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Resenha: Quiet Riot - Condition Critical (1984)

Por: Fábio Arthur

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Album Cover
Dando sequência
5
18/12/2018

Após o sucesso estrondoso do disco "Metal Health", o Quiet Riot tinha a missão de realizar outro álbum com qualidade idêntica ou até mesmo superior. Mas notadamente para continuar na estrada da fama, o grupo resolveu trabalhar na mesma linha do disco antecessor, o que de certa forma gerou um desconforto entre a mídia e uma boa parcela de fãs. 

Acima de tudo a banda vendeu mais de 3 milhões de cópias de "Condition Critical" e chegou nas paradas americanas em boas posições, porém não foi suficiente para manter o mesmo padrão anterior. 

De mesma forma que outrora, o grupo manteve certos padrões, um exemplo disso foi novamente trabalhar uma cover da banda Slade e também uma outra faixa em homenagem a Randy Rhoads foi criada.

O disco prima por ser não tão pesado e mesmo assim traz momentos bem marcantes, a banda aqui, continua com coro de vozes sublimes, bateria bem marcada e firme, vocais com drives e agudos bem definidos e com riffs fantásticos; além dos arranjos.

A arte trouxe novamente o homem da máscara de metal e assim videos foram lançados para MTV alavancar o grupo e as vendagens.

O Quiet Riot chegou vir ao Brasil um tempo depois, no entanto a expectativa não foi tão bem aceita quando o grupo se apresentou por aqui; infelizmente coisas que acontecem com as bandas e que acabam mudando a direção das coisas dentro do mainstream.

Dentro das boas faixas, podemos destacar a de abertura "Sign of the Time", a cover já citada do Slade, "Mama Weer All Crazy Now", "Party All Night", que tem uma levada preciosa e vocais muito bem elaborados, a pauleira "Stomp your Hands, Clap your Feets", a canção título que é bem pesadona e arrastada "Condition Critical", "Scream and Shout", outra pauleira com direito a gritos em êxtase e guitarras cortantes e o fechamento com "(We Were) Born to Rock".  

Nessa transição toda, a banda talvez tenha perdido algo por seguir uma mesma linha de seu antecessor, ou o peso esperado em uma época recheada de heavy metal faria a diferença como um todo. Na verdade, o disco é bem cuidado, e com certeza marcou uma época, terminando a fase de ouro da banda. 

Dando sequência
5
18/12/2018

Após o sucesso estrondoso do disco "Metal Health", o Quiet Riot tinha a missão de realizar outro álbum com qualidade idêntica ou até mesmo superior. Mas notadamente para continuar na estrada da fama, o grupo resolveu trabalhar na mesma linha do disco antecessor, o que de certa forma gerou um desconforto entre a mídia e uma boa parcela de fãs. 

Acima de tudo a banda vendeu mais de 3 milhões de cópias de "Condition Critical" e chegou nas paradas americanas em boas posições, porém não foi suficiente para manter o mesmo padrão anterior. 

De mesma forma que outrora, o grupo manteve certos padrões, um exemplo disso foi novamente trabalhar uma cover da banda Slade e também uma outra faixa em homenagem a Randy Rhoads foi criada.

O disco prima por ser não tão pesado e mesmo assim traz momentos bem marcantes, a banda aqui, continua com coro de vozes sublimes, bateria bem marcada e firme, vocais com drives e agudos bem definidos e com riffs fantásticos; além dos arranjos.

A arte trouxe novamente o homem da máscara de metal e assim videos foram lançados para MTV alavancar o grupo e as vendagens.

O Quiet Riot chegou vir ao Brasil um tempo depois, no entanto a expectativa não foi tão bem aceita quando o grupo se apresentou por aqui; infelizmente coisas que acontecem com as bandas e que acabam mudando a direção das coisas dentro do mainstream.

Dentro das boas faixas, podemos destacar a de abertura "Sign of the Time", a cover já citada do Slade, "Mama Weer All Crazy Now", "Party All Night", que tem uma levada preciosa e vocais muito bem elaborados, a pauleira "Stomp your Hands, Clap your Feets", a canção título que é bem pesadona e arrastada "Condition Critical", "Scream and Shout", outra pauleira com direito a gritos em êxtase e guitarras cortantes e o fechamento com "(We Were) Born to Rock".  

Nessa transição toda, a banda talvez tenha perdido algo por seguir uma mesma linha de seu antecessor, ou o peso esperado em uma época recheada de heavy metal faria a diferença como um todo. Na verdade, o disco é bem cuidado, e com certeza marcou uma época, terminando a fase de ouro da banda. 

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