Bem-vindo ao 80 Minutos

Nós amamos música e adoramos compartilhar nossas avaliações sobre os álbuns de nossas bandas favoritas.

Resenha: Carnal Forge - Gun To Mouth Salvation (2019)

Por: Diógenes Ferreira

Acessos: 96

Compartilhar:

Facebook Twitter
User Photo
Album Cover
Ainda buscando espaço em meio à destruição
4
20/02/2019

Não é de hoje que acompanho a saga do Carnal Forge em busca de seu espaço nas trincheiras do Death/Thrash sueco e querendo seu lugar ao sol nas fileiras mundiais mendigando maior reconhecimento. Desde o seu debut em 1998 que a banda sempre entregou um som 'porrada' bem técnico, mas com pegada firme. Esse bendito debut então, foi uma coisa avassaladora no underground da época, o que acabou levando a banda a assinar com a tradicional gravadora Century Media para lançar seus álbuns seguintes e quando pensava-se que a banda iria estourar de vez, o grupo não conseguiu sair do underground. 

Vimos outras bandas contemporâneas do Carnal Forge crescerem e hoje serem reconhecidas e influentes, como por exemplo o The Haunted e At The Gates, mas o Carnal Forge... nada. Talvez, em algum momento se o Carnal Forge tivesse apostado em algumas canções com mais melodias ou com certo apelo comercial como o Arch Enemy fez, tivesse tido mais holofotes, mas a banda sempre foi mais visceral e extrema que o grupo dos irmãos Amott, embora a sonoridade ainda seja bem semelhante. Semelhança essa que também aponta ser uma banda de irmãos guitarristas (Jari Kuusisto e Petri Kuusisto) tão talentosos quanto Michael Amott e Christopher Amott. 

Verdade seja dita, a banda sempre manteve um nível regular em seus álbuns, tamanha a similaridade de seus discos, não diferenciando muito uns dos outros, mas não ao ponto de serem ruins, pelo contrário, o pau sempre comeu solto e com uma sonoridade cirúrgica. O novo álbum de retorno (Gun to Mouth Salvation - 2019) depois de 12 anos desde o último lançado (Testify For My Victims - 2007) é a prova de que os irmãos Kuusisto ainda tem lenha pra queimar e continuam no mesmo esquema de sempre, sem novidades, mas que continuam entregando um trabalho de respeito, com toda a insanidade de seus discos anteriores. Músicas como "Reforged", "Aftermath", "Endless War", "King Chaos", "The Order" e "Hellride" são provas de que o Carnal Forge ainda tem pique para continuar buscando seu espaço em meio à destruição.

Ainda buscando espaço em meio à destruição
4
20/02/2019

Não é de hoje que acompanho a saga do Carnal Forge em busca de seu espaço nas trincheiras do Death/Thrash sueco e querendo seu lugar ao sol nas fileiras mundiais mendigando maior reconhecimento. Desde o seu debut em 1998 que a banda sempre entregou um som 'porrada' bem técnico, mas com pegada firme. Esse bendito debut então, foi uma coisa avassaladora no underground da época, o que acabou levando a banda a assinar com a tradicional gravadora Century Media para lançar seus álbuns seguintes e quando pensava-se que a banda iria estourar de vez, o grupo não conseguiu sair do underground. 

Vimos outras bandas contemporâneas do Carnal Forge crescerem e hoje serem reconhecidas e influentes, como por exemplo o The Haunted e At The Gates, mas o Carnal Forge... nada. Talvez, em algum momento se o Carnal Forge tivesse apostado em algumas canções com mais melodias ou com certo apelo comercial como o Arch Enemy fez, tivesse tido mais holofotes, mas a banda sempre foi mais visceral e extrema que o grupo dos irmãos Amott, embora a sonoridade ainda seja bem semelhante. Semelhança essa que também aponta ser uma banda de irmãos guitarristas (Jari Kuusisto e Petri Kuusisto) tão talentosos quanto Michael Amott e Christopher Amott. 

Verdade seja dita, a banda sempre manteve um nível regular em seus álbuns, tamanha a similaridade de seus discos, não diferenciando muito uns dos outros, mas não ao ponto de serem ruins, pelo contrário, o pau sempre comeu solto e com uma sonoridade cirúrgica. O novo álbum de retorno (Gun to Mouth Salvation - 2019) depois de 12 anos desde o último lançado (Testify For My Victims - 2007) é a prova de que os irmãos Kuusisto ainda tem lenha pra queimar e continuam no mesmo esquema de sempre, sem novidades, mas que continuam entregando um trabalho de respeito, com toda a insanidade de seus discos anteriores. Músicas como "Reforged", "Aftermath", "Endless War", "King Chaos", "The Order" e "Hellride" são provas de que o Carnal Forge ainda tem pique para continuar buscando seu espaço em meio à destruição.

Sample photo

Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


Quer Mais?

Veja as nossas recomendações:

Album Cover

Trivium - The Sin And The Sentence (2017)

Alta nível e complexidade num dos melhores de 2017
4.5
Por: Marcio Alexandre
20/07/2018
Album Cover

King Diamond - Give Me Your Soul...Please (2007)

Implorando pela sua alma
4
Por: André Luiz Paiz
18/02/2019
Album Cover

Demons and Wizards - Demons And Wizards (2000)

Bem Iced Earth com pouco Blind Guardian
3.5
Por: André Luiz Paiz
14/11/2017