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Resenha: Scorpions - Lonesome Crow (1972)

Por: André Luiz Paiz

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O início que poderia ter sido o fim
3.5
17/12/2018

O disco de estreia do fantástico grupo alemão Scorpions pode ser considerado como uma pedra preciosa. Sim, é totalmente diferente do que o grupo viria a fazer no futuro e que também os levaria ao sucesso, mas é um trabalho de qualidade ímpar. Um disco voltado quase exclusivamente para o instrumental, com influências psicodélicas das bandas dos inícios dos anos 70, principalmente de Led Zeppelin.

A formação deste trabalho inicial contava com ambos irmãos Schenker - Rudolph e Michael - nas guitarras, Klaus Meine no vocal, Wolfgang Dziony na batera e Lothar Heimberg no baixo. Nesta época, Michael era um menino prodígio, com apenas dezesseis anos e demonstrando uma capacidade incrível. Um line-up de respeito, com Lothar aplicando linhas de baixo fantásticas sobre as ótimas passagens de guitarra e bateria. Klaus ainda estava aperfeiçoando o seu inglês e aparece pouco, mas o suficiente para demonstrar a sua potência vocal.

A banda conseguiu certo destaque ao abrir para o UFO em uma turnê pela Alemanha, o que acabou culminando na saída de Michael para o grupo, vindo a registrar com eles alguns dos seus álbuns clássicos. Para seu lugar, o líder de um grupo chamado Dawn Road de nome Uli Jon Roth foi chamado, mas ele não aceitou. Assim, o Scorpions deixou de existir, até que, Uli procurou Rudolph e juntos decidiram recrutar Klaus para os vocais e adotar novamente o nome Scorpions, usando esta marca já um pouco conhecida para tentar algum sucesso. Nascia assim uma nova banda. Um novo Scorpions, formado pelos quatro membros do Dawn Road: Uli Jon Roth, Francis Buchholz, Achim Kirschning e Jürgen Rosenthal, na companhia de Rudolf e Klaus. 

Faixas de destaque: a bela melodia de “Leave Me”, “I’m Going Mad” e as jazzísticas “Action” e “It All Depends”.

O início que poderia ter sido o fim
3.5
17/12/2018

O disco de estreia do fantástico grupo alemão Scorpions pode ser considerado como uma pedra preciosa. Sim, é totalmente diferente do que o grupo viria a fazer no futuro e que também os levaria ao sucesso, mas é um trabalho de qualidade ímpar. Um disco voltado quase exclusivamente para o instrumental, com influências psicodélicas das bandas dos inícios dos anos 70, principalmente de Led Zeppelin.

A formação deste trabalho inicial contava com ambos irmãos Schenker - Rudolph e Michael - nas guitarras, Klaus Meine no vocal, Wolfgang Dziony na batera e Lothar Heimberg no baixo. Nesta época, Michael era um menino prodígio, com apenas dezesseis anos e demonstrando uma capacidade incrível. Um line-up de respeito, com Lothar aplicando linhas de baixo fantásticas sobre as ótimas passagens de guitarra e bateria. Klaus ainda estava aperfeiçoando o seu inglês e aparece pouco, mas o suficiente para demonstrar a sua potência vocal.

A banda conseguiu certo destaque ao abrir para o UFO em uma turnê pela Alemanha, o que acabou culminando na saída de Michael para o grupo, vindo a registrar com eles alguns dos seus álbuns clássicos. Para seu lugar, o líder de um grupo chamado Dawn Road de nome Uli Jon Roth foi chamado, mas ele não aceitou. Assim, o Scorpions deixou de existir, até que, Uli procurou Rudolph e juntos decidiram recrutar Klaus para os vocais e adotar novamente o nome Scorpions, usando esta marca já um pouco conhecida para tentar algum sucesso. Nascia assim uma nova banda. Um novo Scorpions, formado pelos quatro membros do Dawn Road: Uli Jon Roth, Francis Buchholz, Achim Kirschning e Jürgen Rosenthal, na companhia de Rudolf e Klaus. 

Faixas de destaque: a bela melodia de “Leave Me”, “I’m Going Mad” e as jazzísticas “Action” e “It All Depends”.

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