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Resenha: Scorpions - Fly To The Rainbow (1974)

Por: André Luiz Paiz

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Para quem gosta de ir além do hard rock
4.5
11/01/2019

“Fly to the Rainbow” é um registro único da carreira do Scorpions. Primeiro porque viria a ser o último com esta flexibilidade de estilos musicais, já que a banda passaria a explorar mais e mais o hard rock tradicional nos lançamentos futuros. Aqui, é possível identificar o nível de qualidade individual dos membros do grupo, que é espantoso. Junto a isso, canções mais precisas e elaboradas que o álbum debute.

O primeiro destaque que é absolutamente notável na primeira audição é o crescimento de Klaus Meine como vocalista. Além disso, o guitarrista Uli Jon Roth e o baixista Francis Buchholz estão fantásticos. Jürgen Rosenthal e Rudolf Schenker – bateria e guitarra, respectivamente – também não decepcionam.

Este álbum é um mix de tudo o que há de bom no rock. Começo pelas lindas "Fly People Fly" e "Far Away", duas baladas rock com pitadas de blues e com interpretação magnífica de Klaus. “Speedy’s Coming” e “This is My Song” aceleram as coisas em dois momentos de máxima energia. Excelentes!
Para “They Need a Million”, caminhamos para o lado psicodélico ao som do violão flamenco de Uli. Psicodelia que é ainda mais visível em “Drifting Sun”. As faixas contam com Rudolf e Uli nos vocais, respectivamente. Esta última é mais voltada para as guitarras e a cozinha apavora. Por fim, o álbum é finalizado com a épica faixa-título, com Klaus e Uli novamente fazendo a diferença em um clássico de quase dez minutos. Mudanças de andamento e passagens com progressões precisas e adequadas. Muito disso deve-se ao talento de Jürgen Rosenthal, que viria futuramente a se unir ao grupo de rock progressivo Eloy.

Com talento de sobra, o Scorpions seguia firme a sua caminhada rumo ao estrelato.

Para quem gosta de ir além do hard rock
4.5
11/01/2019

“Fly to the Rainbow” é um registro único da carreira do Scorpions. Primeiro porque viria a ser o último com esta flexibilidade de estilos musicais, já que a banda passaria a explorar mais e mais o hard rock tradicional nos lançamentos futuros. Aqui, é possível identificar o nível de qualidade individual dos membros do grupo, que é espantoso. Junto a isso, canções mais precisas e elaboradas que o álbum debute.

O primeiro destaque que é absolutamente notável na primeira audição é o crescimento de Klaus Meine como vocalista. Além disso, o guitarrista Uli Jon Roth e o baixista Francis Buchholz estão fantásticos. Jürgen Rosenthal e Rudolf Schenker – bateria e guitarra, respectivamente – também não decepcionam.

Este álbum é um mix de tudo o que há de bom no rock. Começo pelas lindas "Fly People Fly" e "Far Away", duas baladas rock com pitadas de blues e com interpretação magnífica de Klaus. “Speedy’s Coming” e “This is My Song” aceleram as coisas em dois momentos de máxima energia. Excelentes!
Para “They Need a Million”, caminhamos para o lado psicodélico ao som do violão flamenco de Uli. Psicodelia que é ainda mais visível em “Drifting Sun”. As faixas contam com Rudolf e Uli nos vocais, respectivamente. Esta última é mais voltada para as guitarras e a cozinha apavora. Por fim, o álbum é finalizado com a épica faixa-título, com Klaus e Uli novamente fazendo a diferença em um clássico de quase dez minutos. Mudanças de andamento e passagens com progressões precisas e adequadas. Muito disso deve-se ao talento de Jürgen Rosenthal, que viria futuramente a se unir ao grupo de rock progressivo Eloy.

Com talento de sobra, o Scorpions seguia firme a sua caminhada rumo ao estrelato.

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Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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