Bem-vindo ao 80 Minutos

Nós amamos música e adoramos compartilhar nossas avaliações sobre os álbuns de nossas bandas favoritas.

Resenha: Toto - Hydra (1979)

Por: André Luiz Paiz

Acessos: 267

Compartilhar:

Facebook Twitter
User Photo
Album Cover
Um passo adiante
4
25/08/2018

Apesar de ter recebido algumas críticas em comparação ao primeiro registro do grupo, “Hydra” mostra grande avanço na qualidade das composições do Toto. Apesar da enorme bagagem como músicos de estúdio, o primeiro álbum de uma banda – seja qual for – deixa claro todos os pontos que necessitam de aprimoramento. Este disco segue a mesma linha do anterior, com abordagem sonora que atravessa pelo rock clássico e chega até o R&B, com algumas ótimas baladas nas entrelinhas.

Para quem curte o lado mais pop do grupo, a faixa de abertura pode causar estranheza, pois chega próxima de flertar com o rock progressivo. Liderada por David Paich nos vocais, a faixa-título é uma peça belíssima e com grandes passagens dentro dos seus mais de sete minutos.
O grande Bobby Kimball assume o microfone em um dos hits do álbum. “St. George and the Dragon” é ótima, com refrão pegajoso e levada bem leve. O mesmo acontece com a baladinha “99”, outra que está entre as favoritas do público em geral. Essa quem canta é Steve Lukather. Trata-se de uma balada meio bobinha, com letra que referencia um o desconhecido filme de ficção científica chamado THX1138. Gosto mais de Luke cantando Rock.
“Lorraine” e “All Us Boys” trazem Paich novamente nos vocais em duas boas faixas bem no estilo Toto. Pegajosas e com excelente instrumental.
Duas das minhas favoritas são com Kimball nos vocais. “Mama” é um R&B de levada excelente, em que Bobby desfruta de todo o seu talento. Já “White Sister” é um rock de primeira qualidade. Uma das melhores faixas da carreira da banda.
O disco termina com a bela balada “A Secret Love”. Não é espetacular, mas sua execução e produção merecem elogios.

É isso. Infelizmente o álbum termina com apenas oito faixas. Do lado positivo, nada se perde e cada uma delas possui o seu valor.

No início do texto eu mencionei que “Hydra” é um avanço em comparação com o álbum homônimo de estreia do Toto. Pode parecer contraditório, mas ainda prefiro o primeiro. Só que, ao analisar o crescimento do grupo e aonde chegariam, minha opinião sobre “Hydra” ainda sim é mantida. 

Um passo adiante
4
25/08/2018

Apesar de ter recebido algumas críticas em comparação ao primeiro registro do grupo, “Hydra” mostra grande avanço na qualidade das composições do Toto. Apesar da enorme bagagem como músicos de estúdio, o primeiro álbum de uma banda – seja qual for – deixa claro todos os pontos que necessitam de aprimoramento. Este disco segue a mesma linha do anterior, com abordagem sonora que atravessa pelo rock clássico e chega até o R&B, com algumas ótimas baladas nas entrelinhas.

Para quem curte o lado mais pop do grupo, a faixa de abertura pode causar estranheza, pois chega próxima de flertar com o rock progressivo. Liderada por David Paich nos vocais, a faixa-título é uma peça belíssima e com grandes passagens dentro dos seus mais de sete minutos.
O grande Bobby Kimball assume o microfone em um dos hits do álbum. “St. George and the Dragon” é ótima, com refrão pegajoso e levada bem leve. O mesmo acontece com a baladinha “99”, outra que está entre as favoritas do público em geral. Essa quem canta é Steve Lukather. Trata-se de uma balada meio bobinha, com letra que referencia um o desconhecido filme de ficção científica chamado THX1138. Gosto mais de Luke cantando Rock.
“Lorraine” e “All Us Boys” trazem Paich novamente nos vocais em duas boas faixas bem no estilo Toto. Pegajosas e com excelente instrumental.
Duas das minhas favoritas são com Kimball nos vocais. “Mama” é um R&B de levada excelente, em que Bobby desfruta de todo o seu talento. Já “White Sister” é um rock de primeira qualidade. Uma das melhores faixas da carreira da banda.
O disco termina com a bela balada “A Secret Love”. Não é espetacular, mas sua execução e produção merecem elogios.

É isso. Infelizmente o álbum termina com apenas oito faixas. Do lado positivo, nada se perde e cada uma delas possui o seu valor.

No início do texto eu mencionei que “Hydra” é um avanço em comparação com o álbum homônimo de estreia do Toto. Pode parecer contraditório, mas ainda prefiro o primeiro. Só que, ao analisar o crescimento do grupo e aonde chegariam, minha opinião sobre “Hydra” ainda sim é mantida. 

Sample photo

Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


Mais Resenhas de Toto

Album Cover

Toto - The Seventh One (1988)

Um clássico de uma banda espetacular
5
Por: André Luiz Paiz
30/09/2017
Album Cover

Toto - Toto (1978)

Meninos-prodígios estreando como gente grande
4.5
Por: André Luiz Paiz
26/01/2018

Quer Mais?

Veja as nossas recomendações:

Album Cover

Genesis - Foxtrot (1972)

A formação clássica em uma interação poderosa.
5
Por: Tiago Meneses
15/10/2017
Album Cover

The Neal Morse Band - The Grand Experiment (2015)

A nova banda de Neal Morse
3.5
Por: André Luiz Paiz
04/12/2017
Album Cover

Mahavishnu Orchestra - Visions Of The Emerald Beyond (1975)

Beleza mística combinada entre jazz, rock e clássico.
4.5
Por: Tiago Meneses
08/10/2017