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    The Door To Doom (2019)

    3.5 Por: Diógenes Ferreira

Resenha: Candlemass - The Door To Doom (2019)

Por: Diógenes Ferreira

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Revivendo o passado
3.5
21/02/2019

33 anos separam “The Door to Doom” de “Epicus Doomicus Metallicus”. A ligação entre os dois álbuns é óbvia... Johan Lanquist, o vocalista que gravou o clássico debut do Candlemass, a banda mais representativa do Doom Metal (isso sem contar a influência do Black Sabbath sobre o estilo). Pois bem, o que temos aqui é um retorno aos primórdios do grupo, que ao longo de todos esses anos sofreu com o posto de vocalista, desde as idas e vindas do folclórico Messiah Marcolin (que até hoje é o preferido dos fãs), passando por Thomas Vikström, Björn Flodkvist, Robert Lowe, Mats Levén... todos ótimos vocalistas! 

Saber qual a intenção de Leif Edling & Mats Björkman, únicos remanescentes da formação original da banda, é uma incógnita. Não sabemos se o retorno de outro membro original (Lanquist) é uma tentativa de resgate sonoro, uma aposta de marketing ou apenas o reencontro com um velho amigo. O que se sabe é que o álbum está saindo do forno, carregado do velho estilo do Candlemass de fazer música, hora arrastado, hora com nuances heavy e sempre com temáticas soturnas e sorumbáticas. 

O álbum apresenta bons momentos como a “esplendorosa” faixa de abertura “Splendor Demon Majesty”, passando pela tradicional sonoridade de “Astorolus – The Great Octopus”, o riff ganchudo de “Death’s Wheel”, as guitarras com timbre saturado de “Black Trinity” e um encerramento apoteótico com “The Omega Circle”. São 8 faixas no total de 48 minutos, quase que o mesmo tempo de duração de “Epicus Doomicus Metallicus” com suas 6 faixas, mas a similaridade para por aí.

Em resumo, o disco não será um novo clássico da banda, nem tampouco irá saciar a vontade dos fãs viúvos de Messiah Marcolin, mas podemos dizer que o álbum cumpre seu papel de manter a essência do Candlemass e quem sabe entrosar novamente a banda ao seu vocalista original Johan Lanquist... isso se não houver novas mudanças no posto vocal num futuro próximo.

Revivendo o passado
3.5
21/02/2019

33 anos separam “The Door to Doom” de “Epicus Doomicus Metallicus”. A ligação entre os dois álbuns é óbvia... Johan Lanquist, o vocalista que gravou o clássico debut do Candlemass, a banda mais representativa do Doom Metal (isso sem contar a influência do Black Sabbath sobre o estilo). Pois bem, o que temos aqui é um retorno aos primórdios do grupo, que ao longo de todos esses anos sofreu com o posto de vocalista, desde as idas e vindas do folclórico Messiah Marcolin (que até hoje é o preferido dos fãs), passando por Thomas Vikström, Björn Flodkvist, Robert Lowe, Mats Levén... todos ótimos vocalistas! 

Saber qual a intenção de Leif Edling & Mats Björkman, únicos remanescentes da formação original da banda, é uma incógnita. Não sabemos se o retorno de outro membro original (Lanquist) é uma tentativa de resgate sonoro, uma aposta de marketing ou apenas o reencontro com um velho amigo. O que se sabe é que o álbum está saindo do forno, carregado do velho estilo do Candlemass de fazer música, hora arrastado, hora com nuances heavy e sempre com temáticas soturnas e sorumbáticas. 

O álbum apresenta bons momentos como a “esplendorosa” faixa de abertura “Splendor Demon Majesty”, passando pela tradicional sonoridade de “Astorolus – The Great Octopus”, o riff ganchudo de “Death’s Wheel”, as guitarras com timbre saturado de “Black Trinity” e um encerramento apoteótico com “The Omega Circle”. São 8 faixas no total de 48 minutos, quase que o mesmo tempo de duração de “Epicus Doomicus Metallicus” com suas 6 faixas, mas a similaridade para por aí.

Em resumo, o disco não será um novo clássico da banda, nem tampouco irá saciar a vontade dos fãs viúvos de Messiah Marcolin, mas podemos dizer que o álbum cumpre seu papel de manter a essência do Candlemass e quem sabe entrosar novamente a banda ao seu vocalista original Johan Lanquist... isso se não houver novas mudanças no posto vocal num futuro próximo.

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