Bem-vindo ao 80 Minutos

Nós amamos música e adoramos compartilhar nossas avaliações sobre os álbuns de nossas bandas favoritas.

Resenha: High Spirits - Motivator (2016)

Por: Mário Pescada

Acessos: 55

Compartilhar:

Facebook Twitter Google +
User Photo
Album Cover
Uma viagem aos anos 80 em grande estilo
4
06/05/2018

Tudo nesse disco do HIGH SPIRITS lembra os saudosos anos 80: a capa, logo, letras, som e a pegada hard/heavy da banda, mas não se engane: “Motivator” foi gravado e lançado em 2016.

O som sem firulas deixa a banda mais para o hard rock do que heavy, mas ainda capaz de agradar os fãs saudosistas daquela sonoridade do heavy metal no seu começo. Básico aqui é a palavra-chave: nada é exagerado, desde os vocais até as guitarras, tudo é bem proporcional e direto, é um disco de rock e pronto.

Quem pilota a banda de Chicago/EUA é Chris Black (ou Christopher Weston, se preferir) que já passou por uma penca de bandas de pequeno-médio porte, como PHARAOH, SUPERCHRIST, DAWNBRINGER, FINAL PRAYER e outras.

As guitarras são dobradas e se alternam, deixando uma base sólida e abrindo passagem para o baixo marcante. Algumas passagens me lembraram muito o IRON MAIDEN dos primórdios como “Down The Endless Road” e “Take Me Home” (“Running Free” bateu forte ali) e da NWoBHM, com toda aquela energia que te faz balançar e se flagrar cantando junto - tente não cantar o refrão grudento de “This Is The Night” logo depois da primeira ouvida, por exemplo.

O disco é de facílima audição, são apenas 29 minutos distribuídos em 8 faixas (a abertura é uma curta instrumental). Quando você menos percebe ele acaba e lá vai você apertar play de novo. E de novo, e de novo...

Confira a sexta faixa do disco, “Haunted By Love”

Uma viagem aos anos 80 em grande estilo
4
06/05/2018

Tudo nesse disco do HIGH SPIRITS lembra os saudosos anos 80: a capa, logo, letras, som e a pegada hard/heavy da banda, mas não se engane: “Motivator” foi gravado e lançado em 2016.

O som sem firulas deixa a banda mais para o hard rock do que heavy, mas ainda capaz de agradar os fãs saudosistas daquela sonoridade do heavy metal no seu começo. Básico aqui é a palavra-chave: nada é exagerado, desde os vocais até as guitarras, tudo é bem proporcional e direto, é um disco de rock e pronto.

Quem pilota a banda de Chicago/EUA é Chris Black (ou Christopher Weston, se preferir) que já passou por uma penca de bandas de pequeno-médio porte, como PHARAOH, SUPERCHRIST, DAWNBRINGER, FINAL PRAYER e outras.

As guitarras são dobradas e se alternam, deixando uma base sólida e abrindo passagem para o baixo marcante. Algumas passagens me lembraram muito o IRON MAIDEN dos primórdios como “Down The Endless Road” e “Take Me Home” (“Running Free” bateu forte ali) e da NWoBHM, com toda aquela energia que te faz balançar e se flagrar cantando junto - tente não cantar o refrão grudento de “This Is The Night” logo depois da primeira ouvida, por exemplo.

O disco é de facílima audição, são apenas 29 minutos distribuídos em 8 faixas (a abertura é uma curta instrumental). Quando você menos percebe ele acaba e lá vai você apertar play de novo. E de novo, e de novo...

Confira a sexta faixa do disco, “Haunted By Love”

Sample photo

Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


Quer Mais?

Veja as nossas recomendações:

Album Cover

Wayward Sons - Ghosts Of Yet To Come (2017)

Grata revelação vinda de veteranos
4.5
Por: Mário Pescada
24/04/2018
Album Cover

Dream Evil - Dragonslayer (2002)

Um clássico para os fãs de power metal
5
Por: André Luiz Paiz
05/03/2018
Album Cover

Running Wild - Gates To Purgatory (1984)

Um debut chocante e visceral !
5
Por: Marcel Zangirolami
17/08/2018