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Resenha: AC/DC - Flick Of The Switch (1983)

Por: Fábio Arthur

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Tentando se manter no topo
3
28/10/2018

Quando se lança bons álbuns em sequência, não é tarefa fácil seguir o mesmo caminho. Em se tratando do AC/DC, o grupo australiano vinha de dois discos clássicos e com composições acima de média. O fato é que "Flick of the Switch" é tido por fãs e crítica como um álbum de menor expressão na discografia da banda.

O som aqui é pesado e marcado por um vocal regado em drives fortes e agudos de Brian, ao mesmo tempo, algumas canções são simplesmente comuns perto do que outrora o grupo havia desempenhado entre 80 e 81.

Não resta dúvida que, ainda assim, o AC/DC consegue cativar seus fãs com inúmeras músicas e ainda chamar a atenção devido ao peso dos riffs de tal forma que muito do álbum agrada de primeira. 

Phil Rudd, em seu última gravação na época com o grupo, manteve um nível bem direcionado, acompanhando de forma centrada as composições do long play. O disco tem uma vertente que varia entre músicas ágeis e outras mais cadenciadas .

Com vários singles lançados e ficando no quarto lugar no Reino Unido, o grupo seguiu firme em turnê, mas com Simon Wright (ex-Dio) bateria e que gravaria alguns discos futuros da banda. Também dois anos após o lançamento do álbum, o AC/DC faria ainda mais um concerto da turnê, mais precisamente em 1985 no Rock in Rio I, que seria a primeira vinda do grupo ao país. 

E se formos analisar as melhores obras do disco, temos aqui "Rising Power", "This House is on Fire", a faixa-título "Flick of the Switch", "Nervous Shakdown", "Guns for Hire", um dos melhores momentos do álbum, e "Deep in the Hole".  

A impressão que se tem é que a banda tentava manter o mesmo nível e estilo fincado desde a entrada de Brian no vocal, mas acompanhando o peso inserido pelo heavy metal dos anos 80 em todos os grupos, só que aqui com a pegada clássica do AC/DC. Mas a falta de canções mais trabalhadas, deu margem em uma espécie de repetições e/ou riffs menos empolgantes. No entanto, não se pode desprezar esse disco e sim entender que, mesmo não sendo um álbum de primeira, ainda assim é uma obra do AC/DC em  muitos aspectos. 

Tentando se manter no topo
3
28/10/2018

Quando se lança bons álbuns em sequência, não é tarefa fácil seguir o mesmo caminho. Em se tratando do AC/DC, o grupo australiano vinha de dois discos clássicos e com composições acima de média. O fato é que "Flick of the Switch" é tido por fãs e crítica como um álbum de menor expressão na discografia da banda.

O som aqui é pesado e marcado por um vocal regado em drives fortes e agudos de Brian, ao mesmo tempo, algumas canções são simplesmente comuns perto do que outrora o grupo havia desempenhado entre 80 e 81.

Não resta dúvida que, ainda assim, o AC/DC consegue cativar seus fãs com inúmeras músicas e ainda chamar a atenção devido ao peso dos riffs de tal forma que muito do álbum agrada de primeira. 

Phil Rudd, em seu última gravação na época com o grupo, manteve um nível bem direcionado, acompanhando de forma centrada as composições do long play. O disco tem uma vertente que varia entre músicas ágeis e outras mais cadenciadas .

Com vários singles lançados e ficando no quarto lugar no Reino Unido, o grupo seguiu firme em turnê, mas com Simon Wright (ex-Dio) bateria e que gravaria alguns discos futuros da banda. Também dois anos após o lançamento do álbum, o AC/DC faria ainda mais um concerto da turnê, mais precisamente em 1985 no Rock in Rio I, que seria a primeira vinda do grupo ao país. 

E se formos analisar as melhores obras do disco, temos aqui "Rising Power", "This House is on Fire", a faixa-título "Flick of the Switch", "Nervous Shakdown", "Guns for Hire", um dos melhores momentos do álbum, e "Deep in the Hole".  

A impressão que se tem é que a banda tentava manter o mesmo nível e estilo fincado desde a entrada de Brian no vocal, mas acompanhando o peso inserido pelo heavy metal dos anos 80 em todos os grupos, só que aqui com a pegada clássica do AC/DC. Mas a falta de canções mais trabalhadas, deu margem em uma espécie de repetições e/ou riffs menos empolgantes. No entanto, não se pode desprezar esse disco e sim entender que, mesmo não sendo um álbum de primeira, ainda assim é uma obra do AC/DC em  muitos aspectos. 

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