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Resenha: Queen - A Night At The Opera (1975)

Por: André Luiz Paiz

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Enfim, o lugar merecido
5
05/07/2019

Com "A Night At The Opera", o Queen já não era mais um nome desconhecido. "Killer Queen" conseguiu enfim atrair olhares para o grupo ao conseguir um lugar nas paradas. Além disso, algo que a gravadora não acreditava estava cada vez mais se concretizando, um grupo de rock eclético e com ideias fora do convencional estava conseguindo um lugar ao sol. Para os fãs da boa música, isso era maravilhoso.

Ao chegar no seu quarto lançamento, o Queen trazia ainda debaixo do braço a sua única proposta: ser uma banda sem fronteiras, mas não uma banda qualquer, eles queriam o sucesso. Com "A Night At The Opera", ele enfim chegou.

Com a banda entrosada e transbordando criatividade, "A Night At The Opera" consolidou-se como um clássico indispensável na carreira do grupo, tamanha a sua diversidade e qualidade das canções.
Começando com "Death On Two Legs (Dedicated To...)", a banda abre os trabalhos com um rock diferente, mas de primeira qualidade. Freddie mostra todas as suas influências nostálgicas de sua infância mesclando o rock com o clássico em "Lazing On A Sunday Afternoon" e "Seaside Rendezvous". May faz o mesmo com "Good Company".
O rock mais tradicional se faz presente nas ótimas "I'm In Love With My Car (Dedicated To Johnathan Harris,Boy Racer To The End)", com grande vocal de Roger, e "Sweet Lady".
Nas baladas, temos uma espécie de sci-fi skiffle de Brian May na ótima "'39", além do clássico maravilhoso de Freddie "Love Of My Life". Uma das melodias mais marcantes dentre as composições do vocalista. Além delas, temos o belo hit pop "You're My Best Friend", de John Deacon.
Por fim, temos dois épicos. O primeiro é "The Prophet's Song", que relata um sonho de Brian May. Uma faixa que mescla o clássico com o rock, cheia de passagens e vocalizações. Não é tão acessível, mas possui o seu valor. Já a segunda, o que falar de "Bohemian Rhapsody" que ainda não tenha sido dito? Uma peça fantástica, que mescla a música clássica com o rock de maneira genial. Não é por nada que se tornou um dos maiores clássicos da história do rock. Genialidade pura entre clímax e anticlímax, arrepiando qualquer ouvinte.

Aqui o Queen explodiria de vez, alcançando o mundo e consolidando-se em definitivo como uma das maiores bandas da história.

Enfim, o lugar merecido
5
05/07/2019

Com "A Night At The Opera", o Queen já não era mais um nome desconhecido. "Killer Queen" conseguiu enfim atrair olhares para o grupo ao conseguir um lugar nas paradas. Além disso, algo que a gravadora não acreditava estava cada vez mais se concretizando, um grupo de rock eclético e com ideias fora do convencional estava conseguindo um lugar ao sol. Para os fãs da boa música, isso era maravilhoso.

Ao chegar no seu quarto lançamento, o Queen trazia ainda debaixo do braço a sua única proposta: ser uma banda sem fronteiras, mas não uma banda qualquer, eles queriam o sucesso. Com "A Night At The Opera", ele enfim chegou.

Com a banda entrosada e transbordando criatividade, "A Night At The Opera" consolidou-se como um clássico indispensável na carreira do grupo, tamanha a sua diversidade e qualidade das canções.
Começando com "Death On Two Legs (Dedicated To...)", a banda abre os trabalhos com um rock diferente, mas de primeira qualidade. Freddie mostra todas as suas influências nostálgicas de sua infância mesclando o rock com o clássico em "Lazing On A Sunday Afternoon" e "Seaside Rendezvous". May faz o mesmo com "Good Company".
O rock mais tradicional se faz presente nas ótimas "I'm In Love With My Car (Dedicated To Johnathan Harris,Boy Racer To The End)", com grande vocal de Roger, e "Sweet Lady".
Nas baladas, temos uma espécie de sci-fi skiffle de Brian May na ótima "'39", além do clássico maravilhoso de Freddie "Love Of My Life". Uma das melodias mais marcantes dentre as composições do vocalista. Além delas, temos o belo hit pop "You're My Best Friend", de John Deacon.
Por fim, temos dois épicos. O primeiro é "The Prophet's Song", que relata um sonho de Brian May. Uma faixa que mescla o clássico com o rock, cheia de passagens e vocalizações. Não é tão acessível, mas possui o seu valor. Já a segunda, o que falar de "Bohemian Rhapsody" que ainda não tenha sido dito? Uma peça fantástica, que mescla a música clássica com o rock de maneira genial. Não é por nada que se tornou um dos maiores clássicos da história do rock. Genialidade pura entre clímax e anticlímax, arrepiando qualquer ouvinte.

Aqui o Queen explodiria de vez, alcançando o mundo e consolidando-se em definitivo como uma das maiores bandas da história.

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