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Resenha: Kiss - Monster (2012)

Por: André Luiz Paiz

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Será este o último?
3.5
28/01/2019

Em 2010, o Kiss manifestou o interesse de lançar um novo álbum após “Sonic Boom”. Já em 2011, começaram a gravação e pré-produção de “Monster”, este que pode vir a ser o último álbum de estúdio da banda.

Com um pacote de 25 músicas prontas para entrar em estúdio, o Kiss seguiu uma linha mais orgânica para a produção deste novo trabalho. Optaram pela utilização de equipamentos analógicos e por trazer aquela sensação de banda em estúdio, tão rara nos tempos atuais. Isso é bem notável nas audições pois, neste sentido, o resultado foi positivo. Também aproveitaram o período de promoção para interagir com os fãs, liberando a arte da capa aos poucos e com entrevistas em rádios e programas de TV.

“Monster” possui uma sonoridade mais pesada do que “Sonic Boom”, mas não supera seu antecessor, que funciona melhor como um todo. Este aqui soa um pouco mais forçado, com o Kiss tentando fazer de novo, algo já feito com maior êxito no passado. As quatro primeiras faixas são ótimas, principalmente “Hell Or Hallelujah”, que é um petardo. “Wall Of Sound” e “Back To The Stone Age”, ambas cantadas por Gene, são pesadas e interessantes. A partir de “Shout Mercy”, o álbum começa a ficar um pouco arrastado, com canções de estruturas similares e sem muita efetividade. Claro que várias delas possuem momentos interessantes, como por exemplo a pesada “The Devil Is Me” e “Outta This World”, esta última cantada e composta por Thayer, e a bônus “Right Here Right Now”, com excelente vocal de Paul.

“Monster” não compromete em nada a carreira do Kiss. Também não figura entre os melhores da banda, mas, convenhamos que isso é algo bem difícil de alcançar. Com a banda entrosada do jeito que está, eu adoraria que lançassem apenas mais um.

Será este o último?
3.5
28/01/2019

Em 2010, o Kiss manifestou o interesse de lançar um novo álbum após “Sonic Boom”. Já em 2011, começaram a gravação e pré-produção de “Monster”, este que pode vir a ser o último álbum de estúdio da banda.

Com um pacote de 25 músicas prontas para entrar em estúdio, o Kiss seguiu uma linha mais orgânica para a produção deste novo trabalho. Optaram pela utilização de equipamentos analógicos e por trazer aquela sensação de banda em estúdio, tão rara nos tempos atuais. Isso é bem notável nas audições pois, neste sentido, o resultado foi positivo. Também aproveitaram o período de promoção para interagir com os fãs, liberando a arte da capa aos poucos e com entrevistas em rádios e programas de TV.

“Monster” possui uma sonoridade mais pesada do que “Sonic Boom”, mas não supera seu antecessor, que funciona melhor como um todo. Este aqui soa um pouco mais forçado, com o Kiss tentando fazer de novo, algo já feito com maior êxito no passado. As quatro primeiras faixas são ótimas, principalmente “Hell Or Hallelujah”, que é um petardo. “Wall Of Sound” e “Back To The Stone Age”, ambas cantadas por Gene, são pesadas e interessantes. A partir de “Shout Mercy”, o álbum começa a ficar um pouco arrastado, com canções de estruturas similares e sem muita efetividade. Claro que várias delas possuem momentos interessantes, como por exemplo a pesada “The Devil Is Me” e “Outta This World”, esta última cantada e composta por Thayer, e a bônus “Right Here Right Now”, com excelente vocal de Paul.

“Monster” não compromete em nada a carreira do Kiss. Também não figura entre os melhores da banda, mas, convenhamos que isso é algo bem difícil de alcançar. Com a banda entrosada do jeito que está, eu adoraria que lançassem apenas mais um.

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Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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