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Resenha: King Diamond - Voodoo (1998)

Por: André Luiz Paiz

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Album Cover
Falta inspiração em “Voodoo”
3
25/10/2018

Apesar da bela capa – criação do talentoso Kristian Wåhlin – e do bom enredo, do início da carreira de King Diamond até o momento em questão, “Voodoo” foi o que menos me impressionou. Talvez a troca de baterista e guitarrista tenha influenciado no “punch” que faltou aqui. Além disso, mais uma vez a produção deixou a desejar. 

A história de “Voodoo” ocorre em 1932, quando a família Lafayette mudam para uma antiga casa construída ao lado de um cemitério vodu, próximos ao Rio Mississipi. Temos os personagens principais Sarah (que está grávida), David e o avô. A casa possui um servo chamado Salem, que está envolvido em rituais vodus realizados neste cemitério na companhia de mais algumas pessoas.
Os barulhos originados por tambores vodu no terreno ao lado estão incomodando os novos moradores. Através de uma reunião com Salem, eles manifestam a vontade de destruir o cemitério. Salem reporta esta informação à sua turma, que decide que a família deve morrer.
Após alguns atendados de Salem, o avô e David ficam doentes e Sarah acaba possuída por um espírito vodu. Um exorcista é chamado para tentar resolver o problema, mas não consegue.
Assim, a situação segue se agravando, até que chega ao desfecho, que mais uma vez vale a sua conferência.

Musicalmente falando, falta um pouco de energia na composição dos refrãos e melodias, sendo que não há aquela pitada extra que prende o ouvinte. São poucas exceções, já que “'LOA' House” e “Cross Of Baron Samedi” são muito boas. Também gosto bastante de “One Down Two To Go” e “The Exorcist” e “A Secret”. Ouvir o álbum todo acompanhando as letras também é de grande valia para absorver a atmosfera ao redor das músicas. Outro destaque fica também para a faixa-título, por contar com um solo do saudoso Dimebag Darrell.

Apesar de não agradar a maioria, “Voodoo” conseguiu bons resultados em vendas. Assim como nos álbuns anteriores, o remaster de 2009 de Andy LaRocque permite uma audição mais agradável. O álbum está longe de figurar entre os melhores trabalhos de King Diamond. Por sorte, a inspiração voltou com tudo em “House of God”, próximo lançamento. 

Falta inspiração em “Voodoo”
3
25/10/2018

Apesar da bela capa – criação do talentoso Kristian Wåhlin – e do bom enredo, do início da carreira de King Diamond até o momento em questão, “Voodoo” foi o que menos me impressionou. Talvez a troca de baterista e guitarrista tenha influenciado no “punch” que faltou aqui. Além disso, mais uma vez a produção deixou a desejar. 

A história de “Voodoo” ocorre em 1932, quando a família Lafayette mudam para uma antiga casa construída ao lado de um cemitério vodu, próximos ao Rio Mississipi. Temos os personagens principais Sarah (que está grávida), David e o avô. A casa possui um servo chamado Salem, que está envolvido em rituais vodus realizados neste cemitério na companhia de mais algumas pessoas.
Os barulhos originados por tambores vodu no terreno ao lado estão incomodando os novos moradores. Através de uma reunião com Salem, eles manifestam a vontade de destruir o cemitério. Salem reporta esta informação à sua turma, que decide que a família deve morrer.
Após alguns atendados de Salem, o avô e David ficam doentes e Sarah acaba possuída por um espírito vodu. Um exorcista é chamado para tentar resolver o problema, mas não consegue.
Assim, a situação segue se agravando, até que chega ao desfecho, que mais uma vez vale a sua conferência.

Musicalmente falando, falta um pouco de energia na composição dos refrãos e melodias, sendo que não há aquela pitada extra que prende o ouvinte. São poucas exceções, já que “'LOA' House” e “Cross Of Baron Samedi” são muito boas. Também gosto bastante de “One Down Two To Go” e “The Exorcist” e “A Secret”. Ouvir o álbum todo acompanhando as letras também é de grande valia para absorver a atmosfera ao redor das músicas. Outro destaque fica também para a faixa-título, por contar com um solo do saudoso Dimebag Darrell.

Apesar de não agradar a maioria, “Voodoo” conseguiu bons resultados em vendas. Assim como nos álbuns anteriores, o remaster de 2009 de Andy LaRocque permite uma audição mais agradável. O álbum está longe de figurar entre os melhores trabalhos de King Diamond. Por sorte, a inspiração voltou com tudo em “House of God”, próximo lançamento. 

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