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Resenha: Metallica - Lulu (2011)

Por: Marcel Z. Dio

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Album Cover
Uma verdadeira bomba sonora !!
0.5
28/06/2018

Frases como: " Lulu não é um disco fácil", "Lulu ainda vai ser compreendido no futuro", são ditas para mascarar a ruindade dessa parceria circense.
Realmente Lulu não é fácil para os ouvidos, porque judia muito deles. A capa tosca lembra uma boneca achada no lixo.
Além da gravação horrorosa, harmonicamente o projeto não fala a mesma língua, é como cantar samba em ritmo sertanejo, a voz de Lou Reed não casa com o instrumental.
Em "Brandenburg Gate" isso fica claro!, pois o vocal decaído de Lou Reed sobre os acordes ora hard ora doom, deixam tudo dissonante no sentido barulhento da palavra.

"The View" é o melhor som da parceria, apesar dos barulhos irritantes da guitarra de Kirk Hammett.
Nos riffs de James ela ganha força enquanto Lars Ulrich despeja sempre as mesmas viradas sem nexo, música não precisa de regras catedráticas, mas o cara perdeu a noção de vez !!.

O maravilhoso inicio barroco com o peso stoner de "Pumping Blood" seria interessante se Kirk não fizesse os mesmos zumbidos de pernilongo da anterior "The View".

Não vou comentar "Mistress Dread" justamente porque não há o que se comentar, barulho por barulho ouço a banda do Chaves!
Segue o barco naufragando com "Ice Honey" e a estranha experimental "Cheat On Me", essa, soando como um King Crimson grunge.

"Frustation" por incrível que pareça não frustra tanto, com ótimos riffs sabbathicos ela flui bem, apesar da letra idiota.

A estranheza volta com a sonolenta "Little Dog". Lou Reed defeca na arte com sua voz chorosa de velho pidão. Em seguida temos a pesadíssima "Dragon" e a derradeira (graças a Deus !!) "Junior Dad", na qual Kirk Wah Wah Hammett dá o ar da graça com um solo tosco, pelo menos ele não fez barulhos chatos dessa vez.
A gravação amadora parece proposital, talvez tenha sido captada no microfone interno de um notebook usando o Audacity como editor.
Reze três Pai Nossos antes de ouvir essa coisa, depois tome um banho de sal grosso com água fervente.

Uma verdadeira bomba sonora !!
0.5
28/06/2018

Frases como: " Lulu não é um disco fácil", "Lulu ainda vai ser compreendido no futuro", são ditas para mascarar a ruindade dessa parceria circense.
Realmente Lulu não é fácil para os ouvidos, porque judia muito deles. A capa tosca lembra uma boneca achada no lixo.
Além da gravação horrorosa, harmonicamente o projeto não fala a mesma língua, é como cantar samba em ritmo sertanejo, a voz de Lou Reed não casa com o instrumental.
Em "Brandenburg Gate" isso fica claro!, pois o vocal decaído de Lou Reed sobre os acordes ora hard ora doom, deixam tudo dissonante no sentido barulhento da palavra.

"The View" é o melhor som da parceria, apesar dos barulhos irritantes da guitarra de Kirk Hammett.
Nos riffs de James ela ganha força enquanto Lars Ulrich despeja sempre as mesmas viradas sem nexo, música não precisa de regras catedráticas, mas o cara perdeu a noção de vez !!.

O maravilhoso inicio barroco com o peso stoner de "Pumping Blood" seria interessante se Kirk não fizesse os mesmos zumbidos de pernilongo da anterior "The View".

Não vou comentar "Mistress Dread" justamente porque não há o que se comentar, barulho por barulho ouço a banda do Chaves!
Segue o barco naufragando com "Ice Honey" e a estranha experimental "Cheat On Me", essa, soando como um King Crimson grunge.

"Frustation" por incrível que pareça não frustra tanto, com ótimos riffs sabbathicos ela flui bem, apesar da letra idiota.

A estranheza volta com a sonolenta "Little Dog". Lou Reed defeca na arte com sua voz chorosa de velho pidão. Em seguida temos a pesadíssima "Dragon" e a derradeira (graças a Deus !!) "Junior Dad", na qual Kirk Wah Wah Hammett dá o ar da graça com um solo tosco, pelo menos ele não fez barulhos chatos dessa vez.
A gravação amadora parece proposital, talvez tenha sido captada no microfone interno de um notebook usando o Audacity como editor.
Reze três Pai Nossos antes de ouvir essa coisa, depois tome um banho de sal grosso com água fervente.

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