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Resenha: Memoriam - Requiem For Mankind (2019)

Por: Diógenes Ferreira

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Consolidando o nome com pura nostalgia
4.5
09/08/2019

O Memoriam surgiu em 2016 com dois ex-membros do clássico Bolt Thrower nas figuras de Karl Willetts (vocal) e Andy Whale (bateria), aliados ao baixista Frank Healy (ex-Bendiction) e Scott Fairfax nas guitarras. O primeiro álbum de 2017 (For The Fallen) foi sombriamente carregado de Doom Metal na sua pegada Death Metal, enquanto que o segundo registro de 2018 (The Silent Vigil) foi personificando o som da banda até chegarmos a esse ano de 2019 em que o Memoriam entrega seu novo disco bebendo das origens de seus integrantes.

A sonoridade clássica do Bolt Thrower já dá as caras logo na primeira faixa “Shell Shock”com riff alinhado entre guitarra e baixo, com a bateria martelando na cabeça. A veia é old school é mantida com “Undefeated” com os bumbos acelerados em meio ao peso e robustez nas cordas. “Never The Victim” começa mais melódica e lembra até o Hypocrisy do mestre Peter Tagtgren. E uma paulada tradicional se inicia com “Austerity Kills”, no melhor estilo Death Metal sueco na linha de Grave, Entombed e Dismember. Outra tradicional, só que mais cadenciada é “In The Midst of Desolation” que vem seguida de “Refuse to be Led”, que atravessa melodias entre o peso de riffs cortantes. Já a cadencia de “The Veteran” traz alguns vestígios do Benediction lembrando a faixa “Jumping At Shadows” do álbum The Grand Leveller. A faixa-título “Requiem For Mankind” vem com um rifferama de respeito e um peso absoluto com os vocais de Karl Willetts mais cavernosos. Depois o ouvinte é atropelado por “Fixed Bayonets” lembrando algo do álbum Honour-Valour-Pride do Bolt Thrower. E o fim chega com “Interment”, uma faixa instrumental totalmente Doom Metal para fechar o caixão.

Esse novo álbum prova que a ascendência continua, com a banda cada vez mais afiada, com músicos experientes que sabem o que estão fazendo, trazendo uma bagagem de suas ex-bandas e que dá muita credibilidade ao trabalho, mostrando que os veteranos ainda dominam a arte de fazer Death Metal, entregando a cartilha na mão dos mais jovens que se aventuram no estilo. Se você é um Death Banger nostálgico, não deixe de conferir esse combo que vem resgatando o que há de mais saudosista dentro do estilo e consolidando seu nome no mercado.

Consolidando o nome com pura nostalgia
4.5
09/08/2019

O Memoriam surgiu em 2016 com dois ex-membros do clássico Bolt Thrower nas figuras de Karl Willetts (vocal) e Andy Whale (bateria), aliados ao baixista Frank Healy (ex-Bendiction) e Scott Fairfax nas guitarras. O primeiro álbum de 2017 (For The Fallen) foi sombriamente carregado de Doom Metal na sua pegada Death Metal, enquanto que o segundo registro de 2018 (The Silent Vigil) foi personificando o som da banda até chegarmos a esse ano de 2019 em que o Memoriam entrega seu novo disco bebendo das origens de seus integrantes.

A sonoridade clássica do Bolt Thrower já dá as caras logo na primeira faixa “Shell Shock”com riff alinhado entre guitarra e baixo, com a bateria martelando na cabeça. A veia é old school é mantida com “Undefeated” com os bumbos acelerados em meio ao peso e robustez nas cordas. “Never The Victim” começa mais melódica e lembra até o Hypocrisy do mestre Peter Tagtgren. E uma paulada tradicional se inicia com “Austerity Kills”, no melhor estilo Death Metal sueco na linha de Grave, Entombed e Dismember. Outra tradicional, só que mais cadenciada é “In The Midst of Desolation” que vem seguida de “Refuse to be Led”, que atravessa melodias entre o peso de riffs cortantes. Já a cadencia de “The Veteran” traz alguns vestígios do Benediction lembrando a faixa “Jumping At Shadows” do álbum The Grand Leveller. A faixa-título “Requiem For Mankind” vem com um rifferama de respeito e um peso absoluto com os vocais de Karl Willetts mais cavernosos. Depois o ouvinte é atropelado por “Fixed Bayonets” lembrando algo do álbum Honour-Valour-Pride do Bolt Thrower. E o fim chega com “Interment”, uma faixa instrumental totalmente Doom Metal para fechar o caixão.

Esse novo álbum prova que a ascendência continua, com a banda cada vez mais afiada, com músicos experientes que sabem o que estão fazendo, trazendo uma bagagem de suas ex-bandas e que dá muita credibilidade ao trabalho, mostrando que os veteranos ainda dominam a arte de fazer Death Metal, entregando a cartilha na mão dos mais jovens que se aventuram no estilo. Se você é um Death Banger nostálgico, não deixe de conferir esse combo que vem resgatando o que há de mais saudosista dentro do estilo e consolidando seu nome no mercado.

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Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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