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Resenha: Harem Scarem - United (2017)

Por: André Luiz Paiz

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A chama do Hard Rock segue acesa
5
17/11/2017

A chama do Hard Rock segue acesa

Eis que os veteranos mestres do Hard Rock nos presenteiam com mais um álbum. O grupo canadense Harem Scarem segue produzindo com total domínio sobre este estilo tão espetacular.

Estamos diante de um álbum surpreendente. Não digo isso pelo fato de esperar menos do Harem Scarem. Pelo contrário, sou fã de carteirinha. Só que sabemos como estão as coisas hoje em dia, em que as bandas são praticamente obrigadas a lançar novos trabalhos para cair na estrada e gerar lucro com turnês. Isso pode gerar uma certa acomodação e falta de comprometimento. Posso adiantar que este não é o caso.
United é simplesmente perfeito! A dupla de compositores Harry Hess/Pete Lesperance segue firme como grande destaque na cena, com um trabalho fantástico se tratando de composição e produção. Conseguiram juntos tirar do forno um dos melhores ou o melhor disco de Hard Rock do ano. Me arrisco a dizer sem sombra de dúvidas. São onze faixas que farão você tocar e cantar junto, balançar os cabelos e se arrepiar, pois há um refrão melhor do que o outro. Há também peso, na medida certa. E além de todas estas qualidades, conseguiram uma façanha: diversidade entre as faixas sem que o nível caia em nenhuma momento.
Harry Hess continua se entregando ao máximo em termos de performance. Canta demais, soando melódico e agressivo quando necessário. Um monstro! Já o trabalho de guitarras de Pete Lesperance é de cair o queixo. Vários riffs empolgantes para tocarmos juntos com aquela guitarra imaginária enquanto ouvimos.

Como destaque, todas as faixas são relevantes e não há fillers neste álbum, mas preciso falar sobre algumas delas. 
A faixa-título começa extremamente melódica, com refrão espetacular, que ganha o ouvinte de cara. Uma faixa de abertura perfeita!
Quer se arrepiar? Ouça "Bite The Bullet". Fantástica! Você sairá cantando o refrão, totalmente arrepiado, até que na segunda parte da canção entra Jeff Scott Soto para complementar. Apelação, não é? Ouça e veja o resultado.
O hit "Here Today, Gone Tomorrow" também conta com vocais de apoio de Jeff Scott Soto. A versão japonesa traz uma versão acústica desta faixa que ficou bem legal também. Aliás, o Harem Scarem bomba no Japão. Esta faixa também é um dos destaques, sem sombra de dúvidas.
Quer mais um refrão espetacular? Lá vai: "Sinking Ship". Peso e melodia na medida certa. Uma das minhas favoritas.
Se está afim de um Hard Rock ao pé da letra, você terá com "No Regrets". O destaque aqui é Hess, cantando rasgado e detonando.
"The Sky Is Falling" é tão melódica que poderia ser considerada um AOR, não fosse pelo vocal rasgado de Hess. Diversificada, traz balanço ao conteúdo do álbum. O refrão é mais uma vez destaque.

Sinceramente, escolhi apenas algumas faixas somente como incentivo, para que você tenha um aperitivo que comprove que é extremamente obrigatória a aquisição de "United". Um álbum perfeito, feito por quem carrega o sangue do Hard Rock nas veias e não vai parar tão cedo.

A chama do Hard Rock segue acesa
5
17/11/2017

A chama do Hard Rock segue acesa

Eis que os veteranos mestres do Hard Rock nos presenteiam com mais um álbum. O grupo canadense Harem Scarem segue produzindo com total domínio sobre este estilo tão espetacular.

Estamos diante de um álbum surpreendente. Não digo isso pelo fato de esperar menos do Harem Scarem. Pelo contrário, sou fã de carteirinha. Só que sabemos como estão as coisas hoje em dia, em que as bandas são praticamente obrigadas a lançar novos trabalhos para cair na estrada e gerar lucro com turnês. Isso pode gerar uma certa acomodação e falta de comprometimento. Posso adiantar que este não é o caso.
United é simplesmente perfeito! A dupla de compositores Harry Hess/Pete Lesperance segue firme como grande destaque na cena, com um trabalho fantástico se tratando de composição e produção. Conseguiram juntos tirar do forno um dos melhores ou o melhor disco de Hard Rock do ano. Me arrisco a dizer sem sombra de dúvidas. São onze faixas que farão você tocar e cantar junto, balançar os cabelos e se arrepiar, pois há um refrão melhor do que o outro. Há também peso, na medida certa. E além de todas estas qualidades, conseguiram uma façanha: diversidade entre as faixas sem que o nível caia em nenhuma momento.
Harry Hess continua se entregando ao máximo em termos de performance. Canta demais, soando melódico e agressivo quando necessário. Um monstro! Já o trabalho de guitarras de Pete Lesperance é de cair o queixo. Vários riffs empolgantes para tocarmos juntos com aquela guitarra imaginária enquanto ouvimos.

Como destaque, todas as faixas são relevantes e não há fillers neste álbum, mas preciso falar sobre algumas delas. 
A faixa-título começa extremamente melódica, com refrão espetacular, que ganha o ouvinte de cara. Uma faixa de abertura perfeita!
Quer se arrepiar? Ouça "Bite The Bullet". Fantástica! Você sairá cantando o refrão, totalmente arrepiado, até que na segunda parte da canção entra Jeff Scott Soto para complementar. Apelação, não é? Ouça e veja o resultado.
O hit "Here Today, Gone Tomorrow" também conta com vocais de apoio de Jeff Scott Soto. A versão japonesa traz uma versão acústica desta faixa que ficou bem legal também. Aliás, o Harem Scarem bomba no Japão. Esta faixa também é um dos destaques, sem sombra de dúvidas.
Quer mais um refrão espetacular? Lá vai: "Sinking Ship". Peso e melodia na medida certa. Uma das minhas favoritas.
Se está afim de um Hard Rock ao pé da letra, você terá com "No Regrets". O destaque aqui é Hess, cantando rasgado e detonando.
"The Sky Is Falling" é tão melódica que poderia ser considerada um AOR, não fosse pelo vocal rasgado de Hess. Diversificada, traz balanço ao conteúdo do álbum. O refrão é mais uma vez destaque.

Sinceramente, escolhi apenas algumas faixas somente como incentivo, para que você tenha um aperitivo que comprove que é extremamente obrigatória a aquisição de "United". Um álbum perfeito, feito por quem carrega o sangue do Hard Rock nas veias e não vai parar tão cedo.

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Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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