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Resenha: Slayer - Christ Illusion (2006)

Por: Fábio Arthur

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Voltando às raízes
5
10/01/2019

O Slayer chegou em 2006 trazendo a vertente que o tornou famoso e agradável aos fãs antigos. O grupo nesse período chegou em um número de vendas e posições bem melhores do que seus discos antecessores. 

A veia Nu Metal e/ou New Metal ainda se fazia presente, mas com o peso e agressividade exibido nos anos 80; ou seja, aquele Thrash Metal vigoroso estava lá.

O disco trouxe vídeos e até mesmo nomeações no Grammy. Se por um lado eles eram agraciados com a mídia, por outro a banda passava por momentos difíceis na questão  formação. Foi aí, que Dave Lombardo voltou ao seu posto. Como diria Kerry King na MTV mais tarde: "Ele está ao lugar qual lhe pertence." 

Para a arte, o grupo trouxe o mesmo artista dos discos de meados de 80, o estilo de pintura caracterizado e rabiscado daria um tom a mais ao repertório. A polêmica arte, trouxe o turbilhão contra os preceitos religiosos e também no que tange a lutas sócio/políticas do Oriente Médio. Na capa, podem ser vistos também alguns do personagens bíblicos entre um rio de sangue; a banda continuava agressiva nesse sentido, inclusive nas letras que, diferentemente de bandas de Black Metal, aqui tinham contextos fortes e bem escritas. A tour foi muito bem recebida e até mesmo no Brasil trouxe um grande público.

"Flesh Storm" é a abertura e traz riffs muito fortes em uma canção muito bem elaborada e pesadona. "Cult", com sua letra perturbadora, é outro ponto positivo. Dando sequência, podemos falar de "Jihad", que começa com a mistura de um novo Slayer para se transformar em uma faixa totalmente agradável aos fãs antigos. "Eyes of Insane", musica de Araya, em que o mesmo se baseou em uma notícia passada na TV, é  cadenciada, mas com bom feeling e letra. "Catatonic" mostra ainda os caminhos ao estilo Nu Metal, mas com a veia do Slayer estampada. Enfim, no mais, as faixas são muito boas e tem sempre algum riff ou aquela velocidade que marcou o grupo por anos.

Esse é por muitos considerado o último grande trabalho da banda.

Voltando às raízes
5
10/01/2019

O Slayer chegou em 2006 trazendo a vertente que o tornou famoso e agradável aos fãs antigos. O grupo nesse período chegou em um número de vendas e posições bem melhores do que seus discos antecessores. 

A veia Nu Metal e/ou New Metal ainda se fazia presente, mas com o peso e agressividade exibido nos anos 80; ou seja, aquele Thrash Metal vigoroso estava lá.

O disco trouxe vídeos e até mesmo nomeações no Grammy. Se por um lado eles eram agraciados com a mídia, por outro a banda passava por momentos difíceis na questão  formação. Foi aí, que Dave Lombardo voltou ao seu posto. Como diria Kerry King na MTV mais tarde: "Ele está ao lugar qual lhe pertence." 

Para a arte, o grupo trouxe o mesmo artista dos discos de meados de 80, o estilo de pintura caracterizado e rabiscado daria um tom a mais ao repertório. A polêmica arte, trouxe o turbilhão contra os preceitos religiosos e também no que tange a lutas sócio/políticas do Oriente Médio. Na capa, podem ser vistos também alguns do personagens bíblicos entre um rio de sangue; a banda continuava agressiva nesse sentido, inclusive nas letras que, diferentemente de bandas de Black Metal, aqui tinham contextos fortes e bem escritas. A tour foi muito bem recebida e até mesmo no Brasil trouxe um grande público.

"Flesh Storm" é a abertura e traz riffs muito fortes em uma canção muito bem elaborada e pesadona. "Cult", com sua letra perturbadora, é outro ponto positivo. Dando sequência, podemos falar de "Jihad", que começa com a mistura de um novo Slayer para se transformar em uma faixa totalmente agradável aos fãs antigos. "Eyes of Insane", musica de Araya, em que o mesmo se baseou em uma notícia passada na TV, é  cadenciada, mas com bom feeling e letra. "Catatonic" mostra ainda os caminhos ao estilo Nu Metal, mas com a veia do Slayer estampada. Enfim, no mais, as faixas são muito boas e tem sempre algum riff ou aquela velocidade que marcou o grupo por anos.

Esse é por muitos considerado o último grande trabalho da banda.

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