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Resenha: Kiss - Hotter Than Hell (1974)

Por: André Luiz Paiz

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Album Cover
Não tão quente
3.5
27/02/2018

O álbum homônimo de estreia do fantástico Kiss não causou o impacto que a gravadora esperava. Com receio de sair de cena, rapidamente organizaram as coisas para acelerar o lançamento de um segundo álbum. Assim, em 1974, no mesmo ano do lançamento de seu antecessor é lançado: "Hotter Than Hell", um álbum com boas músicas, que figuram no setlist da banda até nos tempos atuais. Olhando o trabalho como um todo, parece também que falta algo, uma ou duas canções espetaculares talvez. 

Iniciar um álbum com Paul Stanley nos vocais é sempre um ótimo cartão de visitas. "Got to Choose" começa bem, embora me causa a sensação de que poderia ter sido melhor explorada.
"Hotter Than Hell" merece destaque também pelas composições de Ace, que iniciava uma evolução constante. "Parasite" é sua, cantada por Gene e é uma grande faixa. Um pouco mais de peso a deixaria perfeita.
Simmons segue no vocal com a ótima "Goin' Blind". Uma balada muito bem estruturada e com boas linhas vocais.
Paul retorna com a faixa-título, que acho um pouco cansativa. É mais uma das ideias que acho que poderiam ter sido exploradas com outra visão.
Paul e Gene dividem os vocais em "Let Me Go, Rock And Roll". O título fala por si e a faixa é excelente. Puro Rock And Roll!
Gene é o que mais canta no álbum e sua contribuição com "All the Way" é muito boa. Cá está, na minha opinião, a melhor do álbum.
"Watchin' You" é mais uma de Gene, porém fica um pouco abaixo das demais.
Peter Criss assume os vocais na boa faixa "Mainline", que possui um ótimo refrão. 
Paul se despede com boa performance em "Comin' Home" e Peter Criss encerra os trabalhos cantando uma música de Ace, "Strange Ways". Ace vai muito bem nas guitarras aqui e em todo o álbum.

"Hotter Than Hell" vendeu bem, mas não com números espetaculares. Ainda não seria este o grande trabalho do Kiss que levaria o grupo ao estrelato, mas estava para chegar...

Não tão quente
3.5
27/02/2018

O álbum homônimo de estreia do fantástico Kiss não causou o impacto que a gravadora esperava. Com receio de sair de cena, rapidamente organizaram as coisas para acelerar o lançamento de um segundo álbum. Assim, em 1974, no mesmo ano do lançamento de seu antecessor é lançado: "Hotter Than Hell", um álbum com boas músicas, que figuram no setlist da banda até nos tempos atuais. Olhando o trabalho como um todo, parece também que falta algo, uma ou duas canções espetaculares talvez. 

Iniciar um álbum com Paul Stanley nos vocais é sempre um ótimo cartão de visitas. "Got to Choose" começa bem, embora me causa a sensação de que poderia ter sido melhor explorada.
"Hotter Than Hell" merece destaque também pelas composições de Ace, que iniciava uma evolução constante. "Parasite" é sua, cantada por Gene e é uma grande faixa. Um pouco mais de peso a deixaria perfeita.
Simmons segue no vocal com a ótima "Goin' Blind". Uma balada muito bem estruturada e com boas linhas vocais.
Paul retorna com a faixa-título, que acho um pouco cansativa. É mais uma das ideias que acho que poderiam ter sido exploradas com outra visão.
Paul e Gene dividem os vocais em "Let Me Go, Rock And Roll". O título fala por si e a faixa é excelente. Puro Rock And Roll!
Gene é o que mais canta no álbum e sua contribuição com "All the Way" é muito boa. Cá está, na minha opinião, a melhor do álbum.
"Watchin' You" é mais uma de Gene, porém fica um pouco abaixo das demais.
Peter Criss assume os vocais na boa faixa "Mainline", que possui um ótimo refrão. 
Paul se despede com boa performance em "Comin' Home" e Peter Criss encerra os trabalhos cantando uma música de Ace, "Strange Ways". Ace vai muito bem nas guitarras aqui e em todo o álbum.

"Hotter Than Hell" vendeu bem, mas não com números espetaculares. Ainda não seria este o grande trabalho do Kiss que levaria o grupo ao estrelato, mas estava para chegar...

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