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Resenha: Aerosmith - Toys In The Attic (1975)

Por: Vitor Sobreira

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Brinquedos perigosos!
3
03/10/2018

Formado no ano de 1970, em Boston/Massachusetts, o Aerosmith (nome sugerido pelo baterista Joey Krammer) em poucos anos, conseguiu se tornar bem conhecido, e a cada lançamento, angariou mais e mais ouvintes, assim como milhões de cópias vendidas. Praticando um audacioso Hard Rock, fortemente inspirado pelo Blues, e incorporando também (principalmente, com o passar do tempo) elementos do Pop, Rhythym’n Blues e até mesmo alguma pitadinha do Heavy Metal. Não é à toa, que é uma das bandas de Rock mais famosas do mundo, e uma das que mais vendeu discos também. Exagero? Claro que não, apenas realidade!

O terceiro registro da banda, ‘Toys in the Attic’, foi lançado em março de 1975, através da gravadora Columbia Records (em uma parceria que durou cerca de dez anos), trouxe músicas marcantes e foi o responsável por impulsionar a carreira dos rapazes, já que os shows nessa época começaram a ficar cada vez mais lotados, e ainda vendeu (até os dias de hoje) mais de 11 milhões de cópias! Ah, e como curiosidade, este foi o primeiro disco a contar com o inconfundível e famoso logo estilizado, que aos poucos, seria discretamente modificado e melhorado.

Com uma formação bem complexa – que aparentemente, não apresentava problemas de desgaste por abusos com drogas e álcool – contando com o inigualável vocalista Steven Tyler, que ainda não possuía aquele vocal repleto de ‘drives’ e entonações “bluesy”, mas que já demonstrava intimidade com o microfone e o público, assim como o guitarrista Joey Perry, que a cada vez mais, ia explorando sua técnica, além de por vezes, cantar junto com o ‘frontman’, sem qualquer vergonha. Também nas seis cordas, Brad Whittford, apesar de menos espalhafatoso e mais discreto, mas igualmente talentoso, contribuía compondo e dividindo as guitarras com muita criatividade. Por último, mas não menos importantes, o baixista Tom Hamilton e o baterista Joey Krammer, mantinham o ritmo e as levadas envolventes, todos juntos, fazendo a engrenagem musical se movimentar como nunca.

É fato notar, que desde a abertura com a energética faixa título “Toys in the Attic”, que o trabalho mereceu com honras, todas as cópias vendidas e todas as certificações, pois o que de melhor podemos apreciar, está aqui: ótimas composições + ótimos músicos + ótima qualidade sonora (proveniente da produção de Jack Douglas)! “Uncle Salty”, já dispensa a certa velocidade, e relaxa os nervos, principalmente com os fortes riffs, enquanto que “Adam´s Apple”, apresenta arranjos de instrumentos de sopro, dando uma boa diferenciada. A famosa “Walk This Way”, que em 1986, foi coverizada pelo grupo de Rap/Hip-Hop RUN-DMC, se tornou um dos ‘singles’ a atingir o “Top 10” da Billboard Hot 100!

Em meio a tantas músicas bacanas, ainda gravaram um cover para Bull Moose Jackson (cantor e saxofonista de Blues e R&B, que ficou mais famoso no final dos anos 1940), com a faixa “Big Ten Inch Record”, que ficou bem interessante. “Sweet Emotion”, “No More No More” e a dramática e pomposa “You See Me Crying”, completam com classe, este álbum que venceu os anos sem ser esquecido.

Brinquedos perigosos!
3
03/10/2018

Formado no ano de 1970, em Boston/Massachusetts, o Aerosmith (nome sugerido pelo baterista Joey Krammer) em poucos anos, conseguiu se tornar bem conhecido, e a cada lançamento, angariou mais e mais ouvintes, assim como milhões de cópias vendidas. Praticando um audacioso Hard Rock, fortemente inspirado pelo Blues, e incorporando também (principalmente, com o passar do tempo) elementos do Pop, Rhythym’n Blues e até mesmo alguma pitadinha do Heavy Metal. Não é à toa, que é uma das bandas de Rock mais famosas do mundo, e uma das que mais vendeu discos também. Exagero? Claro que não, apenas realidade!

O terceiro registro da banda, ‘Toys in the Attic’, foi lançado em março de 1975, através da gravadora Columbia Records (em uma parceria que durou cerca de dez anos), trouxe músicas marcantes e foi o responsável por impulsionar a carreira dos rapazes, já que os shows nessa época começaram a ficar cada vez mais lotados, e ainda vendeu (até os dias de hoje) mais de 11 milhões de cópias! Ah, e como curiosidade, este foi o primeiro disco a contar com o inconfundível e famoso logo estilizado, que aos poucos, seria discretamente modificado e melhorado.

Com uma formação bem complexa – que aparentemente, não apresentava problemas de desgaste por abusos com drogas e álcool – contando com o inigualável vocalista Steven Tyler, que ainda não possuía aquele vocal repleto de ‘drives’ e entonações “bluesy”, mas que já demonstrava intimidade com o microfone e o público, assim como o guitarrista Joey Perry, que a cada vez mais, ia explorando sua técnica, além de por vezes, cantar junto com o ‘frontman’, sem qualquer vergonha. Também nas seis cordas, Brad Whittford, apesar de menos espalhafatoso e mais discreto, mas igualmente talentoso, contribuía compondo e dividindo as guitarras com muita criatividade. Por último, mas não menos importantes, o baixista Tom Hamilton e o baterista Joey Krammer, mantinham o ritmo e as levadas envolventes, todos juntos, fazendo a engrenagem musical se movimentar como nunca.

É fato notar, que desde a abertura com a energética faixa título “Toys in the Attic”, que o trabalho mereceu com honras, todas as cópias vendidas e todas as certificações, pois o que de melhor podemos apreciar, está aqui: ótimas composições + ótimos músicos + ótima qualidade sonora (proveniente da produção de Jack Douglas)! “Uncle Salty”, já dispensa a certa velocidade, e relaxa os nervos, principalmente com os fortes riffs, enquanto que “Adam´s Apple”, apresenta arranjos de instrumentos de sopro, dando uma boa diferenciada. A famosa “Walk This Way”, que em 1986, foi coverizada pelo grupo de Rap/Hip-Hop RUN-DMC, se tornou um dos ‘singles’ a atingir o “Top 10” da Billboard Hot 100!

Em meio a tantas músicas bacanas, ainda gravaram um cover para Bull Moose Jackson (cantor e saxofonista de Blues e R&B, que ficou mais famoso no final dos anos 1940), com a faixa “Big Ten Inch Record”, que ficou bem interessante. “Sweet Emotion”, “No More No More” e a dramática e pomposa “You See Me Crying”, completam com classe, este álbum que venceu os anos sem ser esquecido.

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