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Resenha: Dio - Holy Diver (1983)

Por: Fábio Arthur

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Mergulhando em carreira solo
5
06/06/2019

Ronnie James Dio sempre foi um vocalista de qualidade suprema. Tendo um currículo  impecável e uma voz única e inconfundível, o cantor sempre deixou sua marca registrada, mesmo estando sob contrato com outros grupos que não fosse o seu. Parte disso, se deve ao profissionalismo do mesmo, além do carisma e técnica vocal apurada. Uma prova concreta disso tudo seria sua passagem pelo Rainbow de Ritchie Blackmore e/ou Black Sabbath no início dos anos 80. 

Tempos depois de alguns atritos e ofertas para que Dio seguisse como artista solo, o mesmo acabou indo em frente após a saída conturbada do Sabbath - ele, Dio -, se viu em vésperas de um contrato com a Warner e assim montou sua banda, juntamente com um time de primeira, que incluía também o ex-Sabbath Vinny Appice - que tocou no lugar de Bill Ward nas gravações ao vivo de "Live Evil" e "Mob Rules", ambos do Sabbath. Assim, Dio, iniciou com ainda um cast excelente de músicos, tendo nas guitarras Vivian Campbell (hoje Def Leppard), Jimmy Bain no baixo, que também vinha do Rainbow e, como arranjador, Angelo Arcuri. Desta feita, rumaram para o Sound Studios em Los Angeles nos EUA e assim se daria o primeiro petardo, intitulado "Holy Diver", com sua arte para lá de fabulosa e criativa, elaborada por Randy Berrett. O disco vinha na linha de metal tradicional, bem ao estilo anos 80 e com uma pegada hard também em algumas faixas. 

Para a surpresa de Dio e não da gravadora, pois esta já apostava no potencial, o álbum foi com platina nos EUA e acabou sendo considerado um clássico entre os fãs do estilo; isso até os dias de hoje. 

Uma breve curiosidade é que "Holy Diver" acabou sendo o título de um jogo representado por Dio e lançado para os fãs japoneses. Coisas que o público do Japão adora e os grupos sempre elaboram para os fãs, sejam as faixas bônus ou singles e nesse caso até mesmo os jogos. 

Nesse momento da carreira, Dio obteve dois vídeos para a TV. Foram a faixa-título "Holy Diver" e "Rainbow in the Dark", clássica com arranjos e refrãos totalmente convidativos. Ainda, dentro do álbum, podemos destacar outras faixas poderosas, caso de "Don´t Talk to Strangers" e "Caught in the Middle". 

Dio, obteve um ótimo resultado não somente com esse disco, mas com sucessores também. Existe um VHS - hoje em DVD - de época, da banda fazendo a Tour de "Holy Diver" pela Europa e o concerto é fenomenal, bem ao estilo e características de Dio e suas composições. 

Em verdade se pode conferir o disco como um todo, uma obra sem contradições e totalmente focada em seu propósito.  Clássico!

Mergulhando em carreira solo
5
06/06/2019

Ronnie James Dio sempre foi um vocalista de qualidade suprema. Tendo um currículo  impecável e uma voz única e inconfundível, o cantor sempre deixou sua marca registrada, mesmo estando sob contrato com outros grupos que não fosse o seu. Parte disso, se deve ao profissionalismo do mesmo, além do carisma e técnica vocal apurada. Uma prova concreta disso tudo seria sua passagem pelo Rainbow de Ritchie Blackmore e/ou Black Sabbath no início dos anos 80. 

Tempos depois de alguns atritos e ofertas para que Dio seguisse como artista solo, o mesmo acabou indo em frente após a saída conturbada do Sabbath - ele, Dio -, se viu em vésperas de um contrato com a Warner e assim montou sua banda, juntamente com um time de primeira, que incluía também o ex-Sabbath Vinny Appice - que tocou no lugar de Bill Ward nas gravações ao vivo de "Live Evil" e "Mob Rules", ambos do Sabbath. Assim, Dio, iniciou com ainda um cast excelente de músicos, tendo nas guitarras Vivian Campbell (hoje Def Leppard), Jimmy Bain no baixo, que também vinha do Rainbow e, como arranjador, Angelo Arcuri. Desta feita, rumaram para o Sound Studios em Los Angeles nos EUA e assim se daria o primeiro petardo, intitulado "Holy Diver", com sua arte para lá de fabulosa e criativa, elaborada por Randy Berrett. O disco vinha na linha de metal tradicional, bem ao estilo anos 80 e com uma pegada hard também em algumas faixas. 

Para a surpresa de Dio e não da gravadora, pois esta já apostava no potencial, o álbum foi com platina nos EUA e acabou sendo considerado um clássico entre os fãs do estilo; isso até os dias de hoje. 

Uma breve curiosidade é que "Holy Diver" acabou sendo o título de um jogo representado por Dio e lançado para os fãs japoneses. Coisas que o público do Japão adora e os grupos sempre elaboram para os fãs, sejam as faixas bônus ou singles e nesse caso até mesmo os jogos. 

Nesse momento da carreira, Dio obteve dois vídeos para a TV. Foram a faixa-título "Holy Diver" e "Rainbow in the Dark", clássica com arranjos e refrãos totalmente convidativos. Ainda, dentro do álbum, podemos destacar outras faixas poderosas, caso de "Don´t Talk to Strangers" e "Caught in the Middle". 

Dio, obteve um ótimo resultado não somente com esse disco, mas com sucessores também. Existe um VHS - hoje em DVD - de época, da banda fazendo a Tour de "Holy Diver" pela Europa e o concerto é fenomenal, bem ao estilo e características de Dio e suas composições. 

Em verdade se pode conferir o disco como um todo, uma obra sem contradições e totalmente focada em seu propósito.  Clássico!

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