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Resenha: Iron Maiden - A Matter Of Life And Death (2006)

Por: Fábio Arthur

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Album Cover
Progressivo aliado com o peso
5
13/12/2018

Depois de um novo auge com a volta de Dickinson e Smith e de um disco muito bem elaborado, "Brave New World", o Iron Maiden trouxe seus fãs antigos de volta consigo. Um tempo depois ao lançarem "Dance of Death" a banda manteria uma certa atração e de alguma forma, preparava o caminho para um som mais aprofundado no progressivo.

Em comparação ao Maiden dos anos oitenta e das mudanças para os noventa, o grupo, novamente se reinventou. Ainda por certo, sendo o Maiden - isso pelos detalhes contidos nas canções - e assim fariam seu caminho calcado na veia dos grupos que influenciaram Steve Harris nos anos setenta.

Sendo que esse "A Matter of Life and Death" marca o terceiro disco com a formação desde a volta dos antigos componentes, o Iron Maiden trouxe algo meio conceitual, as letras primam por religião e guerra. Tanto que na ilustração de arte Tim Bradstreet remete o mascote Eddie em um campo de batalha na Segunda Guerra Mundial. 

A divulgação do disco foi feita pela EMI e Sanctuary e nos concertos a banda tocou todas as faixas do disco mais algumas mais antigas; isso gerou desconforto com alguns fãs.

Com a duração de mais de 1 hora o Maiden traz faixas longas, mudanças de andamentos e muitos solos, mas desta feita tudo em muito bom gosto; principalmente nas linhas dos arranjos e riffs.

Kevin Shirley e Harris acertaram na produção e trouxeram um som mais com peso, bem na linha heavy mesmo. Enquanto alguns amam esse disco, outros acham muito enjoativo e assim cada qual tem uma visão sobre o mesmo. 

"These Colours Don't Run", "Bringer Than a Thousand Suns","The Longest Day", "The Reincarnation of Benjamin Breeg", "For the Greater Good of God" e "The Legacy" são faixas bem na linha progressiva com nuances do metal e alternâncias de andamentos. A banda toda soa bem aqui e Dickinson transita entre o tom mais baixo e agudos incisivos. 

Poderia ser que o Maiden mudasse sua vertente ao passado dos anos oitenta mas realmente vemos uma banda indo em uma direção mais profunda e temas longos.

Progressivo aliado com o peso
5
13/12/2018

Depois de um novo auge com a volta de Dickinson e Smith e de um disco muito bem elaborado, "Brave New World", o Iron Maiden trouxe seus fãs antigos de volta consigo. Um tempo depois ao lançarem "Dance of Death" a banda manteria uma certa atração e de alguma forma, preparava o caminho para um som mais aprofundado no progressivo.

Em comparação ao Maiden dos anos oitenta e das mudanças para os noventa, o grupo, novamente se reinventou. Ainda por certo, sendo o Maiden - isso pelos detalhes contidos nas canções - e assim fariam seu caminho calcado na veia dos grupos que influenciaram Steve Harris nos anos setenta.

Sendo que esse "A Matter of Life and Death" marca o terceiro disco com a formação desde a volta dos antigos componentes, o Iron Maiden trouxe algo meio conceitual, as letras primam por religião e guerra. Tanto que na ilustração de arte Tim Bradstreet remete o mascote Eddie em um campo de batalha na Segunda Guerra Mundial. 

A divulgação do disco foi feita pela EMI e Sanctuary e nos concertos a banda tocou todas as faixas do disco mais algumas mais antigas; isso gerou desconforto com alguns fãs.

Com a duração de mais de 1 hora o Maiden traz faixas longas, mudanças de andamentos e muitos solos, mas desta feita tudo em muito bom gosto; principalmente nas linhas dos arranjos e riffs.

Kevin Shirley e Harris acertaram na produção e trouxeram um som mais com peso, bem na linha heavy mesmo. Enquanto alguns amam esse disco, outros acham muito enjoativo e assim cada qual tem uma visão sobre o mesmo. 

"These Colours Don't Run", "Bringer Than a Thousand Suns","The Longest Day", "The Reincarnation of Benjamin Breeg", "For the Greater Good of God" e "The Legacy" são faixas bem na linha progressiva com nuances do metal e alternâncias de andamentos. A banda toda soa bem aqui e Dickinson transita entre o tom mais baixo e agudos incisivos. 

Poderia ser que o Maiden mudasse sua vertente ao passado dos anos oitenta mas realmente vemos uma banda indo em uma direção mais profunda e temas longos.

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Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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