitarra que embora bom, menos marcante. "The Great Debate" provavelmente funcionasse melhor com uns 4:00 minutos a menos, possui passagens que distanciam seus grandes momentos. Uma música que inda que possua qualidade, é o momento de menos brilho do álbum.

O primeiro CD fecha com "Disappear". Uma canção que por algum motivo eu sempre tendo a comparar com "Misunderstood", não em semelhança, mas por algumas sensações parecidas que ambas me passam. Não foi uma música que gostei logo de cara. Começa com alguns efeitos bem baixo astral provido dos teclados antes de avançar para o caminho de uma balada acústica. Mas ao contrário de outros começos melódicos de músicas passadas, aqui não irá se transformar em uma faixa pesada depois de algum tempo. Uma maneira linda de encerrar a primeira metade do álbum. Suave, melódica e serena.

CD2:

É onde encontra-se o épico homônimo ao álbum. Embora por muitas vezes não acabar sendo tratado ou sentido como um por conta de ser feito por faixas separadas (ainda que muitas vezes de sutis transições).

"Overture" é exatamente o que o seu nome diz, uma abertura. Mas aqui, em oposição a esse tipo de canção, onde os riffs são apresentados de maneira quase idêntica aos da canção como um todo, eles se projetam de maneira extremamente orquestral e clássica, abordagem que a banda fez muito bem. Uma abertura majestosa.

O encerramento de "Overture" deixa um clímax para que o álbum siga através de "About to Crash". Trata-se de uma excelente canção, ficou sendo uma faixa que ouvi incansavelmente durante muito tempo. Rudess cria um piano extremamente harmonioso durante toda a canção. Tem um início otimista, mas que gradualmente vai se tornando mais sinistro, encaixando-se muito bem com o assunto das letras. Uma menina bipolar.

"War Inside my Head" é uma música que fala de um homem marcado mentalmente pela guerra. A música já começa com um ambiente bem intimidativo. Labrie então canta alguns curtos versos seguidos por um coro que é dividido de forma intercalada com Portnoy. É uma música cativante e do tipo pra se bater cabeça, uma pena possuir apenas cerca de dois minutos. Mas ainda sim tem uma guitarra impressionante e demais instrumentos que fluem muito bem. Mas como falei, uma pena ser tão curta.

"The Test That Stumped Them All" já começa extremamente frenética. Bastante rápida e pesada, mas com uns versos um tanto irritantes algumas vezes. Instrumentação forte e muito bem encaixada onde todos trabalham muito bem.

Em sua primeira metade, "Goodnight Kiss" se arrasta um pouco, a introdução talvez seja longa demais, mas uma vez acostumado, nota-se que todo o sentimento ali imposto tem o seu porquê, cadencia-se muito bem e o que parecia inicialmente maçante, torna-se natural. O primeiro solo de guitarra é bem emotivo e sincero. Em seguida, o rumo instrumental da música muda, a faixa fica com uma levada mais obscura, mais rápida e novamente outro solo de guitarra é encaixado na faixa até que próximo ao seu término uma ponte feita pelo bumbo liga essa e a seguinte.

"Solitary Shell" abre com uma guitarra acústica junto de uma linha synth. Tem uma melódia excelente tanto no refrão quanto em outras passagens. A seção instrumental perto do final também é maravilhosa. Uma guitarra com influência latina e depois um belo solo de piano. Também possui alguns teclados muito legais antes e depois dessa seção.

O penúltimo capítulo de Six Dregrees of Inner Turbulence fica por conta de "About to Crash (reprise)". A introdução através da guitarra soa muito bem, assim como um glissando do piano que prepara a bateria e baixo pra que todos então estejam juntos. Ao contrário de "About Crash", aqui a música soa de maneira mais otimista como um todo. Uma grande seção instrumental final. Se pode ouvir inclusive seções de "War Inside My Head" nela. O final é sensacional e a transição entre ela e a faixa que fecha o álbum não é nada alem de apoteótico.

"Losing Time/Grand Finale" já começa de maneira linda. Suave, tocante, emocionante. Instrumentação majestosa e muito bem orquestrada. As melodias, arranjos e progressões de acordes são maravilhosamente bem feitos. Uma maneira extraordinária de encerrar um épico.

Não tem como negar que Six Degrees of Inner Turbulence é um dos trabalhos mais inspirados e de valor da banda. Pra mim o último digno de elogios como um todo. Que não seja esse o epitáfio entre as obras primas do grupo, e que futuramente, surpreenda seus fãs com um trabalho de qualidade acima da média como já foram feitos em outrora.

Uma sonoridade eclética e extremamente rica.
5
03/10/2017

A primeira vez que estive em contato com o álbum duplo do Dream Theater, Six Degrees of Inner Turbulence, na verdade eu simplesmente o ouvi sem dar atenção alguma, não estava sozinho, e a música simplesmente tocava enquanto eu me distraía conversando. Alguns dias depois eu posso dizer que o conheci de verdade e captei melhor toda a magnitude musical da obra que tinha em mãos. A banda havia lançado até então seis álbuns, mas eu estava conhecendo o quinto já que demorei mais um tempo até ouvir de fato o primeiro registro da banda. Estava animado, pois de qualquer forma, mesmo na única "bola fora" até então da banda que eu conhecia que foi em, Falling Into Infinity, eles conseguiram deixar registrados grandes momentos.

Não há duvida alguma que o que se encontra aqui é um daqueles raros álbuns duplos de estúdio que é totalmente desprovido de enchimentos que apenas servem pra esticá-lo fazendo o disco ser uma montanha russa entre momentos essenciais e outros dispensáveis. Aqui vemos um trabalho de pouco mais de 96:00 onde toda a música pode ser apreciada em uma sonoridade eclética e extremamente rica onde eles passeiam por heavy metal, suaves passagens acústicas, música pop, rock sinfônico entre outros.

CD1:

Começa através de, "The Glass Prison". Seu início tem o mesmo som em que o álbum Scenes from a Memory terminou, uma espécie de mistura de cair de chuva com rádio sem sintonia. Então um sino toca e os instrumentos vão entrando um a um deixando a música em um constante crescimento e o som mais pesado. Logo na introdução nota-se que é uma faixa agressiva, mas sem perder sua beleza. Extremamente sólida. Os vocais do Labrie se mostram bastante competentes e variados ao longo da faixa. A bateria é sensacional assim como guitarra e baixo. Talvez ainda que também mostre o seu valor, o teclado seja o instrumento que menos brilha na faixa, mas sem problema, pois durante o álbum Jordan recebe destaque em muitas outras partes. Uma faixa incrível cheia de passagens marcantes e peso. Excelente maneira de mostrar aos ouvintes que estarão diante de uma grande obra. 

O álbum segue com, "Blind Faith". Uma faixa que logo de cara percebe-se ser bem diferente do que foi apresentado em "The Glass Prison". Uma espécie de ataque mal-humorado ao fanatismo religioso. Tem um início bastante suave com uma influência bem mais do teclado do que da guitarra, a suavidade vai se acumulando até atingir um som mais pesado quando chega o primeiro refrão, mantendo-se assim durante o decorrer da música. Em torno de cinco minutos Labrie cessa os vocais e dá caminho para aquela que é sem dúvida uma das passagens instrumentais mais brilhantes já compostas pela banda em todos os tempos. Portnoy em um trabalho soberbo de bateria, Myung completando a cozinha maravilhosamente bem enquanto o revezamento de solos entre Petrucci e Rudess dão o tom em uma verdadeira sagacidade sonora. 

"Misunderstood" é uma espécie de pseudo balada. Começa e segue por um tempo de maneira bem calma e melódica antes de construir um coro unido a uma sonoridade agora mais pesada. Mais ou menos com o que aconteceu em "Blind Faith". Acho essa a faixa mais "dark" de todo o álbum, o maior destaque aqui está por conta dos sintetizadores orquestrais utilizados por Jordan, simplesmente sensacionais. Infelizmente a música em seus cerca de dois minutos finais é "estragada" com algo desnecessário. Um ruído chato e que em nada acrescentou de maneira positiva à música, muito pelo contrário.

"The Great Debate", mais uma faixa que se constrói lentamente, mas não da mesma maneira melosa que as duas anteriores. Ao invés disso começa com um teclado estendido com alguns sons modernos em cima de uma linha de baixo. Confesso que é uma introdução que se não for pra ouvir com fones de ouvido, não existe nada de interessante. Mas conforme vai crescendo, nota-se que também trata-se de uma grande canção. É bem orquestrada, melódica e pesada ainda que não seja da mesma qualidade das demais. Teclado e guitarra tomam o papel de forma igualmente dominantes. O vocal também ainda que não seja comprometedor com o que vinha sendo feito até o momento, cai de qualidade e talvez soaria melhor sem os efeitos robóticos utilizados nas primeiras linhas. Algo que vale muito apena é o trabalho de bateria de Portnoy. Nessa música eu percebo também uma boa influência em Tool. Possui um solo de teclado depois dos nove minutos e vinte extremamente inspirador, seguido por um de guitarra que embora bom, menos marcante. "The Great Debate" provavelmente funcionasse melhor com uns 4:00 minutos a menos, possui passagens que distanciam seus grandes momentos. Uma música que inda que possua qualidade, é o momento de menos brilho do álbum.

O primeiro CD fecha com "Disappear". Uma canção que por algum motivo eu sempre tendo a comparar com "Misunderstood", não em semelhança, mas por algumas sensações parecidas que ambas me passam. Não foi uma música que gostei logo de cara. Começa com alguns efeitos bem baixo astral provido dos teclados antes de avançar para o caminho de uma balada acústica. Mas ao contrário de outros começos melódicos de músicas passadas, aqui não irá se transformar em uma faixa pesada depois de algum tempo. Uma maneira linda de encerrar a primeira metade do álbum. Suave, melódica e serena.

CD2:

É onde encontra-se o épico homônimo ao álbum. Embora por muitas vezes não acabar sendo tratado ou sentido como um por conta de ser feito por faixas separadas (ainda que muitas vezes de sutis transições).

"Overture" é exatamente o que o seu nome diz, uma abertura. Mas aqui, em oposição a esse tipo de canção, onde os riffs são apresentados de maneira quase idêntica aos da canção como um todo, eles se projetam de maneira extremamente orquestral e clássica, abordagem que a banda fez muito bem. Uma abertura majestosa.

O encerramento de "Overture" deixa um clímax para que o álbum siga através de "About to Crash". Trata-se de uma excelente canção, ficou sendo uma faixa que ouvi incansavelmente durante muito tempo. Rudess cria um piano extremamente harmonioso durante toda a canção. Tem um início otimista, mas que gradualmente vai se tornando mais sinistro, encaixando-se muito bem com o assunto das letras. Uma menina bipolar.

"War Inside my Head" é uma música que fala de um homem marcado mentalmente pela guerra. A música já começa com um ambiente bem intimidativo. Labrie então canta alguns curtos versos seguidos por um coro que é dividido de forma intercalada com Portnoy. É uma música cativante e do tipo pra se bater cabeça, uma pena possuir apenas cerca de dois minutos. Mas ainda sim tem uma guitarra impressionante e demais instrumentos que fluem muito bem. Mas como falei, uma pena ser tão curta.

"The Test That Stumped Them All" já começa extremamente frenética. Bastante rápida e pesada, mas com uns versos um tanto irritantes algumas vezes. Instrumentação forte e muito bem encaixada onde todos trabalham muito bem.

Em sua primeira metade, "Goodnight Kiss" se arrasta um pouco, a introdução talvez seja longa demais, mas uma vez acostumado, nota-se que todo o sentimento ali imposto tem o seu porquê, cadencia-se muito bem e o que parecia inicialmente maçante, torna-se natural. O primeiro solo de guitarra é bem emotivo e sincero. Em seguida, o rumo instrumental da música muda, a faixa fica com uma levada mais obscura, mais rápida e novamente outro solo de guitarra é encaixado na faixa até que próximo ao seu término uma ponte feita pelo bumbo liga essa e a seguinte.

"Solitary Shell" abre com uma guitarra acústica junto de uma linha synth. Tem uma melódia excelente tanto no refrão quanto em outras passagens. A seção instrumental perto do final também é maravilhosa. Uma guitarra com influência latina e depois um belo solo de piano. Também possui alguns teclados muito legais antes e depois dessa seção.

O penúltimo capítulo de Six Dregrees of Inner Turbulence fica por conta de "About to Crash (reprise)". A introdução através da guitarra soa muito bem, assim como um glissando do piano que prepara a bateria e baixo pra que todos então estejam juntos. Ao contrário de "About Crash", aqui a música soa de maneira mais otimista como um todo. Uma grande seção instrumental final. Se pode ouvir inclusive seções de "War Inside My Head" nela. O final é sensacional e a transição entre ela e a faixa que fecha o álbum não é nada alem de apoteótico.

"Losing Time/Grand Finale" já começa de maneira linda. Suave, tocante, emocionante. Instrumentação majestosa e muito bem orquestrada. As melodias, arranjos e progressões de acordes são maravilhosamente bem feitos. Uma maneira extraordinária de encerrar um épico.

Não tem como negar que Six Degrees of Inner Turbulence é um dos trabalhos mais inspirados e de valor da banda. Pra mim o último digno de elogios como um todo. Que não seja esse o epitáfio entre as obras primas do grupo, e que futuramente, surpreenda seus fãs com um trabalho de qualidade acima da média como já foram feitos em outrora.

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