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Resenha: Megadeth - Peace Sells... but Who's Buying? (1986)

Por: Fábio Arthur

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Album Cover
Masterpiece da discografia
5
21/09/2018

A competência de Dave Mustaine é algo impressionante. O músico e compositor consegue mostrar toda sua destreza musical, além de compor muito bem. No Megadeth, suas habilidades cresceram e muito, indo muito a frente de sua ex-banda - o Metallica - e com Piece Sells, ele realmente se superou.

Em 36 minutos de música que se seguem, a banda soa perfeitamente coesa, entrosada em um alto nível em canções que transitam entre o thrash, speed por vezes e da veia metal em geral. 

Produzido por Randy Burns, o disco traz um trabalho bem qualificado e polido, não deixando de lado a vertente sugerida pelo grupo. A Capital Records fez seu trabalho corretamente e o álbum chegou a um ponto em que até mesmo no Brasil, naquele momento em 1986, ficou conhecido dos fãs por aqui. 

Com videoclipe lançado e letras em algumas faixas mais consistentes, o Megadeth participaria do mainstream metálico que abrangia tantas bandas dentro do cenário de época. 

Ed. Repka, que viria desenhar várias capas para tantas outras bandas, faria a arte de Peace Sells e, sem dúvida alguma, a qualidade imposta do trabalho ajudaria a divulgação. 

Para turnê, a banda faria os concertos de abertura para o Motorhead e, logo após, o grupo abriria os shows de Alice Cooper; enfim, era um momento fantástico de divulgação para a banda.

Wake Up Dead é uma faixa de extremo bom gosto e que abre o disco. Obviamente a banda soube lidar com o peso e musicalidade, fazendo do disco algo composto por momentos diversificados e bem elaborados. The Conjuring e Peace Sells são ótimas faixas também; Devil Island, entra na vertente speed/thrash e por si só é um clássico. Bad Omen e a cover do blues de Willie Dixon são outros pontos positivos do álbum.

Esse é um disco em que você se surpreende, pois, já no segundo álbum a banda te mostra toda qualidade que seria ainda mais alavancada em um futuro próximo. 

Megadeth rules!

Masterpiece da discografia
5
21/09/2018

A competência de Dave Mustaine é algo impressionante. O músico e compositor consegue mostrar toda sua destreza musical, além de compor muito bem. No Megadeth, suas habilidades cresceram e muito, indo muito a frente de sua ex-banda - o Metallica - e com Piece Sells, ele realmente se superou.

Em 36 minutos de música que se seguem, a banda soa perfeitamente coesa, entrosada em um alto nível em canções que transitam entre o thrash, speed por vezes e da veia metal em geral. 

Produzido por Randy Burns, o disco traz um trabalho bem qualificado e polido, não deixando de lado a vertente sugerida pelo grupo. A Capital Records fez seu trabalho corretamente e o álbum chegou a um ponto em que até mesmo no Brasil, naquele momento em 1986, ficou conhecido dos fãs por aqui. 

Com videoclipe lançado e letras em algumas faixas mais consistentes, o Megadeth participaria do mainstream metálico que abrangia tantas bandas dentro do cenário de época. 

Ed. Repka, que viria desenhar várias capas para tantas outras bandas, faria a arte de Peace Sells e, sem dúvida alguma, a qualidade imposta do trabalho ajudaria a divulgação. 

Para turnê, a banda faria os concertos de abertura para o Motorhead e, logo após, o grupo abriria os shows de Alice Cooper; enfim, era um momento fantástico de divulgação para a banda.

Wake Up Dead é uma faixa de extremo bom gosto e que abre o disco. Obviamente a banda soube lidar com o peso e musicalidade, fazendo do disco algo composto por momentos diversificados e bem elaborados. The Conjuring e Peace Sells são ótimas faixas também; Devil Island, entra na vertente speed/thrash e por si só é um clássico. Bad Omen e a cover do blues de Willie Dixon são outros pontos positivos do álbum.

Esse é um disco em que você se surpreende, pois, já no segundo álbum a banda te mostra toda qualidade que seria ainda mais alavancada em um futuro próximo. 

Megadeth rules!

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Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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