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Resenha: Scorpions - Humanity - Hour I (2007)

Por: Yago Neco Teixeira

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O legado mais pesado, reflexivo e "sombrio"
5
13/08/2019

O ano era 2007 e o Scorpions já tinha se reerguido da "queda livre" que entrou nos anos 90 e começo dos anos 2000. Muitas das pessoas que se consideram fãs não sabem, mas nos álbuns Moment Of Glory (2000) e Acoustica (2001), que são louvados incansavelmente por aqueles que dizem amar a banda mas que tem preguiça de ir atrás de ouvir toda a discografia, a banda estava perdida. Sim! Rudolf e companhia estavam desorientados, a política do faturar mais e mais estava sendo um tiro no pé (O próprio Paulo Baron, empresário do Scorpions nas Américas, mencionou essas palavras). 
Feita essa introdução agora podemos falar realmente sobre o álbum a que essa resenha está destinada: Humanity: Hour I. Neste álbum vemos um Scorpions flertando fortemente com o metal, não é a toa que é o álbum mais pesado até hoje (08-2019) da discografia dos alemães. Não concorda comigo? Vou argumentar de forma técnica agora:

1° Afinação dos instrumentos - Sim meus(as) amigos(as), as afinações aqui mudaram e muito! Guitarras afinadas um tom abaixo ou até dois tons abaixo do padrão dão um peso nunca antes visto em qualquer outro álbum de estúdio da banda. Fica nítido que o patrão Rudolf estava influenciado pelo som do momento: o New Metal. As exceções são as lindíssimas baladas "Your Last Song" e "Love Will Keep Us Alive" que funcionam como válvula de escape para o álbum não ficar tão pesado.

2° Os temas abordados - Vemos um Scorpions reflexivo, abordando temas sobre a crueldade humana, como as igrejas funcionam como prisão, como na vida quem sobrevive são os fortes e sobre o rumo que a humanidade está tomando. Obviamente, como em qualquer outro álbum da banda, a paixão e o amor também são temas nas letras. Entretanto, as letras amorosas, e suas desilusões, em alguns casos não foram usadas somente em baladas (We Were Born Fly, You're Lovin' Me To Death, We Will Rise Again).

Sobre as músicas, irei falar brevemente sobre cada uma delas a seguir:

Hour I - Aborda o lado reflexivo e, consequentemente, sombrio. O eu lírico se encontra altamente pessimista "É inútil chorar/Porque o universo não é justo/O fraco e o inocente/Estão lutando para sobreviver". Exibe um diálogo entre o eu lírico e uma criança que, aparentemente, estão vivendo no mundo em guerra. O peso nessa música é sensacional e o solo, a la John 5, é cabuloso.

The Game Of Life - Essa música é contagiante, quando você menos esperar estará cantando o refrão junto a música. O eu lírico fala sobre a vida e sobre seu ciclo "No jogo da vida/Nós vivemos e morremos/Outra respiração começa/Outra chance para ganhar a luta".

We Were Born To Fly - Uma introdução com guitarras gritantes acaba em uma resolução melódica e harmoniosa em seguida, a voz de Klaus Meine nessa música atinge um nível a mais de sedução ao ouvido do ouvinte. O eu lírico se encontra apaixonado nessa composição e se declara para sua amada: "Você mantém minha fé viva/Com você eu não tenho medo/Para subir e cair, e encarar o desastre/Você e eu/Nascemos para voar". Essa música é mais uma daquelas "baladas camufladas" devido a alguns detalhes no instrumental. Belíssima!

The Future Never Dies - Mais uma em que o garanhão está se derretendo apaixonado pela amada: "Então me diga por quê eu estou sozinho/Quando estamos deitados aqui juntos/Em uma noite que está tão fria/E você é apenas um toque,". É uma boa canção, porém pode dividir muito as opiniões. Letras apelativas para sentimentos como o amor e a paixão é a praia do Scorpions (Tudo acaba tendo resolução no amor ou na paixão para Rudolf, conta-se nos dedos as músicas em que ele não coloca esses sentimentos nas letras). OBS: O solo dessa música tem um feeling admirável, a galera embriaga chega a coçar os olhos. 

You're Lovin' Me To Death - Mais uma sobre paixões e desilusões: "Você brincou comigo como um brinquedo/Você fez da minha vida uma bagunça/Todo mundo sabe que você está me amando até a morte.". Porém, não é uma balada, ela te faz querer cantar e balançar a cabeça no refrão. Energia legal, fácil compreensão, boa aprovação.

321 - Cara, que riff monstro é esse na introdução? Isso é Scorpions mesmo ?!?!? Sim! Essa música vem pra agitar a galera no geral (até quem não gosta dela fica cantando baixinho e batendo o pé). O final do refrão dá uma escorregada com aquele "Are you ready to rock?", mas é irrelevante. Fala sobre o tempo, como ele passa rápido e como devemos aproveitar cada minuto: "O tempo é um mestre malvado/Põe sua vida em sua mão/Feche seus olhos e ele irá te esmagar/A ira só te gira mais rápido".

Love Will Keep Us Alive - E chegamos a primeira "válvula de escape" desse álbum. No meio de tantas reflexões, peso, pseudo-baladas e baladas não comerciais, ela vem com aquela fórmula clássica do Scorpions: balada altamente melódica, melosa e comercial. É uma ótima música, mas para os xiitas com certeza terá desaprovação. A letra aborda uma crise amorosa, onde o eu lírico tentar provar para a amada que ele sempre estará ao lado dela e que o amor os manterão vivos: "Oh, eu tenho um monte de amor pra te mostrar/Você sabe que eu nunca iria querer te controlar/Eu só quero estar do seu lado/Eu não posso te amar se você não deixar". Apelativa? Só de leve haha.

We Will Rise Again - Considerada por muitos a princesinha desse álbum, essa música é um equilíbrio de forças. Temos aqui: peso, paixão, feeling, técnica devidamente ponderada e etc. E a letra? É... a letra, na minha opinião, tem uma ideia um pouco fraca. Por que? Trata de um relacionamento falido em que o eu lírico prefere sofrer o resto da vida, e ele tem ciência disso, do que deixar a amada de lado para tentar ser feliz sozinho (Auto-Estima? Isso é o que, um Pokemon?): "Segurando-me em você como vidro quebrado/Cada toque corta mais profundo do que o último/Eu sei que eu deveria sair/Mas me parece tão bom sangrar". A letra vai além e ainda fala sobre anjos, o paraíso e o inferno e por aí vai. É uma música excelente, mas a letra um pouco fraca de amor próprio. Fazer o que né?!?!? Só o que tem no mundo são pessoas nessa situação do eu lírico aqui.

Your Last Song - Chegada a segunda válvula de escape do álbum. É uma boa música, exceto aquela quebrada de tom discrepante do instrumental da introdução para Klaus Meine dá início a sua parte. Se na música anterior o garanhão preferia sofrer o resto da vida e deixar seu amor próprio de lado, aqui temos ele com muita dor escrevendo as últimas palavras para seu amor platônico: "Aqui estou eu/Escrevendo minha última canção para você/Ouça as palavras cuidadosamente". Essa é uma daquelas músicas que se você ouvir em término de relacionamento recente vai te fazer chorar e viver em sua mente, durante seus 6 minutos e 7 segundos, todos os momentos passados ao lado da(o) ex.

Love Is War - Mais uma balada, porém não tão apelativa para o lado comercial. Uma boa música, fala sobre a tênue linha entre amor e ódio: "Você já foi um amigo pra mim/Agora você é meu inimigo/Paixão torna-se ódio e você faz o/Ódio valer para lutar".

The Cross - Mais uma introdução altamente pesada, a cozinha de Kottak e Pawel é incrível! Mais uma música altamente contagiante, os arranjos, o feeling, o solo virtuose de Jabs e o refrão, tudo isso culmina em uma excelente canção. A interpretação da letra deixo como "tarefinha de casa", pois ela é um pouco mais subjetiva.

Humanity - Se já apresentei a princesinha, agora apresento a queridinha. Essa canção aqueceu/aquece/aquecerá tanto os corações como as mentes dos que a escutaram/escuta/escutarão, todos os seus arranjos te tocam o coração e a letra tua mente: "Humanidade/Adeus/É tempo de dizer adeus/A festa acabou quando o último bom morre/E um anjo chora". A letra aborda os sentimentos ruins de nós, seres humanos, que caminhamos para a auto-destruição cada vez mais.

Cold - Cara, por que??? POR QUE???? Por que deixaram essa como bônus? Uma música simples, porém a energia dela é impressionante (Logo na introdução altamente baseada no metal, dá pra você girar a cabeça como em show de metal mesmo, sério!). A simplicidade e o peso dessa música são o segredo. A letra, ao pé da letra, fala sobre um soldado que não sabe nem qual o objetivo da missão dele e é mandado para outro país: "Eu sou apenas um homem comum/Eu não nasci para ser um soldado em uma terra estrangeira/Agora eu sou um prisioneiro de guerra/Eu não sei em prol de que eu estou lutando".

Considerações Finais: Nesse álbum o Scorpions, definitivamente, saiu da casinha. Porém, acertou em cheio! O álbum é altamente equilibrado, bem produzido e o mais importante: tem ótimas canções. Você pode até encontrar quem não goste desse álbum, diga pra ele ouvir novamente e vê toda a história por trás do álbum, tirar a viseira de burro e deixar de ser hater, garanto que não será tempo perdido.

O legado mais pesado, reflexivo e "sombrio"
5
13/08/2019

O ano era 2007 e o Scorpions já tinha se reerguido da "queda livre" que entrou nos anos 90 e começo dos anos 2000. Muitas das pessoas que se consideram fãs não sabem, mas nos álbuns Moment Of Glory (2000) e Acoustica (2001), que são louvados incansavelmente por aqueles que dizem amar a banda mas que tem preguiça de ir atrás de ouvir toda a discografia, a banda estava perdida. Sim! Rudolf e companhia estavam desorientados, a política do faturar mais e mais estava sendo um tiro no pé (O próprio Paulo Baron, empresário do Scorpions nas Américas, mencionou essas palavras). 
Feita essa introdução agora podemos falar realmente sobre o álbum a que essa resenha está destinada: Humanity: Hour I. Neste álbum vemos um Scorpions flertando fortemente com o metal, não é a toa que é o álbum mais pesado até hoje (08-2019) da discografia dos alemães. Não concorda comigo? Vou argumentar de forma técnica agora:

1° Afinação dos instrumentos - Sim meus(as) amigos(as), as afinações aqui mudaram e muito! Guitarras afinadas um tom abaixo ou até dois tons abaixo do padrão dão um peso nunca antes visto em qualquer outro álbum de estúdio da banda. Fica nítido que o patrão Rudolf estava influenciado pelo som do momento: o New Metal. As exceções são as lindíssimas baladas "Your Last Song" e "Love Will Keep Us Alive" que funcionam como válvula de escape para o álbum não ficar tão pesado.

2° Os temas abordados - Vemos um Scorpions reflexivo, abordando temas sobre a crueldade humana, como as igrejas funcionam como prisão, como na vida quem sobrevive são os fortes e sobre o rumo que a humanidade está tomando. Obviamente, como em qualquer outro álbum da banda, a paixão e o amor também são temas nas letras. Entretanto, as letras amorosas, e suas desilusões, em alguns casos não foram usadas somente em baladas (We Were Born Fly, You're Lovin' Me To Death, We Will Rise Again).

Sobre as músicas, irei falar brevemente sobre cada uma delas a seguir:

Hour I - Aborda o lado reflexivo e, consequentemente, sombrio. O eu lírico se encontra altamente pessimista "É inútil chorar/Porque o universo não é justo/O fraco e o inocente/Estão lutando para sobreviver". Exibe um diálogo entre o eu lírico e uma criança que, aparentemente, estão vivendo no mundo em guerra. O peso nessa música é sensacional e o solo, a la John 5, é cabuloso.

The Game Of Life - Essa música é contagiante, quando você menos esperar estará cantando o refrão junto a música. O eu lírico fala sobre a vida e sobre seu ciclo "No jogo da vida/Nós vivemos e morremos/Outra respiração começa/Outra chance para ganhar a luta".

We Were Born To Fly - Uma introdução com guitarras gritantes acaba em uma resolução melódica e harmoniosa em seguida, a voz de Klaus Meine nessa música atinge um nível a mais de sedução ao ouvido do ouvinte. O eu lírico se encontra apaixonado nessa composição e se declara para sua amada: "Você mantém minha fé viva/Com você eu não tenho medo/Para subir e cair, e encarar o desastre/Você e eu/Nascemos para voar". Essa música é mais uma daquelas "baladas camufladas" devido a alguns detalhes no instrumental. Belíssima!

The Future Never Dies - Mais uma em que o garanhão está se derretendo apaixonado pela amada: "Então me diga por quê eu estou sozinho/Quando estamos deitados aqui juntos/Em uma noite que está tão fria/E você é apenas um toque,". É uma boa canção, porém pode dividir muito as opiniões. Letras apelativas para sentimentos como o amor e a paixão é a praia do Scorpions (Tudo acaba tendo resolução no amor ou na paixão para Rudolf, conta-se nos dedos as músicas em que ele não coloca esses sentimentos nas letras). OBS: O solo dessa música tem um feeling admirável, a galera embriaga chega a coçar os olhos. 

You're Lovin' Me To Death - Mais uma sobre paixões e desilusões: "Você brincou comigo como um brinquedo/Você fez da minha vida uma bagunça/Todo mundo sabe que você está me amando até a morte.". Porém, não é uma balada, ela te faz querer cantar e balançar a cabeça no refrão. Energia legal, fácil compreensão, boa aprovação.

321 - Cara, que riff monstro é esse na introdução? Isso é Scorpions mesmo ?!?!? Sim! Essa música vem pra agitar a galera no geral (até quem não gosta dela fica cantando baixinho e batendo o pé). O final do refrão dá uma escorregada com aquele "Are you ready to rock?", mas é irrelevante. Fala sobre o tempo, como ele passa rápido e como devemos aproveitar cada minuto: "O tempo é um mestre malvado/Põe sua vida em sua mão/Feche seus olhos e ele irá te esmagar/A ira só te gira mais rápido".

Love Will Keep Us Alive - E chegamos a primeira "válvula de escape" desse álbum. No meio de tantas reflexões, peso, pseudo-baladas e baladas não comerciais, ela vem com aquela fórmula clássica do Scorpions: balada altamente melódica, melosa e comercial. É uma ótima música, mas para os xiitas com certeza terá desaprovação. A letra aborda uma crise amorosa, onde o eu lírico tentar provar para a amada que ele sempre estará ao lado dela e que o amor os manterão vivos: "Oh, eu tenho um monte de amor pra te mostrar/Você sabe que eu nunca iria querer te controlar/Eu só quero estar do seu lado/Eu não posso te amar se você não deixar". Apelativa? Só de leve haha.

We Will Rise Again - Considerada por muitos a princesinha desse álbum, essa música é um equilíbrio de forças. Temos aqui: peso, paixão, feeling, técnica devidamente ponderada e etc. E a letra? É... a letra, na minha opinião, tem uma ideia um pouco fraca. Por que? Trata de um relacionamento falido em que o eu lírico prefere sofrer o resto da vida, e ele tem ciência disso, do que deixar a amada de lado para tentar ser feliz sozinho (Auto-Estima? Isso é o que, um Pokemon?): "Segurando-me em você como vidro quebrado/Cada toque corta mais profundo do que o último/Eu sei que eu deveria sair/Mas me parece tão bom sangrar". A letra vai além e ainda fala sobre anjos, o paraíso e o inferno e por aí vai. É uma música excelente, mas a letra um pouco fraca de amor próprio. Fazer o que né?!?!? Só o que tem no mundo são pessoas nessa situação do eu lírico aqui.

Your Last Song - Chegada a segunda válvula de escape do álbum. É uma boa música, exceto aquela quebrada de tom discrepante do instrumental da introdução para Klaus Meine dá início a sua parte. Se na música anterior o garanhão preferia sofrer o resto da vida e deixar seu amor próprio de lado, aqui temos ele com muita dor escrevendo as últimas palavras para seu amor platônico: "Aqui estou eu/Escrevendo minha última canção para você/Ouça as palavras cuidadosamente". Essa é uma daquelas músicas que se você ouvir em término de relacionamento recente vai te fazer chorar e viver em sua mente, durante seus 6 minutos e 7 segundos, todos os momentos passados ao lado da(o) ex.

Love Is War - Mais uma balada, porém não tão apelativa para o lado comercial. Uma boa música, fala sobre a tênue linha entre amor e ódio: "Você já foi um amigo pra mim/Agora você é meu inimigo/Paixão torna-se ódio e você faz o/Ódio valer para lutar".

The Cross - Mais uma introdução altamente pesada, a cozinha de Kottak e Pawel é incrível! Mais uma música altamente contagiante, os arranjos, o feeling, o solo virtuose de Jabs e o refrão, tudo isso culmina em uma excelente canção. A interpretação da letra deixo como "tarefinha de casa", pois ela é um pouco mais subjetiva.

Humanity - Se já apresentei a princesinha, agora apresento a queridinha. Essa canção aqueceu/aquece/aquecerá tanto os corações como as mentes dos que a escutaram/escuta/escutarão, todos os seus arranjos te tocam o coração e a letra tua mente: "Humanidade/Adeus/É tempo de dizer adeus/A festa acabou quando o último bom morre/E um anjo chora". A letra aborda os sentimentos ruins de nós, seres humanos, que caminhamos para a auto-destruição cada vez mais.

Cold - Cara, por que??? POR QUE???? Por que deixaram essa como bônus? Uma música simples, porém a energia dela é impressionante (Logo na introdução altamente baseada no metal, dá pra você girar a cabeça como em show de metal mesmo, sério!). A simplicidade e o peso dessa música são o segredo. A letra, ao pé da letra, fala sobre um soldado que não sabe nem qual o objetivo da missão dele e é mandado para outro país: "Eu sou apenas um homem comum/Eu não nasci para ser um soldado em uma terra estrangeira/Agora eu sou um prisioneiro de guerra/Eu não sei em prol de que eu estou lutando".

Considerações Finais: Nesse álbum o Scorpions, definitivamente, saiu da casinha. Porém, acertou em cheio! O álbum é altamente equilibrado, bem produzido e o mais importante: tem ótimas canções. Você pode até encontrar quem não goste desse álbum, diga pra ele ouvir novamente e vê toda a história por trás do álbum, tirar a viseira de burro e deixar de ser hater, garanto que não será tempo perdido.

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