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Resenha: Judas Priest - '98 Live Meltdown (1998)

Por: André Luiz Paiz

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O álbum ao vivo de heavy metal que me desmontou
5
04/09/2017

Aqui estou, neste exato momento escutando "The Sentinel", e preparando minha resenha. Lembro-me quando, em 2001, escutei este álbum. Acreditem se quiser, mas só fui saber quem e o que era Judas Priest quando ouvi o '98 Live Meltdown. Naquele momento, o Judas estava buscando se reencontrar após o choque da saída de Rob Halford do grupo. Tinha acabado de lançar, em 1997, o controverso Jugulator. Controverso sim, porém havia nele algo impossível de discordar: Tim "Ripper" Owens, substituto de Halford, era (e ainda é) um fenômeno. Assim, este álbum ao vivo me desmontou. Deixe-me explicar...
'98 Live Meltdown produz uma sensação inexplicável, que enlouquece, arrepia e satisfaz. Já sabemos que a carreira do Judas é recheada de clássicos (ouvi vários e vários discos após este), porém este trabalho trouxe algo a mais: a personalidade de Ripper. Seu desempenho é tão bom quanto ao de Rob Halford, porém seu timbre é bem diferente e combinou perfeitamente com as músicas do Judas. As faixas são executadas em tons mais graves para adequação ao registro de Tim, o que tornou o trabalho extremamente mais pesado e eletrizante. Na época em que ouvi o álbum pela primeira vez, estava viciado, a ponto de levar o CD até na minha república de carnaval. O pessoal enlouquecia.

Faixas de destaque: Todos os clássicos do Judas Priest são destaques.

Se você tem heavy metal nas veias, eu o desafio a ouvir este álbum e não sentir absolutamente nada.

O álbum ao vivo de heavy metal que me desmontou
5
04/09/2017

Aqui estou, neste exato momento escutando "The Sentinel", e preparando minha resenha. Lembro-me quando, em 2001, escutei este álbum. Acreditem se quiser, mas só fui saber quem e o que era Judas Priest quando ouvi o '98 Live Meltdown. Naquele momento, o Judas estava buscando se reencontrar após o choque da saída de Rob Halford do grupo. Tinha acabado de lançar, em 1997, o controverso Jugulator. Controverso sim, porém havia nele algo impossível de discordar: Tim "Ripper" Owens, substituto de Halford, era (e ainda é) um fenômeno. Assim, este álbum ao vivo me desmontou. Deixe-me explicar...
'98 Live Meltdown produz uma sensação inexplicável, que enlouquece, arrepia e satisfaz. Já sabemos que a carreira do Judas é recheada de clássicos (ouvi vários e vários discos após este), porém este trabalho trouxe algo a mais: a personalidade de Ripper. Seu desempenho é tão bom quanto ao de Rob Halford, porém seu timbre é bem diferente e combinou perfeitamente com as músicas do Judas. As faixas são executadas em tons mais graves para adequação ao registro de Tim, o que tornou o trabalho extremamente mais pesado e eletrizante. Na época em que ouvi o álbum pela primeira vez, estava viciado, a ponto de levar o CD até na minha república de carnaval. O pessoal enlouquecia.

Faixas de destaque: Todos os clássicos do Judas Priest são destaques.

Se você tem heavy metal nas veias, eu o desafio a ouvir este álbum e não sentir absolutamente nada.

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