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Resenha: Korn - The Nothing (2019)

Por: Marcio Alexandre

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Há 25 anos exorcizando seus demônios e indo além
4.5
09/09/2019

Sombrio, melancólico, desesperado e pesado! Essas são palavras que definem o que é “The Nothing”, o novo álbum do Korn. Claro que em se tratando da banda, essas palavras acabam se tornando triviais para categorizá-los, pois desde sempre sua obra é pautada nesses ambientes. Mas dessa vez, a carga de tudo está bastante acentuada, seja pela idade dos integrantes que hoje já beiram os 50 anos e com isso toda uma carga de vida está junto dos caras, aliados à 25 anos da banda. Isso mesmo, há 25 anos, metade da vida deles, aqueles moleques pirados de Bakersfield, vestidos com roupas da adidas e dreads, fazendo um som maluco que não podia ser categorizado dentro de nenhum dos gêneros do Heavy Metal e levou a alcunha famigerada de serem uma banda de New Metal rodando mundo levando sua música à quem ame, ou aqueles que o odeiam. Nesse decorrer de tempo, são 13 discos de estúdios e cada álbum do Korn se tornou uma experiência única, da primeira à última música somos jogados num turbilhão de sentimentos seja pelas letras extremamente carregadas, pela sonoridade cheia de peso e agressividade ou principalmente pela cheia de identidade, de presença e forte voz de Jonathan Davis que ao cantar faz isso um exercício de exorcismos de seus demônios. 

Não foi diferente dessa vez, por isso essa longa introdução antes de realmente tratarmos de “The Nothing”, pois mais uma vez temos uma experiência extremamente pessoal do vocalista, que vinha já anunciando que o disco seria sombrio e carregado e de fato ele não mentiu. Davis excursionava com seu trabalho solo em 2018, o disco “Black Labyrinth”, quando recebeu o duro golpe da morte de sua esposa, Deven Davis. O baque foi duro, a turnê foi interrompida e no meio disso, o processo de composição do disco novo já se encontrava em andamento, o que acabou se refletindo no resultado final. 

O substituto de “The Serenity of Suffering” de 2016, disco este que foi o responsável por colocar ordem na casa que vinha meio bagunçada há algum tempo, segue a linha do mesmo e vai além. Não é um disco que possa ser comparado à algum outro da discografia pois este é bastante particular se fazendo uma grande momento da banda sem par. Então finalmente vamos tratar sobre “The Nothing”. 

Uma gaita de fole é o primeiro acorde que inicia o disco. Já sentimos aquele gostinho de nostalgia para quem acompanha a banda há anos. “The End Begins” é a abertura e já mostra toda a carga dramática que se seguirá adiante. Em seu final, Jonathan já se mostra bastante perturbado quando chora e clama desesperado pela sua inquietação. 

Em seguida, “Cold” realmente traz do que o álbum irá tratar, de muito peso! A faixa já é bem conhecida do público sendo a segunda a ser divulgada como single. Carregada e densa, tem uma pré-refrão agressivo, com Davis estremecendo tudo com seu gutural e logo caímos num baita refrão, estilo que a banda vem apostando há um bom tempo já e reforçou bastante no disco de 2016, não diferente aqui. A parte instrumental segue alinhada e cheia de groove, com o baixo de Fieldy bastante marcante e um grande destaque para o baterista Ray Luzier que cada vez mais vem se sentido confortável e criando linhas matadoras. A insanidade do final já nos joga em outro mundo e ansiosos para o que vem pela frente. 

“You’ll Never Find Me” dá seguimento e também já e das conhecidas sendo a primeira à vir à tona como divulgação. Esta segue a estrutura da faixa anterior com um instrumental bastante cadenciado em seus versos e seguindo para um refrão que pega fácil, porém segue mais melódica que a outra. A ponte é pura insanidade com um momento pesado e Davis berrando em sua melhor forma, puro caos e outra grande faixa. Grande trabalho dos guitarristas Brian e Munky que criam linhas viciantes e muito inteligentes na cadência. O final da faixa vai fazer os fãs mais saudosistas se remeterem ao primeiro disco com a música “Blind”. 

Seguindo sem deixar o pique cair, “The Darkness is Revealing” começa swingada no vocal e com muito groove no instrumental e aquela paradinha climática no pré-refrão que mostra que o Korn ainda é o Korn mesmo após todos estes anos e arrancam um sorriso do ouvinte. O refrão continua bastante forte e grudento. A ponte traz mais um momento caótico com muita euforia e um trabalho vocal impecável aliado à uma melodia pesada e densa. Um dos maiores destaques do disco. 

“Idiosyncrasy” é o momento mais pesado do disco todo. Tem um começo grandioso e seu andamento cadenciado nos faz viajar em seu decorrer e quando cai pro pré-refrão as guitarras se intensificam em muito peso numa dobra extremamente agressiva e a banda se une de forma concisa e total entrosamento, e que refrão perfeito surge aqui, seu andamento é magnifico. Mas o melhor vem na sua segunda parte, o baixo de Fieldy abre caminho, para uma bateria nervosa e um Jonathan surtado vai crescendo conforme o desenrolar, sua voz dispara sobrepostas por gritos agoniantes. O Korn em sua melhor forma. Em seu final já nos entregamos e o pescoço já está no automático.
 
Continuando, “The Seduction of Indulgence” é um interlúdio para tentar trazer alguma paz após a porrada anterior, e parece um mantra vindo de um manicômio, ao mesmo tempo que mais branda, continua surtado. “Finally Free” continua a ideia de mais calmaria numa faixa mais cadenciada e com uma levada muito boa nos versos, marcada por um grande trabalho de baixo e bateria em perfeita harmonia. Não vou falar o baita refrão que se apresenta aqui porque seria falar mais do mesmo. A faixa cresce em peso na sua ponte e toda a loucura volta à tona, tornando a faixa redondinha e muito bem executada. 

“Can You Hear Me” é a seguinte e essa faixa tem um cunho especial aos fãs. Desde 2011 ela se encontra em produção, composta durante a turnê de “The Path of Totality” em parceria com o DJ Killbot, inicialmente faria parte do disco “Paradigm Shift” de 2013, depois do disco solo de Davis, mas somente agora ela realmente apareceu. A espera valeu a pena, pois apesar de uma faixa bastante simples, é muito intimista e bastante densa. Praticamente se vale de seu refrão que é extremamente harmonioso e muito simpático, mas ao mesmo tempo é um xodó por aqui, pois cativa rápido e a vontade de ouvir algumas repetidas vezes aparece. 

Cheia de groove, peso e melodia, “The Ringmaster” dá seguimento e é uma bela faixa cheia de ritmo e harmonia. Seu andamento parece uma junção de fases do Korn, principalmente do “Issues”, direto e pesado e ponte parece diretamente saída do “Untouchables”. Isso torna a audição um tanto prazerosa e ao mesmo tempo que nova, o gostinho de já conhecer de tempos esses caras. 

Com Ray espancando a bateria logo de cara, “Gravity of Discomfort” é outra cheia de swing e com Jonathan alternando a voz entre mais branda e outro momento mais encorpado. A música cresce muito em refrão e é outra muito redondinha, muito bem executada e o baixo jogado na nossa cara, ou melhor, nosso ouvidos, pois o destaque é enorme. A ponte é pura insanidade e muito cheia de força. A identidade dos dois guitarristas aqui se faz um tanto presentes fazendo o que eles sabem de melhor, misturando muito peso e melodia. Final extremamente pesado. 

“H@rder” já começa sem rodeios, pesada e insana. O verso é cantado num caos total e o crescendo do instrumental eleva esse espírito. O vai e vem do andamento joga o ouvinte de um lado pro outro sem rumo e quando achamos que as coisas vão se acalmar, um momento de muito peso surge, com um quase blast-beat iniciando uma verdadeira loucura musical, é um dos momentos mais surtados do disco todo e que não há como explicar a audição e o nó que ela vai causar na cabeça de quem estiver do lado de cá. Absurda a carga dramática de tudo nessa faixa. Absurda de tão competente que é. Ah, e tem blast-beat no final.

Chegando próximo ao fim, “This Loss” é forte, muito densa na explosão de sentimentos que seu refrão traz. O andamento é cheio e com muito groove. Na ponte a música cai em outro ritmo completamente diferente, mais brando e Davis investindo em alguns momento não comuns à seu seguimento, mas se sai muito bem e logo estamos de volta à uma explosão de fúria e peso. Encerrando o trabalho temos “Surrender to Failure”, que é um momento bem mais calmo, com Jonathan passando todo seu feeling com sua voz e é o momento dele brilhar e ter os holofotes somente nele, pois nesse decorrer de tempo o moço já mostrou que se afirmou como um grande vocalista e compositor e não havia jeito melhor de encerrar a obra do que com seu brilho e melancolia do menino atormentado que sempre foi. 

Mais uma vez o Korn conseguiu atingir um trabalho de alto nível, muito feeling e muita qualidade. “The Nothing” é tudo que prometeram e vai além, é mais uma grande experiência auditiva para quem se entrega ao momento e se sente envolvido com a música desses caras. Vida longa à esses meninos, apesar dos infernos que se veem envolvidos, conseguiram superar e transformar isso numa música de catarse e que assim se siga por anos e anos e gritem ao mundo seus demônios. Nós agradecemos!

Há 25 anos exorcizando seus demônios e indo além
4.5
09/09/2019

Sombrio, melancólico, desesperado e pesado! Essas são palavras que definem o que é “The Nothing”, o novo álbum do Korn. Claro que em se tratando da banda, essas palavras acabam se tornando triviais para categorizá-los, pois desde sempre sua obra é pautada nesses ambientes. Mas dessa vez, a carga de tudo está bastante acentuada, seja pela idade dos integrantes que hoje já beiram os 50 anos e com isso toda uma carga de vida está junto dos caras, aliados à 25 anos da banda. Isso mesmo, há 25 anos, metade da vida deles, aqueles moleques pirados de Bakersfield, vestidos com roupas da adidas e dreads, fazendo um som maluco que não podia ser categorizado dentro de nenhum dos gêneros do Heavy Metal e levou a alcunha famigerada de serem uma banda de New Metal rodando mundo levando sua música à quem ame, ou aqueles que o odeiam. Nesse decorrer de tempo, são 13 discos de estúdios e cada álbum do Korn se tornou uma experiência única, da primeira à última música somos jogados num turbilhão de sentimentos seja pelas letras extremamente carregadas, pela sonoridade cheia de peso e agressividade ou principalmente pela cheia de identidade, de presença e forte voz de Jonathan Davis que ao cantar faz isso um exercício de exorcismos de seus demônios. 

Não foi diferente dessa vez, por isso essa longa introdução antes de realmente tratarmos de “The Nothing”, pois mais uma vez temos uma experiência extremamente pessoal do vocalista, que vinha já anunciando que o disco seria sombrio e carregado e de fato ele não mentiu. Davis excursionava com seu trabalho solo em 2018, o disco “Black Labyrinth”, quando recebeu o duro golpe da morte de sua esposa, Deven Davis. O baque foi duro, a turnê foi interrompida e no meio disso, o processo de composição do disco novo já se encontrava em andamento, o que acabou se refletindo no resultado final. 

O substituto de “The Serenity of Suffering” de 2016, disco este que foi o responsável por colocar ordem na casa que vinha meio bagunçada há algum tempo, segue a linha do mesmo e vai além. Não é um disco que possa ser comparado à algum outro da discografia pois este é bastante particular se fazendo uma grande momento da banda sem par. Então finalmente vamos tratar sobre “The Nothing”. 

Uma gaita de fole é o primeiro acorde que inicia o disco. Já sentimos aquele gostinho de nostalgia para quem acompanha a banda há anos. “The End Begins” é a abertura e já mostra toda a carga dramática que se seguirá adiante. Em seu final, Jonathan já se mostra bastante perturbado quando chora e clama desesperado pela sua inquietação. 

Em seguida, “Cold” realmente traz do que o álbum irá tratar, de muito peso! A faixa já é bem conhecida do público sendo a segunda a ser divulgada como single. Carregada e densa, tem uma pré-refrão agressivo, com Davis estremecendo tudo com seu gutural e logo caímos num baita refrão, estilo que a banda vem apostando há um bom tempo já e reforçou bastante no disco de 2016, não diferente aqui. A parte instrumental segue alinhada e cheia de groove, com o baixo de Fieldy bastante marcante e um grande destaque para o baterista Ray Luzier que cada vez mais vem se sentido confortável e criando linhas matadoras. A insanidade do final já nos joga em outro mundo e ansiosos para o que vem pela frente. 

“You’ll Never Find Me” dá seguimento e também já e das conhecidas sendo a primeira à vir à tona como divulgação. Esta segue a estrutura da faixa anterior com um instrumental bastante cadenciado em seus versos e seguindo para um refrão que pega fácil, porém segue mais melódica que a outra. A ponte é pura insanidade com um momento pesado e Davis berrando em sua melhor forma, puro caos e outra grande faixa. Grande trabalho dos guitarristas Brian e Munky que criam linhas viciantes e muito inteligentes na cadência. O final da faixa vai fazer os fãs mais saudosistas se remeterem ao primeiro disco com a música “Blind”. 

Seguindo sem deixar o pique cair, “The Darkness is Revealing” começa swingada no vocal e com muito groove no instrumental e aquela paradinha climática no pré-refrão que mostra que o Korn ainda é o Korn mesmo após todos estes anos e arrancam um sorriso do ouvinte. O refrão continua bastante forte e grudento. A ponte traz mais um momento caótico com muita euforia e um trabalho vocal impecável aliado à uma melodia pesada e densa. Um dos maiores destaques do disco. 

“Idiosyncrasy” é o momento mais pesado do disco todo. Tem um começo grandioso e seu andamento cadenciado nos faz viajar em seu decorrer e quando cai pro pré-refrão as guitarras se intensificam em muito peso numa dobra extremamente agressiva e a banda se une de forma concisa e total entrosamento, e que refrão perfeito surge aqui, seu andamento é magnifico. Mas o melhor vem na sua segunda parte, o baixo de Fieldy abre caminho, para uma bateria nervosa e um Jonathan surtado vai crescendo conforme o desenrolar, sua voz dispara sobrepostas por gritos agoniantes. O Korn em sua melhor forma. Em seu final já nos entregamos e o pescoço já está no automático.
 
Continuando, “The Seduction of Indulgence” é um interlúdio para tentar trazer alguma paz após a porrada anterior, e parece um mantra vindo de um manicômio, ao mesmo tempo que mais branda, continua surtado. “Finally Free” continua a ideia de mais calmaria numa faixa mais cadenciada e com uma levada muito boa nos versos, marcada por um grande trabalho de baixo e bateria em perfeita harmonia. Não vou falar o baita refrão que se apresenta aqui porque seria falar mais do mesmo. A faixa cresce em peso na sua ponte e toda a loucura volta à tona, tornando a faixa redondinha e muito bem executada. 

“Can You Hear Me” é a seguinte e essa faixa tem um cunho especial aos fãs. Desde 2011 ela se encontra em produção, composta durante a turnê de “The Path of Totality” em parceria com o DJ Killbot, inicialmente faria parte do disco “Paradigm Shift” de 2013, depois do disco solo de Davis, mas somente agora ela realmente apareceu. A espera valeu a pena, pois apesar de uma faixa bastante simples, é muito intimista e bastante densa. Praticamente se vale de seu refrão que é extremamente harmonioso e muito simpático, mas ao mesmo tempo é um xodó por aqui, pois cativa rápido e a vontade de ouvir algumas repetidas vezes aparece. 

Cheia de groove, peso e melodia, “The Ringmaster” dá seguimento e é uma bela faixa cheia de ritmo e harmonia. Seu andamento parece uma junção de fases do Korn, principalmente do “Issues”, direto e pesado e ponte parece diretamente saída do “Untouchables”. Isso torna a audição um tanto prazerosa e ao mesmo tempo que nova, o gostinho de já conhecer de tempos esses caras. 

Com Ray espancando a bateria logo de cara, “Gravity of Discomfort” é outra cheia de swing e com Jonathan alternando a voz entre mais branda e outro momento mais encorpado. A música cresce muito em refrão e é outra muito redondinha, muito bem executada e o baixo jogado na nossa cara, ou melhor, nosso ouvidos, pois o destaque é enorme. A ponte é pura insanidade e muito cheia de força. A identidade dos dois guitarristas aqui se faz um tanto presentes fazendo o que eles sabem de melhor, misturando muito peso e melodia. Final extremamente pesado. 

“H@rder” já começa sem rodeios, pesada e insana. O verso é cantado num caos total e o crescendo do instrumental eleva esse espírito. O vai e vem do andamento joga o ouvinte de um lado pro outro sem rumo e quando achamos que as coisas vão se acalmar, um momento de muito peso surge, com um quase blast-beat iniciando uma verdadeira loucura musical, é um dos momentos mais surtados do disco todo e que não há como explicar a audição e o nó que ela vai causar na cabeça de quem estiver do lado de cá. Absurda a carga dramática de tudo nessa faixa. Absurda de tão competente que é. Ah, e tem blast-beat no final.

Chegando próximo ao fim, “This Loss” é forte, muito densa na explosão de sentimentos que seu refrão traz. O andamento é cheio e com muito groove. Na ponte a música cai em outro ritmo completamente diferente, mais brando e Davis investindo em alguns momento não comuns à seu seguimento, mas se sai muito bem e logo estamos de volta à uma explosão de fúria e peso. Encerrando o trabalho temos “Surrender to Failure”, que é um momento bem mais calmo, com Jonathan passando todo seu feeling com sua voz e é o momento dele brilhar e ter os holofotes somente nele, pois nesse decorrer de tempo o moço já mostrou que se afirmou como um grande vocalista e compositor e não havia jeito melhor de encerrar a obra do que com seu brilho e melancolia do menino atormentado que sempre foi. 

Mais uma vez o Korn conseguiu atingir um trabalho de alto nível, muito feeling e muita qualidade. “The Nothing” é tudo que prometeram e vai além, é mais uma grande experiência auditiva para quem se entrega ao momento e se sente envolvido com a música desses caras. Vida longa à esses meninos, apesar dos infernos que se veem envolvidos, conseguiram superar e transformar isso numa música de catarse e que assim se siga por anos e anos e gritem ao mundo seus demônios. Nós agradecemos!

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