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Resenha: High Spirits - Motivator (2016)

Por: Mário Pescada

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Uma viagem aos anos 80 em grande estilo
4
06/05/2018

Tudo nesse disco do HIGH SPIRITS lembra os saudosos anos 80: a capa, logo, letras, som e a pegada hard/heavy da banda, mas não se engane: “Motivator” foi gravado e lançado em 2016.

O som sem firulas deixa a banda mais para o hard rock do que heavy, mas ainda capaz de agradar os fãs saudosistas daquela sonoridade do heavy metal no seu começo. Básico aqui é a palavra-chave: nada é exagerado, desde os vocais até as guitarras, tudo é bem proporcional e direto, é um disco de rock e pronto.

Quem pilota a banda de Chicago/EUA é Chris Black (ou Christopher Weston, se preferir) que já passou por uma penca de bandas de pequeno-médio porte, como PHARAOH, SUPERCHRIST, DAWNBRINGER, FINAL PRAYER e outras.

As guitarras são dobradas e se alternam, deixando uma base sólida e abrindo passagem para o baixo marcante. Algumas passagens me lembraram muito o IRON MAIDEN dos primórdios como “Down The Endless Road” e “Take Me Home” (“Running Free” bateu forte ali) e da NWoBHM, com toda aquela energia que te faz balançar e se flagrar cantando junto - tente não cantar o refrão grudento de “This Is The Night” logo depois da primeira ouvida, por exemplo.

O disco é de facílima audição, são apenas 29 minutos distribuídos em 8 faixas (a abertura é uma curta instrumental). Quando você menos percebe ele acaba e lá vai você apertar play de novo. E de novo, e de novo...

Uma viagem aos anos 80 em grande estilo
4
06/05/2018

Tudo nesse disco do HIGH SPIRITS lembra os saudosos anos 80: a capa, logo, letras, som e a pegada hard/heavy da banda, mas não se engane: “Motivator” foi gravado e lançado em 2016.

O som sem firulas deixa a banda mais para o hard rock do que heavy, mas ainda capaz de agradar os fãs saudosistas daquela sonoridade do heavy metal no seu começo. Básico aqui é a palavra-chave: nada é exagerado, desde os vocais até as guitarras, tudo é bem proporcional e direto, é um disco de rock e pronto.

Quem pilota a banda de Chicago/EUA é Chris Black (ou Christopher Weston, se preferir) que já passou por uma penca de bandas de pequeno-médio porte, como PHARAOH, SUPERCHRIST, DAWNBRINGER, FINAL PRAYER e outras.

As guitarras são dobradas e se alternam, deixando uma base sólida e abrindo passagem para o baixo marcante. Algumas passagens me lembraram muito o IRON MAIDEN dos primórdios como “Down The Endless Road” e “Take Me Home” (“Running Free” bateu forte ali) e da NWoBHM, com toda aquela energia que te faz balançar e se flagrar cantando junto - tente não cantar o refrão grudento de “This Is The Night” logo depois da primeira ouvida, por exemplo.

O disco é de facílima audição, são apenas 29 minutos distribuídos em 8 faixas (a abertura é uma curta instrumental). Quando você menos percebe ele acaba e lá vai você apertar play de novo. E de novo, e de novo...

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