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Resenha: Iron Maiden - Dance Of Death (2003)

Por: Fábio Arthur

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Mudando a direção
3
17/12/2018

O Iron Maiden é realmente uma banda fenomenal. Tudo em torno do grupo se faz fantástico e acima de média, mas, no entanto, em certos trabalhos a banda trouxe inovações e mudanças curiosas.  O disco intitulado de "Dance of Death" mostra um som diferenciado e que no entanto foi aceito por muitos e nem tanto por uma parcela de fãs. 

O álbum é o décimo terceiro do grupo, e assim se faz bem diversificado e ainda leva a banda em seu status original ou seja, a marca Maiden está lá inserida nas composições. 

Em termos de temas, a banda realmente manteve seu valor, compondo com maestria as letras e assim ainda mais consolidado do que outrora, mostrando que, em nível de letras, o grupo é realmente muito acima de outras bandas. Os temas variam muito entre Primeira Guerra Mundial, clonagem genéticas, filmes e História Geral. Em outro momento, os arranjos e inovações musicais deram motivos para crítica especializada dizer que a banda tinha um material novo estupendo e surpreendente. 

A arte digitalizada concebida por David Patchett trouxe mudanças, originadas pela própria banda e teve aceitação contrária do esperado, mostrando que o público gostaria de algo mais na linha do passado. Capa à parte, em se tratando de música, o álbum sofreu comparações dos fãs com o mega aclamado "Brave New World", o que seria inevitável, tamanha qualidade do mesmo.

O Maiden, neste álbum, começa a manter uma linha progressiva que seria muito promissora e elevada no disco seguinte, mas realmente aqui, o grupo concebeu música de forma honesta com sua consciência de época e vontades. "Paschandale" nos mostra um heavy pesadão com passagens cadenciadas e momentos mais calmos, assim levando aquele já citado progressivo nas suas linhas. "Dance of Death" é realmente uma peça muito bem elaborada e assim chega coroando o disco como uma das preferidas. Em outros momentos, o acústico "Journeyman", em que Harris novamente utiliza seu baixo eletro/acústico, termina o disco de forma bem diferenciada. O disco passa então por outros tantos bons momentos e em outros parece realmente uma banda bem diferente dos discos anteriores, caso de "Face in the Sand'', que tem até mesmo bumbos duplos elaborados por Nicko McBrain de forma muito eficaz. 

Esse disco fica marcado como um material que também divide algumas opiniões e que nos traz música de qualidade com momentos curiosos. Up The Irons!

Mudando a direção
3
17/12/2018

O Iron Maiden é realmente uma banda fenomenal. Tudo em torno do grupo se faz fantástico e acima de média, mas, no entanto, em certos trabalhos a banda trouxe inovações e mudanças curiosas.  O disco intitulado de "Dance of Death" mostra um som diferenciado e que no entanto foi aceito por muitos e nem tanto por uma parcela de fãs. 

O álbum é o décimo terceiro do grupo, e assim se faz bem diversificado e ainda leva a banda em seu status original ou seja, a marca Maiden está lá inserida nas composições. 

Em termos de temas, a banda realmente manteve seu valor, compondo com maestria as letras e assim ainda mais consolidado do que outrora, mostrando que, em nível de letras, o grupo é realmente muito acima de outras bandas. Os temas variam muito entre Primeira Guerra Mundial, clonagem genéticas, filmes e História Geral. Em outro momento, os arranjos e inovações musicais deram motivos para crítica especializada dizer que a banda tinha um material novo estupendo e surpreendente. 

A arte digitalizada concebida por David Patchett trouxe mudanças, originadas pela própria banda e teve aceitação contrária do esperado, mostrando que o público gostaria de algo mais na linha do passado. Capa à parte, em se tratando de música, o álbum sofreu comparações dos fãs com o mega aclamado "Brave New World", o que seria inevitável, tamanha qualidade do mesmo.

O Maiden, neste álbum, começa a manter uma linha progressiva que seria muito promissora e elevada no disco seguinte, mas realmente aqui, o grupo concebeu música de forma honesta com sua consciência de época e vontades. "Paschandale" nos mostra um heavy pesadão com passagens cadenciadas e momentos mais calmos, assim levando aquele já citado progressivo nas suas linhas. "Dance of Death" é realmente uma peça muito bem elaborada e assim chega coroando o disco como uma das preferidas. Em outros momentos, o acústico "Journeyman", em que Harris novamente utiliza seu baixo eletro/acústico, termina o disco de forma bem diferenciada. O disco passa então por outros tantos bons momentos e em outros parece realmente uma banda bem diferente dos discos anteriores, caso de "Face in the Sand'', que tem até mesmo bumbos duplos elaborados por Nicko McBrain de forma muito eficaz. 

Esse disco fica marcado como um material que também divide algumas opiniões e que nos traz música de qualidade com momentos curiosos. Up The Irons!

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