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Resenha: Scorpions - Sting In The Tail (2010)

Por: André Luiz Paiz

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Uma banda ainda enérgica
4
21/09/2019

"Sting In The Tail" é simplesmente o décimo sétimo álbum de estúdio do Scorpions. Um feito alcançado por pouquíssimas bandas.

Inicialmente planejado para se chamar "Humanity: Hour II", a banda deixou de lado esta ideia de seguir um conceito e quis voltar à sua sonoridade oitentista, mesclada com uma abordagem moderna e atual. Como resultado, temos aqui um disco pesado, melódico e enérgico. Tudo o que o fã da banda e de boa música espera.

Desta vez vou começar pelas baladas. São quatro no total e nenhuma delas decepciona. Sim, é um número alto para um disco de doze músicas, mas esta já é uma característica comum dos álbuns do grupo lançados dos anos oitenta adiante. "The Good Die Young" destaca-se principalmente pela participação de Tarja Turunen e pelo ótimo refrão. "Lorelei" e "Sly" são belíssimas e mostram claramente o motivo de Klaus Meine ser um dos maiores vocalistas de todos os tempos. Aliás, a introdução de "Sly" claramente pegou carona em "Send Me An Angel", famosa balada do álbum "Crazy World". Por fim, a versão comum do álbum é encerrada também com a emocionante "The Best Is Yet to Come". Mas, é no restante das faixas que o álbum realmente empolga.
"Raised on Rock" é a típica faixa de abertura, com o também típico clichê do hard rock na letra. Agrada bastante. Em seguida, a faixa-título soa contemporânea e pode causar estranheza, mas, para mim funciona bem. A terceira faixa é "Slave", que não empolga tanto.
Após "The Good Die Young", a dupla "No Limit" e "Rock Zone" são ótimas. Energéticas e com peso necessário para manter o ouvinte interessado. Para mim, são as melhores ao lado da ótima "Turn You On", que nos transporta para a fase glam dos anos 80, porém com o peso resultante da ótima produção. "Spirit of Rock" segue a mesma proposta e também não decepciona. Por fim, "Let's Rock" possui boa proposta, só merecia um refrão mais impactante.

A turnê de "Sting In The Tail" supostamente seria a última da banda. Ainda bem que mudaram de ideia. Claramente a banda ainda tem muita música boa para produzir. Temos aqui um álbum que agradará em cheio os fãs de hard rock e também de música boa. Só não merece uma nota maior pois poderia ser mais objetivo e possuir menos faixas, embora esta não seja uma característica exclusiva da banda e sim das gravadoras.

Uma banda ainda enérgica
4
21/09/2019

"Sting In The Tail" é simplesmente o décimo sétimo álbum de estúdio do Scorpions. Um feito alcançado por pouquíssimas bandas.

Inicialmente planejado para se chamar "Humanity: Hour II", a banda deixou de lado esta ideia de seguir um conceito e quis voltar à sua sonoridade oitentista, mesclada com uma abordagem moderna e atual. Como resultado, temos aqui um disco pesado, melódico e enérgico. Tudo o que o fã da banda e de boa música espera.

Desta vez vou começar pelas baladas. São quatro no total e nenhuma delas decepciona. Sim, é um número alto para um disco de doze músicas, mas esta já é uma característica comum dos álbuns do grupo lançados dos anos oitenta adiante. "The Good Die Young" destaca-se principalmente pela participação de Tarja Turunen e pelo ótimo refrão. "Lorelei" e "Sly" são belíssimas e mostram claramente o motivo de Klaus Meine ser um dos maiores vocalistas de todos os tempos. Aliás, a introdução de "Sly" claramente pegou carona em "Send Me An Angel", famosa balada do álbum "Crazy World". Por fim, a versão comum do álbum é encerrada também com a emocionante "The Best Is Yet to Come". Mas, é no restante das faixas que o álbum realmente empolga.
"Raised on Rock" é a típica faixa de abertura, com o também típico clichê do hard rock na letra. Agrada bastante. Em seguida, a faixa-título soa contemporânea e pode causar estranheza, mas, para mim funciona bem. A terceira faixa é "Slave", que não empolga tanto.
Após "The Good Die Young", a dupla "No Limit" e "Rock Zone" são ótimas. Energéticas e com peso necessário para manter o ouvinte interessado. Para mim, são as melhores ao lado da ótima "Turn You On", que nos transporta para a fase glam dos anos 80, porém com o peso resultante da ótima produção. "Spirit of Rock" segue a mesma proposta e também não decepciona. Por fim, "Let's Rock" possui boa proposta, só merecia um refrão mais impactante.

A turnê de "Sting In The Tail" supostamente seria a última da banda. Ainda bem que mudaram de ideia. Claramente a banda ainda tem muita música boa para produzir. Temos aqui um álbum que agradará em cheio os fãs de hard rock e também de música boa. Só não merece uma nota maior pois poderia ser mais objetivo e possuir menos faixas, embora esta não seja uma característica exclusiva da banda e sim das gravadoras.

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