Bem-vindo ao 80 Minutos

Nós amamos música e adoramos compartilhar nossas avaliações sobre os álbuns de nossas bandas favoritas.

Resenha: Scorpions - Lonesome Crow (1972)

Por: André Luiz Paiz

Acessos: 78

Compartilhar:

Facebook Twitter Google +
User Photo
Album Cover
O início que poderia ter sido o fim
3.5
17/12/2018

O disco de estreia do fantástico grupo alemão Scorpions pode ser considerado como uma pedra preciosa. Sim, é totalmente diferente do que o grupo viria a fazer no futuro e que também os levaria ao sucesso, mas é um trabalho de qualidade ímpar. Um disco voltado quase exclusivamente para o instrumental, com influências psicodélicas das bandas dos inícios dos anos 70, principalmente de Led Zeppelin.

A formação deste trabalho inicial contava com ambos irmãos Schenker - Rudolph e Michael - nas guitarras, Klaus Meine no vocal, Wolfgang Dziony na batera e Lothar Heimberg no baixo. Nesta época, Michael era um menino prodígio, com apenas dezesseis anos e demonstrando uma capacidade incrível. Um line-up de respeito, com Lothar aplicando linhas de baixo fantásticas sobre as ótimas passagens de guitarra e bateria. Klaus ainda estava aperfeiçoando o seu inglês e aparece pouco, mas o suficiente para demonstrar a sua potência vocal.

A banda conseguiu certo destaque ao abrir para o UFO em uma turnê pela Alemanha, o que acabou culminando na saída de Michael para o grupo, vindo a registrar com eles alguns dos seus álbuns clássicos. Para seu lugar, o líder de um grupo chamado Dawn Road de nome Uli Jon Roth foi chamado, mas ele não aceitou. Assim, o Scorpions deixou de existir, até que, Uli procurou Rudolph e juntos decidiram recrutar Klaus para os vocais e adotar novamente o nome Scorpions, usando esta marca já um pouco conhecida para tentar algum sucesso. Nascia assim uma nova banda. Um novo Scorpions, formado pelos quatro membros do Dawn Road: Uli Jon Roth, Francis Buchholz, Achim Kirschning e Jürgen Rosenthal, na companhia de Rudolf e Klaus. 

Faixas de destaque: a bela melodia de “Leave Me”, “I’m Going Mad” e as jazzísticas “Action” e “It All Depends”.

O início que poderia ter sido o fim
3.5
17/12/2018

O disco de estreia do fantástico grupo alemão Scorpions pode ser considerado como uma pedra preciosa. Sim, é totalmente diferente do que o grupo viria a fazer no futuro e que também os levaria ao sucesso, mas é um trabalho de qualidade ímpar. Um disco voltado quase exclusivamente para o instrumental, com influências psicodélicas das bandas dos inícios dos anos 70, principalmente de Led Zeppelin.

A formação deste trabalho inicial contava com ambos irmãos Schenker - Rudolph e Michael - nas guitarras, Klaus Meine no vocal, Wolfgang Dziony na batera e Lothar Heimberg no baixo. Nesta época, Michael era um menino prodígio, com apenas dezesseis anos e demonstrando uma capacidade incrível. Um line-up de respeito, com Lothar aplicando linhas de baixo fantásticas sobre as ótimas passagens de guitarra e bateria. Klaus ainda estava aperfeiçoando o seu inglês e aparece pouco, mas o suficiente para demonstrar a sua potência vocal.

A banda conseguiu certo destaque ao abrir para o UFO em uma turnê pela Alemanha, o que acabou culminando na saída de Michael para o grupo, vindo a registrar com eles alguns dos seus álbuns clássicos. Para seu lugar, o líder de um grupo chamado Dawn Road de nome Uli Jon Roth foi chamado, mas ele não aceitou. Assim, o Scorpions deixou de existir, até que, Uli procurou Rudolph e juntos decidiram recrutar Klaus para os vocais e adotar novamente o nome Scorpions, usando esta marca já um pouco conhecida para tentar algum sucesso. Nascia assim uma nova banda. Um novo Scorpions, formado pelos quatro membros do Dawn Road: Uli Jon Roth, Francis Buchholz, Achim Kirschning e Jürgen Rosenthal, na companhia de Rudolf e Klaus. 

Faixas de destaque: a bela melodia de “Leave Me”, “I’m Going Mad” e as jazzísticas “Action” e “It All Depends”.

Sample photo

Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


Mais Resenhas de Scorpions

Album Cover

Scorpions - Eye II Eye (1999)

Chutando o balde e quebrando o pé!
1.5
Por: Marcel Z. Dio
17/12/2018
Album Cover

Scorpions - Lovedrive (1979)

Hard'n'Heavy cada vez mais afiado!
3.5
Por: Vitor Sobreira
15/10/2018
Album Cover

Scorpions - Taken By Force (1977)

Entre as melodias e o metal pesado
4.5
Por: Fábio Arthur
29/11/2018

Quer Mais?

Veja as nossas recomendações:

Album Cover

Kiss - Monster (2012)

Será este o último?
3.5
Por: André Luiz Paiz
28/01/2019
Album Cover

Alter Bridge - The Last Hero (2016)

Mostrando que não é só um nome na cena
5
Por: Marcio Machado
11/02/2019
Album Cover

Kiss - Destroyer (1976)

O primeiro tiro de canhão do Kiss
5
Por: André Luiz Paiz
03/04/2018