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Resenha: Bad Company - Dangerous Age (1988)

Por: Marcel Z. Dio

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Album Cover
Curvando-se ao lado farofa da força
2.5
22/09/2019

Com a entrada de Brian Howe no fraco Fame and Fortune, o Bad Company virou um Mamute farofa do hard. Ainda que o novo vocalista tenha seus méritos, o som não ajudava em nada.
A banda desmanchou-se em baladinhas marotas e um pop blues que não tapeou ninguém, nem mesmo os fanáticos.

Para a modesta resenha, quis escapar dos clássicos e escolher um disco mediano do Bad Company, como Fame and Fortune e Holly Water, mas como tenho o bolachão, optei por Dangerous Age.

Dangerous Age não tem surpresas, a exceção da ótima "One Night" e sua pegada forte de bateria e o excelente riff de abertura, que aparece algumas vezes no pós refrão.

Outra luz no fim do túnel é "Rock of America", com uma bacana introdução a lá AC/DC. Sim, aqui temos um senhor rock and roll sem frescuras, com uma dose de farofa apimentada. A letra leva o manjado enredo dor de corno à americana, tipo : tomei um chifre e agora vou sair rodando a cidade num Corvette vermelho ouvindo rock sobre as luzes da noite.

"No Smoke Without Fire" empolga pela metade, desiludindo no refrão canalha da "escola" irmãos Nelson. Quem conhece sabe, o som da dupla não vale um vintém.

"Something About You" é preguiça pura, baladinha que não caberia nem num EP do Bon Jovi, apesar do bom solo no intermédio.

E as faixas não citadas prosseguem na toada blues/ rock cumpridor de tabela. A tônica da maioria dos medalhões do hard setenta que migraram ao soft pra pegar uma grana fácil e manter as contas em dia.
O Bad Company também carregou uma certa leveza e apelo radiofônico no passado, entretanto, presenteou os fãs com discos clássicos e arranjos irretocáveis. A diferença com o passar do tempo foi a dose alta do apelo citado acima, envelheceu mal e virou boa companhia, uma tia de sorveteria.

A foto da capa é transgressora, faltou o mesmo com a parte principal.

Curvando-se ao lado farofa da força
2.5
22/09/2019

Com a entrada de Brian Howe no fraco Fame and Fortune, o Bad Company virou um Mamute farofa do hard. Ainda que o novo vocalista tenha seus méritos, o som não ajudava em nada.
A banda desmanchou-se em baladinhas marotas e um pop blues que não tapeou ninguém, nem mesmo os fanáticos.

Para a modesta resenha, quis escapar dos clássicos e escolher um disco mediano do Bad Company, como Fame and Fortune e Holly Water, mas como tenho o bolachão, optei por Dangerous Age.

Dangerous Age não tem surpresas, a exceção da ótima "One Night" e sua pegada forte de bateria e o excelente riff de abertura, que aparece algumas vezes no pós refrão.

Outra luz no fim do túnel é "Rock of America", com uma bacana introdução a lá AC/DC. Sim, aqui temos um senhor rock and roll sem frescuras, com uma dose de farofa apimentada. A letra leva o manjado enredo dor de corno à americana, tipo : tomei um chifre e agora vou sair rodando a cidade num Corvette vermelho ouvindo rock sobre as luzes da noite.

"No Smoke Without Fire" empolga pela metade, desiludindo no refrão canalha da "escola" irmãos Nelson. Quem conhece sabe, o som da dupla não vale um vintém.

"Something About You" é preguiça pura, baladinha que não caberia nem num EP do Bon Jovi, apesar do bom solo no intermédio.

E as faixas não citadas prosseguem na toada blues/ rock cumpridor de tabela. A tônica da maioria dos medalhões do hard setenta que migraram ao soft pra pegar uma grana fácil e manter as contas em dia.
O Bad Company também carregou uma certa leveza e apelo radiofônico no passado, entretanto, presenteou os fãs com discos clássicos e arranjos irretocáveis. A diferença com o passar do tempo foi a dose alta do apelo citado acima, envelheceu mal e virou boa companhia, uma tia de sorveteria.

A foto da capa é transgressora, faltou o mesmo com a parte principal.

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Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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