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Resenha: Judas Priest - Firepower (2018)

Por: André Luiz Paiz

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Senhoras e senhores: Judas Priest!
4.5
12/06/2018

Impressionante a sensação causada em mim pela primeira audição de "Firepower". Me senti um garoto, que explorava e ouvia constantemente os mesmos álbuns clássicos, tamanha a qualidade de cada um. Dentre eles estavam "Painkiller", "Powerslave", "Master Of Puppets", "Ace Of Spades" e por aí vai... Claro que, a proporção é diferente e os tempos são outros. Mas, em resumo, o que ouvi aqui me impressionou e muito!

Ao receber a notícia de que o Judas Priest lançaria um novo álbum, pairou uma certa dúvida no ar, principalmente após a liberação do tracklist. Novamente teríamos um álbum longo e cheio de fillers como "Redeemer Of Souls", pensei. Mas, meus amigos, tenho o prazer de dizer que me enganei.

O tempo de estrada com a banda fez muito bem a Richie Faulkner, substituto de K. K. Downing. É notável que ele captou a essência do que a banda fez no passado e a aplicou nas novas composições. Sim, o destaque está com você, que carrega a tocha ao lado do já agora cansado e infelizmente doente, Glenn Tipton. São riffs excelentes, em músicas carregadas de grandes solos. Estes riffs por sinal, fazem com que o grande Scott Travis conduza-os com levadas espetaculares de bateria, gerando músicas eletrizantes. Tudo alinhado na maior perfeição com o baixo de Ian Hill.

Faltou falar de Rob Halford, não é? Não deixei para o final por acaso. Rob aqui está mais cauteloso com os agudos, mas sua interpretação e performance são fenomenais. Destaque acima de todos os destaques. Faço reverências a você, grande Rob Halford!

Aqui, em "Firepower", não haverá possibilidade de fazer um comentário faixa por faixa. Todas possuem grandes momentos, mas devo dizer que você não deve deixar de conferir "Firepower", "Lightning Strike", "Evil Never Dies", "Rising from Ruins" e "No Surrender", que nos faz lembrar dos grandes hinos como "Living After Midnight". O peso de "Necromancer" e "Traitors Gate" também impressionam, além da balada "Sea of Red". 

Eu só faria uma pequena mudança em "Firepower". Eu encerraria o álbum em "No Surrender", fechando com 12 faixas.

Ouça e aprecie este grande álbum de um dos maiores fenômenos do heavy metal.

Senhoras e senhores: Judas Priest!
4.5
12/06/2018

Impressionante a sensação causada em mim pela primeira audição de "Firepower". Me senti um garoto, que explorava e ouvia constantemente os mesmos álbuns clássicos, tamanha a qualidade de cada um. Dentre eles estavam "Painkiller", "Powerslave", "Master Of Puppets", "Ace Of Spades" e por aí vai... Claro que, a proporção é diferente e os tempos são outros. Mas, em resumo, o que ouvi aqui me impressionou e muito!

Ao receber a notícia de que o Judas Priest lançaria um novo álbum, pairou uma certa dúvida no ar, principalmente após a liberação do tracklist. Novamente teríamos um álbum longo e cheio de fillers como "Redeemer Of Souls", pensei. Mas, meus amigos, tenho o prazer de dizer que me enganei.

O tempo de estrada com a banda fez muito bem a Richie Faulkner, substituto de K. K. Downing. É notável que ele captou a essência do que a banda fez no passado e a aplicou nas novas composições. Sim, o destaque está com você, que carrega a tocha ao lado do já agora cansado e infelizmente doente, Glenn Tipton. São riffs excelentes, em músicas carregadas de grandes solos. Estes riffs por sinal, fazem com que o grande Scott Travis conduza-os com levadas espetaculares de bateria, gerando músicas eletrizantes. Tudo alinhado na maior perfeição com o baixo de Ian Hill.

Faltou falar de Rob Halford, não é? Não deixei para o final por acaso. Rob aqui está mais cauteloso com os agudos, mas sua interpretação e performance são fenomenais. Destaque acima de todos os destaques. Faço reverências a você, grande Rob Halford!

Aqui, em "Firepower", não haverá possibilidade de fazer um comentário faixa por faixa. Todas possuem grandes momentos, mas devo dizer que você não deve deixar de conferir "Firepower", "Lightning Strike", "Evil Never Dies", "Rising from Ruins" e "No Surrender", que nos faz lembrar dos grandes hinos como "Living After Midnight". O peso de "Necromancer" e "Traitors Gate" também impressionam, além da balada "Sea of Red". 

Eu só faria uma pequena mudança em "Firepower". Eu encerraria o álbum em "No Surrender", fechando com 12 faixas.

Ouça e aprecie este grande álbum de um dos maiores fenômenos do heavy metal.

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Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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