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Resenha: Scorpions - In Trance (1975)

Por: André Luiz Paiz

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Encaixando as engrenagens
4.5
28/01/2019

A fase inicial da carreira do Scorpions é indispensável para qualquer fã de boa música. Com “In Trance”, a banda começou a desenhar o estilo que viria a consagrá-la em definitivo. Enquanto este momento não chegava, muita música boa estava sendo produzida por ela.

A parceria com o diretor Dieter Dierks e a inspiração extrema de Uli Jon Roth, fizeram diferença neste terceiro lançamento do grupo. Mais pesado e recheado de hard e blues rock, considero este um dos melhores trabalhos da banda. Klaus Meine seguia em evolução constante, começando também a cravar o seu nome na lista dos maiores vocalistas do estilo. Tudo isso somado à ótima cozinha, a fórmula estava com ingredientes tão bons que jamais poderia ter dado errado.

Começamos com a ótima e eletrizante “Dark Lady”, em que Klaus divide os vocais com Uli. Seu riff de guitarra é tão pegajoso que prende o ouvinte logo de cara. A segunda faixa é a espetacular “In Trance”, com melodia perfeita e extremamente acessível. “Life’s Like A River” é um tributo ao blues rock de extrema qualidade. Uma linda balada. O destaque do ótimo hard rock “Top of the Bill” é Klaus, cantando em tons altos e rasgados. Por fim, encerrando a primeira metade, temos a emocionante “Living and Dying”, também melódica ao extremo e que provoca arrepios.
Começando a segunda metade, “Robot Man” é um ótimo rock também de boa melodia. “Evening Wind” traz mais uma vez o lado melódico e suave em uma balada com destaque novamente para Uli. “Sun in My Hand” é blues puro, também cantado pelo guitarrista. Por fim, encerramos com o ótimo hard rock de “Longing for Fire” e sua melodia deliciosa, em conjunto com a linda balada instrumental “Night Lights”, de Uli.

Sem perder tempo, o Scorpions seguia emplacando um ótimo lançamento após o outro. Reforço que, conhecer este período da discografia do grupo, é mais do que obrigatório.

Encaixando as engrenagens
4.5
28/01/2019

A fase inicial da carreira do Scorpions é indispensável para qualquer fã de boa música. Com “In Trance”, a banda começou a desenhar o estilo que viria a consagrá-la em definitivo. Enquanto este momento não chegava, muita música boa estava sendo produzida por ela.

A parceria com o diretor Dieter Dierks e a inspiração extrema de Uli Jon Roth, fizeram diferença neste terceiro lançamento do grupo. Mais pesado e recheado de hard e blues rock, considero este um dos melhores trabalhos da banda. Klaus Meine seguia em evolução constante, começando também a cravar o seu nome na lista dos maiores vocalistas do estilo. Tudo isso somado à ótima cozinha, a fórmula estava com ingredientes tão bons que jamais poderia ter dado errado.

Começamos com a ótima e eletrizante “Dark Lady”, em que Klaus divide os vocais com Uli. Seu riff de guitarra é tão pegajoso que prende o ouvinte logo de cara. A segunda faixa é a espetacular “In Trance”, com melodia perfeita e extremamente acessível. “Life’s Like A River” é um tributo ao blues rock de extrema qualidade. Uma linda balada. O destaque do ótimo hard rock “Top of the Bill” é Klaus, cantando em tons altos e rasgados. Por fim, encerrando a primeira metade, temos a emocionante “Living and Dying”, também melódica ao extremo e que provoca arrepios.
Começando a segunda metade, “Robot Man” é um ótimo rock também de boa melodia. “Evening Wind” traz mais uma vez o lado melódico e suave em uma balada com destaque novamente para Uli. “Sun in My Hand” é blues puro, também cantado pelo guitarrista. Por fim, encerramos com o ótimo hard rock de “Longing for Fire” e sua melodia deliciosa, em conjunto com a linda balada instrumental “Night Lights”, de Uli.

Sem perder tempo, o Scorpions seguia emplacando um ótimo lançamento após o outro. Reforço que, conhecer este período da discografia do grupo, é mais do que obrigatório.

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Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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