Bem-vindo ao 80 Minutos

Nós amamos música e adoramos compartilhar nossas avaliações sobre os álbuns de nossas bandas favoritas.

  • Últimas Notas de Visionary
  • Últimos Álbuns Votados de Gordon Giltrap
  • Album Cover
    Visionary (1976)

    4 Por: Tiago Meneses

Resenha: Gordon Giltrap - Visionary (1976)

Por: Tiago Meneses

Acessos: 133

Compartilhar:

Facebook Twitter Google +
User Photo
Album Cover
O primeiro álbum de uma abordagem mais desafiadora
4
30/04/2018

Primeiramente devo admitir que não sou um conhecedor profundo de sua carreira. Gordon Giltrap é um músico que faz parte da cena folclórica britânica, tendo Bert Jansch como a sua principal influência. Após lançar quatro álbuns entre os anos de 1968 e 1973 onde contava com uma música simples (acompanhada somente do seu violão), decidiu tirar três anos de “férias” pra que pudesse reavaliar o seu caminho musical. Quando voltou em 1976, escolheu abandonar o estilo acústico solitário e passou a ter uma abordagem mais desafiadora, agora em companhia de uma pequena banda, com quem gravou, por exemplo, esse disco em questão, denominado, Visionary.

Como resultado o que se tem é uma transformação radical em sua sonoridade, deixando de lado o folk cru e caindo de cabeça em uma linha sinfônica inspirada segundo palavras dele mesmo em desenhos, pinturas e poemas de William Blake. O álbum do começo ao fim é uma viagem através de uma música espacial influenciada por diversos artistas como Mike Oldfield, Yes, Moody Blues, Vangelis entre outros. Os arranjos sinfônicos dão uma grandeza no som de Gordon nunca antes atingido, o fazendo ir muito além de simples composições acústicas vistas em outrora.

Logo em sua abertura, repleto de teclados orquestrais que suportam uma melodia de violão acústico, o músico mostra o quanto excitante esse disco pode ser. Influências medievais estão em bastante evidência, instrumentos de sopro complementam os sons acústicos fazendo com que ao fecharmos os olhos, nos imaginemos caminhando sem rumo pelo verde de algum campo. A decisão de Giltrap de se reinventar como compositor e instrumentista foi um momento de verdadeira inspiração. Um álbum altamente recomendado para aqueles que gostam de progressivo sinfônico com uma inclinação acústica.

Posso está superestimando demais esse disco? Talvez, mas fazer isso do que deixá-lo esquecido e perdido sem que ele nunca receba os holofotes que mostrem sua existência. Mais pessoas deveriam conhecer isso. 

O primeiro álbum de uma abordagem mais desafiadora
4
30/04/2018

Primeiramente devo admitir que não sou um conhecedor profundo de sua carreira. Gordon Giltrap é um músico que faz parte da cena folclórica britânica, tendo Bert Jansch como a sua principal influência. Após lançar quatro álbuns entre os anos de 1968 e 1973 onde contava com uma música simples (acompanhada somente do seu violão), decidiu tirar três anos de “férias” pra que pudesse reavaliar o seu caminho musical. Quando voltou em 1976, escolheu abandonar o estilo acústico solitário e passou a ter uma abordagem mais desafiadora, agora em companhia de uma pequena banda, com quem gravou, por exemplo, esse disco em questão, denominado, Visionary.

Como resultado o que se tem é uma transformação radical em sua sonoridade, deixando de lado o folk cru e caindo de cabeça em uma linha sinfônica inspirada segundo palavras dele mesmo em desenhos, pinturas e poemas de William Blake. O álbum do começo ao fim é uma viagem através de uma música espacial influenciada por diversos artistas como Mike Oldfield, Yes, Moody Blues, Vangelis entre outros. Os arranjos sinfônicos dão uma grandeza no som de Gordon nunca antes atingido, o fazendo ir muito além de simples composições acústicas vistas em outrora.

Logo em sua abertura, repleto de teclados orquestrais que suportam uma melodia de violão acústico, o músico mostra o quanto excitante esse disco pode ser. Influências medievais estão em bastante evidência, instrumentos de sopro complementam os sons acústicos fazendo com que ao fecharmos os olhos, nos imaginemos caminhando sem rumo pelo verde de algum campo. A decisão de Giltrap de se reinventar como compositor e instrumentista foi um momento de verdadeira inspiração. Um álbum altamente recomendado para aqueles que gostam de progressivo sinfônico com uma inclinação acústica.

Posso está superestimando demais esse disco? Talvez, mas fazer isso do que deixá-lo esquecido e perdido sem que ele nunca receba os holofotes que mostrem sua existência. Mais pessoas deveriam conhecer isso. 

Sample photo

Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


Quer Mais?

Veja as nossas recomendações:

Album Cover

Paul Rodgers - The Royal Sessions (2014)

Um passeio por outros estilos musicais
4.5
Por: Márcio Chagas
18/03/2018
Album Cover

David Duchovny - Every Third Thought (2018)

Mais Indie, menos Folk...mas ainda relevante!
3
Por: Tarcisio Lucas
28/03/2018
Album Cover

The Allman Brothers Band - At Fillmore East (1971)

Um show histórico e que vai ser lembrado por toda a eternidade.
5
Por: Tiago Meneses
23/04/2018