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Resenha: Accept - Restless And Wild (1982)

Por: Fábio Arthur

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Um clássico extremamente relevante
5
03/01/2019

O Accept chegou em 1982 com esse álbum de número quatro na sua carreira. As dificuldades ainda estavam vigentes, ou seja, a aceitação com o público, vendas dos discos e dominação de seu nome em vários países. 

Mas com esse mesmo álbum intitulado de "Reastless & Wild", o grupo começaria a ser notícia e envolver os fãs antigos e novos. O trabalho nos traz um peso do metal aliado com faixas ótimas e com as melodias incisivas, misturadas a riffs fenomenais. A banda passou a dar o passo seguinte com esse disco e foi dando sequência, lançando discos muito bons após este petardo. 

A aceitação da mídia especializada ajudou o Accept a conseguir seu êxito no mundo da música e expandir seus horizontes musicais.

Gravado na Alemanha e lançado por três gravadoras diferentes em todo o mundo, o grupo seria aclamado um tempo depois e tocaria nos grandes festivais; além das vendagens dos discos serem acrescidas tanto na Europa quanto na Ásia e América do Norte. Em se tratando de América do Sul, o grupo despontou no Brasil, principalmente entre o ano de 83 até 86. 

Produção muito rica, faixas muito bem elaboradas e uma banda coesa e entrosada, trouxeram a vida um dos maiores discos de Metal Tradicional da historia da música pesada. 

Várias curiosidades sobre o disco podem ser apontadas, como o por exemplo o guitarrista Herman Frank, que está na contra capa do disco, mas não tocou em momento algum, somente ao vivo. Falando em arte de do álbum, a foto com a banda ao vivo foi a escolhida ao invés da que conhecemos hoje, com as guitarras pegando fogo e cruzadas como, por fim, a introdução do disco se faz em um hino utilizado pelos Nacionais Socialistas em uma época pré-Segunda Guerra Mundial.

O disco tem que ser ouvido por inteiro e de certa forma ele nos traz essa vontade de ir até o fim, devido sua qualidade imposta e de obter uma veia totalmente metal em cada trilha exibida. Destaques são para banda toda, que até mesmo influenciou outros grupos ao redor do mundo todo, com seu estilo rasgado e notado dos clichês bem metálicos, mas que aqui se fundem com um bom gosto interminável e fantástico.  Enfim, uma pedrada atrás de outra e lá vem "Fast as a Shark", "Reastless and Wild", "Shake your Hands", "Get ir Ready", "Princess of the Dawn", e assim a banda mostra como se faz um disco clássico de Metal. Ouça no talo!

Um clássico extremamente relevante
5
03/01/2019

O Accept chegou em 1982 com esse álbum de número quatro na sua carreira. As dificuldades ainda estavam vigentes, ou seja, a aceitação com o público, vendas dos discos e dominação de seu nome em vários países. 

Mas com esse mesmo álbum intitulado de "Reastless & Wild", o grupo começaria a ser notícia e envolver os fãs antigos e novos. O trabalho nos traz um peso do metal aliado com faixas ótimas e com as melodias incisivas, misturadas a riffs fenomenais. A banda passou a dar o passo seguinte com esse disco e foi dando sequência, lançando discos muito bons após este petardo. 

A aceitação da mídia especializada ajudou o Accept a conseguir seu êxito no mundo da música e expandir seus horizontes musicais.

Gravado na Alemanha e lançado por três gravadoras diferentes em todo o mundo, o grupo seria aclamado um tempo depois e tocaria nos grandes festivais; além das vendagens dos discos serem acrescidas tanto na Europa quanto na Ásia e América do Norte. Em se tratando de América do Sul, o grupo despontou no Brasil, principalmente entre o ano de 83 até 86. 

Produção muito rica, faixas muito bem elaboradas e uma banda coesa e entrosada, trouxeram a vida um dos maiores discos de Metal Tradicional da historia da música pesada. 

Várias curiosidades sobre o disco podem ser apontadas, como o por exemplo o guitarrista Herman Frank, que está na contra capa do disco, mas não tocou em momento algum, somente ao vivo. Falando em arte de do álbum, a foto com a banda ao vivo foi a escolhida ao invés da que conhecemos hoje, com as guitarras pegando fogo e cruzadas como, por fim, a introdução do disco se faz em um hino utilizado pelos Nacionais Socialistas em uma época pré-Segunda Guerra Mundial.

O disco tem que ser ouvido por inteiro e de certa forma ele nos traz essa vontade de ir até o fim, devido sua qualidade imposta e de obter uma veia totalmente metal em cada trilha exibida. Destaques são para banda toda, que até mesmo influenciou outros grupos ao redor do mundo todo, com seu estilo rasgado e notado dos clichês bem metálicos, mas que aqui se fundem com um bom gosto interminável e fantástico.  Enfim, uma pedrada atrás de outra e lá vem "Fast as a Shark", "Reastless and Wild", "Shake your Hands", "Get ir Ready", "Princess of the Dawn", e assim a banda mostra como se faz um disco clássico de Metal. Ouça no talo!

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