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Resenha: Secret Sphere - Portrait Of A Dying Heart (2012)

Por: João Paulo

Acessos: 57

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O Retrato de Um Coração Moribundo, com uma trilha sonora poderosa e marcante!
5
05/11/2018

"Portrait Of a Dying Heart" foi um dos melhores discos que conheci em 2013. Embora ele tenha sido lançado em 2012, só tive conhecimento em 2013, quando em uma fila do show da última passagem da banda Vision Divine, em São Paulo, um cara que conheci ali mesmo, naquela fila, estava me falando sobre a entrada de Michelle Luppi (ex-vocalista da Vision Divine) na Secret Sphere, e eu como um grande fã de Michelle Luppi, no dia seguinte tive que procurar frutos dessa novidade, não poderia deixar passar batido. 

"Portrait Of a Dying Heart" é o primeiro disco da Secret Sphere com Luppi nos vocais, visto que Roberto Messina havia deixado o posto de vocalista justamente durante o período de gravação do mesmo. Quem conhece um pouco da capacidade de Michelle Luppi, sabe que o cara é um dos grandes fenômenos vocais da Itália, atualmente falando, é um destaque sendo backing vocal e tecladista da banda, Whitesnake. 

Pegue as melhores coisas que Luppi registrou ao lado da Vision Divine, mais especificamente, do álbum "Stream of Consciouness", juntamente com elementos passados dos trabalhos da Secret Sphere, e que deu um excelente resultado aqui. 

"Portrait Of a Dying Heart" é um álbum conceitual baseado em uma história de amor sobre nosso personagem principal sonhando com uma pessoa desconhecida. Embora a premissa não pareça tão empolgante, o álbum tem uma trilha sonora épica que acompanha a progressão de um coração vibrante. É principalmente a velocidade e técnica da banda que infunde a história com energia; os riffs pesados, solos de guitarra e teclado impressionantes, e peças de piano estonteantes, vários refrões grudentos, uma atmosfera incrível, e embora seja o mais do mesmo, mais uma banda, e mais um álbum de power metal progressivo neoclássico, é um trabalho que se eu escutar pela manhã, eu vou passar o dia todo com as músicas na cabeça.

O disco inicia com a faixa título, instrumental, e que já apresenta muita coisa no que se trata da cozinha como um todo, já emendando com a faixa "X" que é poderosa e rápida, e já apresenta Luppi fazendo o que ele faz de melhor. "Wish & Steadiness" se inicia lenta com teclados, dando abertura para elementos orquestrados, até o clímax de velocidade e técnica da banda, aqui é um dos casos de refrão que gruda. "Union" é a primeira balada do disco, e eu, particularmente, gosto demais, é aquela baladinha gostosa, letra melosa, mas que traz um contraste agradável no meio da "powerzera" toda, destaco aqui os backing vocals do ex-guitarrista, Marco Pastorino, aliás, durante todo o álbum tem vários momentos de destaque dos backing vocals dele, que agregaram muito as vozes de Luppi. Uma pena que ele saiu da banda. A pancadaria melódica continua em "The Fall" e "Healing", a última sendo uma das minhas favoritas do disco. "Lie To Me" foi a faixa de divulgação desse disco, a única que contém videoclipe, e que tem uma ótima pegada, refrão marcante, e performance memorável de Luppi. "Secrets Fear" é velocidade pura, principalmente da parte do baterista, mais um refrão marcante e destaque para os teclados. "The Rising of Love" e "Eternity" são duas baladas que fecham o disco, e com um desempenho espetacular de Michele Luppi, aqui é aquele momento que o cara mostra, ainda mais, que manja mesmo de agudos. 

Observei muitos reclamando do excesso de baladas nesse disco, mas eu acho que foi justamente o que trouxe um perfeito equilíbrio para o trabalho, não o deixando enjoativo. Nada novo no mundo do power melódico, mas, mais uma daquelas obras redondinhas. 

Entrada triunfal de Luppi na Secret Sphere!   

O Retrato de Um Coração Moribundo, com uma trilha sonora poderosa e marcante!
5
05/11/2018

"Portrait Of a Dying Heart" foi um dos melhores discos que conheci em 2013. Embora ele tenha sido lançado em 2012, só tive conhecimento em 2013, quando em uma fila do show da última passagem da banda Vision Divine, em São Paulo, um cara que conheci ali mesmo, naquela fila, estava me falando sobre a entrada de Michelle Luppi (ex-vocalista da Vision Divine) na Secret Sphere, e eu como um grande fã de Michelle Luppi, no dia seguinte tive que procurar frutos dessa novidade, não poderia deixar passar batido. 

"Portrait Of a Dying Heart" é o primeiro disco da Secret Sphere com Luppi nos vocais, visto que Roberto Messina havia deixado o posto de vocalista justamente durante o período de gravação do mesmo. Quem conhece um pouco da capacidade de Michelle Luppi, sabe que o cara é um dos grandes fenômenos vocais da Itália, atualmente falando, é um destaque sendo backing vocal e tecladista da banda, Whitesnake. 

Pegue as melhores coisas que Luppi registrou ao lado da Vision Divine, mais especificamente, do álbum "Stream of Consciouness", juntamente com elementos passados dos trabalhos da Secret Sphere, e que deu um excelente resultado aqui. 

"Portrait Of a Dying Heart" é um álbum conceitual baseado em uma história de amor sobre nosso personagem principal sonhando com uma pessoa desconhecida. Embora a premissa não pareça tão empolgante, o álbum tem uma trilha sonora épica que acompanha a progressão de um coração vibrante. É principalmente a velocidade e técnica da banda que infunde a história com energia; os riffs pesados, solos de guitarra e teclado impressionantes, e peças de piano estonteantes, vários refrões grudentos, uma atmosfera incrível, e embora seja o mais do mesmo, mais uma banda, e mais um álbum de power metal progressivo neoclássico, é um trabalho que se eu escutar pela manhã, eu vou passar o dia todo com as músicas na cabeça.

O disco inicia com a faixa título, instrumental, e que já apresenta muita coisa no que se trata da cozinha como um todo, já emendando com a faixa "X" que é poderosa e rápida, e já apresenta Luppi fazendo o que ele faz de melhor. "Wish & Steadiness" se inicia lenta com teclados, dando abertura para elementos orquestrados, até o clímax de velocidade e técnica da banda, aqui é um dos casos de refrão que gruda. "Union" é a primeira balada do disco, e eu, particularmente, gosto demais, é aquela baladinha gostosa, letra melosa, mas que traz um contraste agradável no meio da "powerzera" toda, destaco aqui os backing vocals do ex-guitarrista, Marco Pastorino, aliás, durante todo o álbum tem vários momentos de destaque dos backing vocals dele, que agregaram muito as vozes de Luppi. Uma pena que ele saiu da banda. A pancadaria melódica continua em "The Fall" e "Healing", a última sendo uma das minhas favoritas do disco. "Lie To Me" foi a faixa de divulgação desse disco, a única que contém videoclipe, e que tem uma ótima pegada, refrão marcante, e performance memorável de Luppi. "Secrets Fear" é velocidade pura, principalmente da parte do baterista, mais um refrão marcante e destaque para os teclados. "The Rising of Love" e "Eternity" são duas baladas que fecham o disco, e com um desempenho espetacular de Michele Luppi, aqui é aquele momento que o cara mostra, ainda mais, que manja mesmo de agudos. 

Observei muitos reclamando do excesso de baladas nesse disco, mas eu acho que foi justamente o que trouxe um perfeito equilíbrio para o trabalho, não o deixando enjoativo. Nada novo no mundo do power melódico, mas, mais uma daquelas obras redondinhas. 

Entrada triunfal de Luppi na Secret Sphere!   

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