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Resenha: Electric Light Orchestra - Face The Music (1975)

Por: André Luiz Paiz

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Album Cover
Acessível e agradável
4
15/10/2018

Após o lançamento do aclamado e ambicioso conceitual “Eldorado”, a ELO retornou com uma proposta diferente em “Face The Music”, com um direcionamento mais simples e acessível. 

Neste momento, Jeff Lynne já tinha as rédeas do grupo, tamanho o seu talento como compositor, vocalista e produtor. Assim, é o autor de todas as faixas do álbum. Além disso, a banda passou por mudanças de formação com a saída de Mike de Albuquerque (baixo) e Mike Edwards (celo), que foram substituídos por Kelly Groucutt e Melvyn Gale, respectivamente. Outro fator interessante, é que Lynne quis explorar um pouco os boatos de que “Eldorado” continha algumas mensagens satanistas quando reproduzido ao contrário. Se aproveitando disso, “Fire On High” possui uma mensagem invertida do baterista Bev Bevan dizendo: “The music is reversible, but time is not. Turn back, turn back, turn back, turn back...”. Sob a mesma ideia, “Down Home Town” e “Evil Woman” também possuem partes das canções “Waterfall” e “Nightrider”, respectivamente, também executadas ao contrário.

Para quem já conhece o álbum, dificilmente não concordará que a bela balada “Strange Magic” e o hit dançante “Evil Woman” são os maiores destaques. Porém, há muito mais o que curtir por aqui. “Waterfall” surge após a ótima porém longa introdução instrumental “Fire On High” e se destaca pela bela melodia. O mesmo serve para “Nightrider”, em que Lynne divide os vocais com Kelly Groucutt.
Os fãs do lado mais rock do grupo poderão curtir o estilo na faixa “Poker”. Já os fãs de country estarão em casa com a ótima “Down Home Town”. Por fim, a balada “One Summer Dream” encerra com classe.

“Face The Music” não está no topo da lista dos melhores da ELO, mas não compromete em nenhum momento a discografia do grupo. Se você gosta de música boa, dificilmente se arrependerá.

Acessível e agradável
4
15/10/2018

Após o lançamento do aclamado e ambicioso conceitual “Eldorado”, a ELO retornou com uma proposta diferente em “Face The Music”, com um direcionamento mais simples e acessível. 

Neste momento, Jeff Lynne já tinha as rédeas do grupo, tamanho o seu talento como compositor, vocalista e produtor. Assim, é o autor de todas as faixas do álbum. Além disso, a banda passou por mudanças de formação com a saída de Mike de Albuquerque (baixo) e Mike Edwards (celo), que foram substituídos por Kelly Groucutt e Melvyn Gale, respectivamente. Outro fator interessante, é que Lynne quis explorar um pouco os boatos de que “Eldorado” continha algumas mensagens satanistas quando reproduzido ao contrário. Se aproveitando disso, “Fire On High” possui uma mensagem invertida do baterista Bev Bevan dizendo: “The music is reversible, but time is not. Turn back, turn back, turn back, turn back...”. Sob a mesma ideia, “Down Home Town” e “Evil Woman” também possuem partes das canções “Waterfall” e “Nightrider”, respectivamente, também executadas ao contrário.

Para quem já conhece o álbum, dificilmente não concordará que a bela balada “Strange Magic” e o hit dançante “Evil Woman” são os maiores destaques. Porém, há muito mais o que curtir por aqui. “Waterfall” surge após a ótima porém longa introdução instrumental “Fire On High” e se destaca pela bela melodia. O mesmo serve para “Nightrider”, em que Lynne divide os vocais com Kelly Groucutt.
Os fãs do lado mais rock do grupo poderão curtir o estilo na faixa “Poker”. Já os fãs de country estarão em casa com a ótima “Down Home Town”. Por fim, a balada “One Summer Dream” encerra com classe.

“Face The Music” não está no topo da lista dos melhores da ELO, mas não compromete em nenhum momento a discografia do grupo. Se você gosta de música boa, dificilmente se arrependerá.

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