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Resenha: Iron Maiden - Maiden Japan (1981)

Por: Fábio Arthur

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Album Cover
Ao vivo e Clássico.
2.5
07/10/2018

O Maiden com Killers deu um salto enorme na carreira. O grupo estava entrando no mainstream e, como consequência, estavam fazendo concertos pela Europa e Ásia. Assim, acabaram lançando esse disco gravado em Nagóia, 1981, no Japão. A verdade é que esse EP, foi uma exigência da gravadora japonesa e não era intenção do grupo realizar o mesmo. Nos EUA saiu - como na América do Sul -  com cinco faixas, mas no Japão somente quatro compunham o disco. 

O material mescla músicas dos dois primeiros álbuns e assim mostra uma pequena parcela do que era o Maiden naquele momento. O nome do EP vem de uma inspiração/homenagem ao Deep Purple, que havia dez anos antes lançado também no Japão o clássico ao vivo Made in Japan - está aí o trocadilho. 

A arte de Derek Riggs veio como uma visão fabulosa, combinando com o título e com a temática do país em questão aonde estavam gravando. 

Nessa fase, Paul Di ´Anno faria sua última tour e disco com o grupo, mas, ainda assim, aqui ele deixou sua pegada ao vivo, com sua performance vocal crua e ríspida, cantando de forma hora exagerada e em outros momentos sem a empolgação dos discos de estúdio. 

O som do disco surge meio abafado, dando destaque ao público nos momentos certos e, mesmo assim, ainda tem a qualidade do Maiden imposta. 

“Running Free”, “Wratchchild”, “Killers”, “Innocent Exile” e “Remember Tomorrow” foram as escolhidas para estarem no projeto. 

O EP marca um momento importante do grupo e introduz um pouco do que era a banda naquele momento, mostrando sua importância dentro da história da banda. 

Up The Irons!

Ao vivo e Clássico.
2.5
07/10/2018

O Maiden com Killers deu um salto enorme na carreira. O grupo estava entrando no mainstream e, como consequência, estavam fazendo concertos pela Europa e Ásia. Assim, acabaram lançando esse disco gravado em Nagóia, 1981, no Japão. A verdade é que esse EP, foi uma exigência da gravadora japonesa e não era intenção do grupo realizar o mesmo. Nos EUA saiu - como na América do Sul -  com cinco faixas, mas no Japão somente quatro compunham o disco. 

O material mescla músicas dos dois primeiros álbuns e assim mostra uma pequena parcela do que era o Maiden naquele momento. O nome do EP vem de uma inspiração/homenagem ao Deep Purple, que havia dez anos antes lançado também no Japão o clássico ao vivo Made in Japan - está aí o trocadilho. 

A arte de Derek Riggs veio como uma visão fabulosa, combinando com o título e com a temática do país em questão aonde estavam gravando. 

Nessa fase, Paul Di ´Anno faria sua última tour e disco com o grupo, mas, ainda assim, aqui ele deixou sua pegada ao vivo, com sua performance vocal crua e ríspida, cantando de forma hora exagerada e em outros momentos sem a empolgação dos discos de estúdio. 

O som do disco surge meio abafado, dando destaque ao público nos momentos certos e, mesmo assim, ainda tem a qualidade do Maiden imposta. 

“Running Free”, “Wratchchild”, “Killers”, “Innocent Exile” e “Remember Tomorrow” foram as escolhidas para estarem no projeto. 

O EP marca um momento importante do grupo e introduz um pouco do que era a banda naquele momento, mostrando sua importância dentro da história da banda. 

Up The Irons!

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