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Resenha: Axel Rudi Pell - Wild Obsession (1989)

Por: André Luiz Paiz

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A estreia de um dos maiores grupos do hard rock alemão
4
17/12/2018

Após uma breve carreira com o grupo Steeler, o guitarrista Axel Rudi Pell queria seguir o seu próprio caminho, fazendo as coisas do seu jeito. Totalmente focado no hard rock clássico, influenciado principalmente por grupos como Scorpions, Dokken e Whitesnake, lançou seu primeiro álbum em 1989, chamado “Wild Obsession”.

Aqui, é possível identificar várias características que seriam lapidadas em grandes álbuns lançados pelo grupo, que completará trinta anos de carreira no ano que vem. As músicas alternam entre momentos mais rápidos, como: “Wild Cat” e “Call Her Princess”, em que ambas chegam próximas ao som de grupos como Saxon e Judas Priest. Já as demais, trazem um equilíbrio fantástico, com músicas de melodias acessíveis e, ao mesmo tempo, fiéis ao hard rock. Nesta linha, “Call Of The Wild Dogs”, “Slave Of Love” e “Snake Eyes” encaixam muito bem. Já “Cold As Ice” e “Hear You Calling Me” são os hits do álbum e servem como um ótimo cartão de visitas.
Além das faixas já citadas, temos a balada “Broken Heart”, que é muito boa, mas não se compara com as demais que seriam lançadas mais adiante e se tornariam uma das marcas registradas de Axel. A épica “(Don't Trust The) Promised Dreams” também não compromete, mas poderia ser mais otimizada e melhor estruturada. Outro fator que também será muito aprimorado mais adiante em sua discografia.

Vale destacar também a ótima participação do baterista Jörg Michael (ex-Saxon e ex-Stratovarius), além do vocalista Charlie Huhn que, apesar de fazer bem o seu papel, acabou sendo substituído pelo fenomenal Rob Rock para o próximo álbum. Charlie segurou bem nos drives e agudos, mas realmente ficou um pouco deslocado, parecendo que o grupo precisava realmente de um upgrade neste quesito.

Se você só conhece a discografia de Axel Rudi Pell pelos álbuns com Johnny Gioeli ou Jeff Scott Soto, este não é um álbum que os supera, mas vale a conferência. Novos fãs também poderão degustar de ótimos momentos neste trabalho.

A estreia de um dos maiores grupos do hard rock alemão
4
17/12/2018

Após uma breve carreira com o grupo Steeler, o guitarrista Axel Rudi Pell queria seguir o seu próprio caminho, fazendo as coisas do seu jeito. Totalmente focado no hard rock clássico, influenciado principalmente por grupos como Scorpions, Dokken e Whitesnake, lançou seu primeiro álbum em 1989, chamado “Wild Obsession”.

Aqui, é possível identificar várias características que seriam lapidadas em grandes álbuns lançados pelo grupo, que completará trinta anos de carreira no ano que vem. As músicas alternam entre momentos mais rápidos, como: “Wild Cat” e “Call Her Princess”, em que ambas chegam próximas ao som de grupos como Saxon e Judas Priest. Já as demais, trazem um equilíbrio fantástico, com músicas de melodias acessíveis e, ao mesmo tempo, fiéis ao hard rock. Nesta linha, “Call Of The Wild Dogs”, “Slave Of Love” e “Snake Eyes” encaixam muito bem. Já “Cold As Ice” e “Hear You Calling Me” são os hits do álbum e servem como um ótimo cartão de visitas.
Além das faixas já citadas, temos a balada “Broken Heart”, que é muito boa, mas não se compara com as demais que seriam lançadas mais adiante e se tornariam uma das marcas registradas de Axel. A épica “(Don't Trust The) Promised Dreams” também não compromete, mas poderia ser mais otimizada e melhor estruturada. Outro fator que também será muito aprimorado mais adiante em sua discografia.

Vale destacar também a ótima participação do baterista Jörg Michael (ex-Saxon e ex-Stratovarius), além do vocalista Charlie Huhn que, apesar de fazer bem o seu papel, acabou sendo substituído pelo fenomenal Rob Rock para o próximo álbum. Charlie segurou bem nos drives e agudos, mas realmente ficou um pouco deslocado, parecendo que o grupo precisava realmente de um upgrade neste quesito.

Se você só conhece a discografia de Axel Rudi Pell pelos álbuns com Johnny Gioeli ou Jeff Scott Soto, este não é um álbum que os supera, mas vale a conferência. Novos fãs também poderão degustar de ótimos momentos neste trabalho.

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Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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