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Resenha: Kiss - Lick It Up (1983)

Por: André Luiz Paiz

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Rock de cara limpa
4
07/08/2018

Após o renascimento do grupo com o lançamento do aclamado “Creatures Of The Night”, o Kiss retornou com o mesmo direcionamento em “Lick It Up”. Além disso, uma novidade: pela primeira vez estavam despidos de seus personagens para mostrar que, acima de tudo, eram uma banda de rock. O resultado? O álbum foi um sucesso.

Além do surgimento sem as tradicionais maquiagens, “Lick It Up” se destaca também pela consolidação de Vinnie Vincent como guitarrista do grupo. Com a turbulenta saída de Ace Frehley durante a produção do álbum anterior, Vinnie ficou meio ofuscado em “Creatures Of The Night”, apesar de ter contribuído consideravelmente. Contribuição que se repete (e muito) aqui, com a participação ativa de Vinnie na composição de oito faixas.

Outro destaque do álbum é (mais uma vez) Paul Stanley. Vocal espetacular, além de composições fantásticas. O petardo “Exciter” e o hit glam “Lick It Up” estão aí para comprovar. Impressionante o talento deste cidadão. Quem vai bem também é Eric Carr, como de costume. Peter Criss tem o seu legado, mas Eric deu muito certo no Kiss e isso é fato.

Faltou falar sobre Gene Simmons. O linguarudo também está com ótimo vocal, buscando notas mais altas e ainda rasgadas, além de ter contribuído bastante nas composições. Seu destaque é mais evidente nas excelentes composições “Not For The Innocent” e “And On The 8th Day”.

Além das faixas que destaquei anteriormente, gosto demais de “All Hell's Breakin' Loose” e “A Million To One”, duas das melhores faixas da carreira da banda. As demais canções não considero espetaculares, mas possuem o seu valor.

A conclusão sobre “Lick It Up” é que o Kiss conseguiu manter com grande eficiência o direcionamento do seu álbum antecessor. Direcionamento este que se tornou a marca da fase oitentista do grupo. Mas, estamos só em 1983 e tem muita coisa boa ainda por vir.

Rock de cara limpa
4
07/08/2018

Após o renascimento do grupo com o lançamento do aclamado “Creatures Of The Night”, o Kiss retornou com o mesmo direcionamento em “Lick It Up”. Além disso, uma novidade: pela primeira vez estavam despidos de seus personagens para mostrar que, acima de tudo, eram uma banda de rock. O resultado? O álbum foi um sucesso.

Além do surgimento sem as tradicionais maquiagens, “Lick It Up” se destaca também pela consolidação de Vinnie Vincent como guitarrista do grupo. Com a turbulenta saída de Ace Frehley durante a produção do álbum anterior, Vinnie ficou meio ofuscado em “Creatures Of The Night”, apesar de ter contribuído consideravelmente. Contribuição que se repete (e muito) aqui, com a participação ativa de Vinnie na composição de oito faixas.

Outro destaque do álbum é (mais uma vez) Paul Stanley. Vocal espetacular, além de composições fantásticas. O petardo “Exciter” e o hit glam “Lick It Up” estão aí para comprovar. Impressionante o talento deste cidadão. Quem vai bem também é Eric Carr, como de costume. Peter Criss tem o seu legado, mas Eric deu muito certo no Kiss e isso é fato.

Faltou falar sobre Gene Simmons. O linguarudo também está com ótimo vocal, buscando notas mais altas e ainda rasgadas, além de ter contribuído bastante nas composições. Seu destaque é mais evidente nas excelentes composições “Not For The Innocent” e “And On The 8th Day”.

Além das faixas que destaquei anteriormente, gosto demais de “All Hell's Breakin' Loose” e “A Million To One”, duas das melhores faixas da carreira da banda. As demais canções não considero espetaculares, mas possuem o seu valor.

A conclusão sobre “Lick It Up” é que o Kiss conseguiu manter com grande eficiência o direcionamento do seu álbum antecessor. Direcionamento este que se tornou a marca da fase oitentista do grupo. Mas, estamos só em 1983 e tem muita coisa boa ainda por vir.

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Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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