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  • Últimas Notas de Hydra

Resenha: Toto - Hydra (1979)

Por: André Luiz Paiz

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Album Cover
Um passo adiante
4
25/08/2018

Apesar de ter recebido algumas críticas em comparação ao primeiro registro do grupo, “Hydra” mostra grande avanço na qualidade das composições do Toto. Apesar da enorme bagagem como músicos de estúdio, o primeiro álbum de uma banda – seja qual for – deixa claro todos os pontos que necessitam de aprimoramento. Este disco segue a mesma linha do anterior, com abordagem sonora que atravessa pelo rock clássico e chega até o R&B, com algumas ótimas baladas nas entrelinhas.

Para quem curte o lado mais pop do grupo, a faixa de abertura pode causar estranheza, pois chega próxima de flertar com o rock progressivo. Liderada por David Paich nos vocais, a faixa-título é uma peça belíssima e com grandes passagens dentro dos seus mais de sete minutos.
O grande Bobby Kimball assume o microfone em um dos hits do álbum. “St. George and the Dragon” é ótima, com refrão pegajoso e levada bem leve. O mesmo acontece com a baladinha “99”, outra que está entre as favoritas do público em geral. Essa quem canta é Steve Lukather. Trata-se de uma balada meio bobinha, com letra que referencia um o desconhecido filme de ficção científica chamado THX1138. Gosto mais de Luke cantando Rock.
“Lorraine” e “All Us Boys” trazem Paich novamente nos vocais em duas boas faixas bem no estilo Toto. Pegajosas e com excelente instrumental.
Duas das minhas favoritas são com Kimball nos vocais. “Mama” é um R&B de levada excelente, em que Bobby desfruta de todo o seu talento. Já “White Sister” é um rock de primeira qualidade. Uma das melhores faixas da carreira da banda.
O disco termina com a bela balada “A Secret Love”. Não é espetacular, mas sua execução e produção merecem elogios.

É isso. Infelizmente o álbum termina com apenas oito faixas. Do lado positivo, nada se perde e cada uma delas possui o seu valor.

No início do texto eu mencionei que “Hydra” é um avanço em comparação com o álbum homônimo de estreia do Toto. Pode parecer contraditório, mas ainda prefiro o primeiro. Só que, ao analisar o crescimento do grupo e aonde chegariam, minha opinião sobre “Hydra” ainda sim é mantida. 

Um passo adiante
4
25/08/2018

Apesar de ter recebido algumas críticas em comparação ao primeiro registro do grupo, “Hydra” mostra grande avanço na qualidade das composições do Toto. Apesar da enorme bagagem como músicos de estúdio, o primeiro álbum de uma banda – seja qual for – deixa claro todos os pontos que necessitam de aprimoramento. Este disco segue a mesma linha do anterior, com abordagem sonora que atravessa pelo rock clássico e chega até o R&B, com algumas ótimas baladas nas entrelinhas.

Para quem curte o lado mais pop do grupo, a faixa de abertura pode causar estranheza, pois chega próxima de flertar com o rock progressivo. Liderada por David Paich nos vocais, a faixa-título é uma peça belíssima e com grandes passagens dentro dos seus mais de sete minutos.
O grande Bobby Kimball assume o microfone em um dos hits do álbum. “St. George and the Dragon” é ótima, com refrão pegajoso e levada bem leve. O mesmo acontece com a baladinha “99”, outra que está entre as favoritas do público em geral. Essa quem canta é Steve Lukather. Trata-se de uma balada meio bobinha, com letra que referencia um o desconhecido filme de ficção científica chamado THX1138. Gosto mais de Luke cantando Rock.
“Lorraine” e “All Us Boys” trazem Paich novamente nos vocais em duas boas faixas bem no estilo Toto. Pegajosas e com excelente instrumental.
Duas das minhas favoritas são com Kimball nos vocais. “Mama” é um R&B de levada excelente, em que Bobby desfruta de todo o seu talento. Já “White Sister” é um rock de primeira qualidade. Uma das melhores faixas da carreira da banda.
O disco termina com a bela balada “A Secret Love”. Não é espetacular, mas sua execução e produção merecem elogios.

É isso. Infelizmente o álbum termina com apenas oito faixas. Do lado positivo, nada se perde e cada uma delas possui o seu valor.

No início do texto eu mencionei que “Hydra” é um avanço em comparação com o álbum homônimo de estreia do Toto. Pode parecer contraditório, mas ainda prefiro o primeiro. Só que, ao analisar o crescimento do grupo e aonde chegariam, minha opinião sobre “Hydra” ainda sim é mantida. 

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