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Resenha: Kiss - Asylum (1985)

Por: André Luiz Paiz

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Album Cover
Fórmula mostrando sinais de desgaste
3.5
28/09/2018

Após turbulências com trocas de guitarristas e conflitos internos, o Kiss enfim conseguiu alguém para dividir as guitarras com Paul e que trouxesse certa estabilidade. Bruce Kulick chegou e fez bonito. Assim, em 1985, o Kiss caminhava para mais um lançamento e o nome dele viria a ser: “Asylum”.

Desde a mudança positiva e também drástica na sonoridade do grupo com o lançamento de “Creatures Of The Night”, em 1982, o Kiss percebeu o acerto e passou a lançar álbuns a partir dali explorando a mesma fórmula. Deu certo com “Lick It Up” e também funcionou bem em praticamente todo o “Animalize”, até que começou a mostrar sinais de desgaste aqui, em “Asylum”.

Estamos falando de um disco que possui bons elementos, seja em faixas mais pesadas, que flertam até com o heavy metal, seja em faixas mais acessíveis. Só que, em algumas delas, fica aquela sensação de: “já ouvi isso antes” ou “de novo?”. Um dos responsáveis é Gene Simmons que, desde as ótimas contribuições que fez em “Creatures Of The Night”, ficou muito abaixo de Paul nos demais álbuns até aqui. “Love's a Deadly Weapon” - que possui contribuição também de Paul – e “Secretly Cruel” são ótimos exemplos. “Any Way You Slice It” é legal, mas não foge muito do que já fez em outras faixas de “Animalize”. Pelo menos a sua tentativa glam deu certo com “Trial By Fire”.
Paul se sobressai mais uma vez, principalmente nas composições com Desmond Child. “King of the Mountain” é mais uma vez uma ótima faixa de abertura. O hit glam “Who Wants to Be Lonely” também funciona e cumpre bem o sem papel. “Tears Are Falling” e “Uh! All Night” seguem a mesma linha e deram certo, mas ficam um pouco abaixo das citadas anteriormente. Já as rápidas “I'm Alive” e “Radar for Love” não impressionam.

Mesmo não sendo um clássico, “Asylum” não causou prejuízos e conseguiu emplacar algumas canções, mantendo o Kiss em notável evidência.

Fórmula mostrando sinais de desgaste
3.5
28/09/2018

Após turbulências com trocas de guitarristas e conflitos internos, o Kiss enfim conseguiu alguém para dividir as guitarras com Paul e que trouxesse certa estabilidade. Bruce Kulick chegou e fez bonito. Assim, em 1985, o Kiss caminhava para mais um lançamento e o nome dele viria a ser: “Asylum”.

Desde a mudança positiva e também drástica na sonoridade do grupo com o lançamento de “Creatures Of The Night”, em 1982, o Kiss percebeu o acerto e passou a lançar álbuns a partir dali explorando a mesma fórmula. Deu certo com “Lick It Up” e também funcionou bem em praticamente todo o “Animalize”, até que começou a mostrar sinais de desgaste aqui, em “Asylum”.

Estamos falando de um disco que possui bons elementos, seja em faixas mais pesadas, que flertam até com o heavy metal, seja em faixas mais acessíveis. Só que, em algumas delas, fica aquela sensação de: “já ouvi isso antes” ou “de novo?”. Um dos responsáveis é Gene Simmons que, desde as ótimas contribuições que fez em “Creatures Of The Night”, ficou muito abaixo de Paul nos demais álbuns até aqui. “Love's a Deadly Weapon” - que possui contribuição também de Paul – e “Secretly Cruel” são ótimos exemplos. “Any Way You Slice It” é legal, mas não foge muito do que já fez em outras faixas de “Animalize”. Pelo menos a sua tentativa glam deu certo com “Trial By Fire”.
Paul se sobressai mais uma vez, principalmente nas composições com Desmond Child. “King of the Mountain” é mais uma vez uma ótima faixa de abertura. O hit glam “Who Wants to Be Lonely” também funciona e cumpre bem o sem papel. “Tears Are Falling” e “Uh! All Night” seguem a mesma linha e deram certo, mas ficam um pouco abaixo das citadas anteriormente. Já as rápidas “I'm Alive” e “Radar for Love” não impressionam.

Mesmo não sendo um clássico, “Asylum” não causou prejuízos e conseguiu emplacar algumas canções, mantendo o Kiss em notável evidência.

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